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Morre o ex-vice-presidente Marco Maciel

Aos 80 anos, o ex-vice-presidente da República Marco Maciel morreu na madrugada de hoje. Ele estava internado em Brasília e sofria de Alzheimer. O político pernambucano foi vice de Fernando Henrique Cardoso entre os anos de 1995 e 2003. Na sua trajetória política, ele foi também governador de Pernambuco, senador e deputado. Ele deixa a mulher Anna Maria Maciel e três filhos.

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Complexo de Suape e Neoenergia firmam parceria para produzir Hidrogênio Verde em Pernambuco

Do Complexo de Suape O Governo do Estado, por meio do Complexo Industrial Portuário de Suape, e a Neoenergia firmaram um Memorando de Entendimento para a criação do projeto piloto de uma usina de produção de hidrogênio verde (H2V). A ideia é mobilizar agentes para viabilizar a planta, com objetivo de iniciar a produção, torná-la viável a partir de clientes locais, como Programa Noronha Carbono Neutro de Fernando de Noronha. O documento foi assinado nesta ontem (10), em audiência com o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Geraldo Julio, e representantes da Neoenergia. O hidrogênio verde tem sido apontado mundialmente como um insumo de alto valor agregado por ter grande potencial para gerar energia sem a necessidade de emissão de gás carbônico. O setor industrial global já vem utilizando o H2V, que é obtido utilizando água, a partir do processo de eletrólise que separa o hidrogênio do oxigênio. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) do Brasil, em fevereiro deste ano, apontou o hidrogênio como um dos temas prioritários para pesquisa e desenvolvimento no país, visando à aplicação de recursos publicamente orientados. “Fala-se de economia do futuro, menos nociva ao meio ambiente, mas são medidas atuais que nos colocam no movimento. Já instituímos um Grupo de Trabalho dentro do Governo para debater Hidrogênio Verde e, agora, um memorando de intenções com a Neoenergia, que vamos trabalhar para elevar a demanda e viabilizar parcerias tecnológicas que entrem nesse projeto com a gente para Pernambuco sair na frente. São medidas visionárias como essa que vão sempre nos manter protagonistas e aparecendo na estratégia de grandes agentes econômicos globais quando se fala do Nordeste e do Brasil”, ressaltou Geraldo Julio. “O hidrogênio verde é um importante vetor para acelerar a descarbonização industrial e contribuir para eletrificação da economia, pois é obtido a partir de fontes renováveis. Essas premissas fazem parte dos compromissos da Neoenergia com o desenvolvimento, além de gerar uma maior dinâmica competitiva e descentralizada ao unir os diferentes segmentos de mercado”, comentou David Benavent del Prado, diretor da Termopernambuco.

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Farmacêutica mais perto de fazer investimento bilionário em Pernambuco

Do Governo de Pernambuco A Blau Farmacêutica, uma das principais indústrias de medicamentos hospitalares de alta complexidade da América Latina, definiu o Estado de Pernambuco como local para implantar seu projeto de expansão industrial no Brasil. A área em avaliação está situada no Complexo de Suape – Cabo de Santo Agostinho, e terá capacidade para atender o mercado interno e externo. A empresa estima um investimento de até R$ 1 bilhão de reais e uma geração potencial de mais de mil empregos diretos. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa, nesta semana, em reunião com o governador Paulo Câmara, no Palácio do Campo das Princesas. Segundo Marcelo Hahn, “a Blau definiu Pernambuco como local de sua nova sede industrial e de distribuição, desde que sejam confirmadas as contrapartidas necessárias do Estado, conforme negociações em andamento”. “Mais uma indústria importante que estamos atraindo para o nosso Estado. Pernambuco está se consolidando como um polo farmacêutico importante, não apenas para o Nordeste, mas para todo o Brasil. O novo investimento vai gerar emprego e renda em um momento tão difícil pelo qual passa o nosso País”, afirmou Paulo Câmara. A concretização do projeto contou com a articulação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Sdec), que enviou representantes a São Paulo para abrir o canal de negociação e apresentar os potenciais do Estado para receber o empreendimento. “Temos trabalhado para ampliar e fortalecer nossa infraestrutura e apontar nossas vantagens competitivas, que colocam Pernambuco como a melhor opção para grupos nacionais que pensam em expandir para o Nordeste. Receber essa planta mostra o resultado disso, principalmente por ser uma fábrica de alto valor agregado para nossa indústria, de alta convergência tecnológica na sua estrutura e que, ainda assim, demanda um volume expressivo de mão de obra. É o melhor cenário para representar o resultado das nossas políticas ativas de atração de investimentos”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Julio. Também participaram da reunião a secretária executiva de Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça; o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Roberto Abreu e Lima; o presidente de Suape, Roberto Gusmão; e o diretor de Planejamento e Gestão do Porto, Francisco Martins, além de representantes da empresa. BLAU FARMACÊUTICA – A Blau é uma indústria farmacêutica líder no segmento institucional e pioneira em biotecnologia, com portfólio proprietário de medicamentos de alta complexidade, com foco em segmentos relevantes na indústria, como imunologia, hematologia, oncologia, nefrologia, especialidades, antibióticos, atuando em diversas classes terapêuticas. A empresa possui footprint continental, presente em seis países da América Latina e nos Estados Unidos, e tem um moderno complexo industrial farmacêutico, composto por cinco plantas industriais, com tecnologia de ponta, dedicadas à produção de medicamentos biológicos, biotecnológicos, oncológicos, antibióticos, anestésicos injetáveis e insumos biotecnológicos.

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Programa Colorindo o Recife abre inscrições para novos artistas urbanos

Da Prefeitura do Recife A Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria Executiva de Inovação Urbana, reabriu esta semana as inscrições para o programa Colorindo o Recife, com intuito de promover a requalificação dos espaços urbanos através do grafite e valorizar os artistas locais que já vem utilizando a arte como instrumento de transformação social. O cadastro pode ser feito por meio de formulário online disponível no site https://sites.google.com/recife.pe.gov.br/colorindorecife e as inscrições seguem até o dia 30 de julho. Além da inscrição de novos artistas, o registro permite aos grafiteiros já cadastrados a realização de uma atualização de dados na qual podem apontar em quais categorias desejam se enquadrar. Após o fim das inscrições, o programa selecionará artistas urbanos que poderão realizar intervenções em diferentes áreas públicas da cidade. Dessa vez, eles terão a opção de escolher a categoria na qual desejam participar. As opções incluem empenas (fachadas de prédios), murais horizontais, viadutos, túneis, barreiras, áreas do programa Mais Vida nos Morros, miniarte e até a escolha própria de um local para a intervenção, podendo optar por mais de uma. “Vamos consolidar o Colorindo Recife como uma estratégia de transformação urbana da cidade, sobretudo, de transformação social. O Recife será a maior galeria de arte urbana a céu aberto do mundo e tudo isso será construído com o protagonismo dos artistas no aprimoramento e nas decisões da política pública”, afirma o secretário Executivo de Inovação Urbana, Tullio Ponzi. Os interessados em participar do Colorindo o Recife passarão por quatro etapas: inscrição, habilitação, análise dos documentos e a efetiva contratação. Após passar pela etapa de habilitação e checagem da documentação, os artistas, que podem ser pessoas físicas ou jurídicas, passarão pela avaliação final da comissão de inscrição, formada pelos próprios artistas e representantes da Secretaria da Mulher e das secretarias executivas de Inovação Urbana e da Juventude. O resultado será divulgado no site do programa. A partir daí, serão iniciadas as atividades. A lista de documentos e todos os detalhes de como deve se dar o credenciamento estão disponíveis no site https://sites.google.com/recife.pe.gov.br/colorindorecife. *Próximo edital* – A Secretaria Executiva de Inovação Urbana também está preparando novidades para o próximo edital do programa, garantindo a criação de uma política pública de arte urbana no Recife por meio da construção coletiva. Com a colaboração e participação da cena artística da cidade, estão sendo realizados debates e escutas, culminando na elaboração de um novo edital, que aproxima a gestão dos artistas é dá o devido protagonismo aos profissionais que já atuam com o grafite há anos. Entre os colaboradores que estão contribuindo para a construção do documento estão nomes como: Adelson Boris, Arbos, Bros, Carbonel, Cecília (Cona), Galo de Souza, Jéssica Jansen, Julio Insano, Lucas França, Manoel Quitério, Micaela, Michele Monteiro, Nathê Ferreira, Pedro Stilo, Power Graffiti 76, Rafa Mattos, Rane Skull, Raoni, Rayo Viana, Shell Osmo, Tati Naara, Thabata e Jouse Barata, atual Coordenadora Geral da Curadoria de Inscrição do Colorindo, entre outros representantes de coletivos de Pernambuco. Também a partir destes debates, foi percebida a necessidade de provocar o interesse das artistas mulheres a participarem do programa – atualmente, são 65 cadastrados e apenas 10 mulheres. A constatação gerou a ideia de elaborar um edital que busque equilibrar a paridade de gênero no momento da contratação para cada trabalho a ser realizado pelo programa. A nova política pública de arte urbana que está sendo criada contará ainda com a colaboração das secretarias da Cultura, Mulher, Turismo e Lazer da cidade e Executiva da Juventude.

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Pernambuco anuncia avanços no Plano de Convivência com a Covid-19

O Governo de Pernambuco informou, nesta quinta-feira (10.06), que as Macrorregiões 1 e 2, que contemplam a Região Metropolitana (RMR), Zona da Mata e Agreste, voltarão a avançar no Plano de Convivência com a Covid-19. Nas duas primeiras, o comércio de varejo e serviços poderá funcionar nos finais de semana dos dias 19 e 20 e 26 e 27, com horário reduzido. O Agreste, que estava com medidas restritivas mais severas, retomará suas atividades também nos dias de semana. Já as 35 cidades da Macrorregião 3, no Sertão, onde houve aumento na solicitação de leitos de UTI, entrarão em quarentena rígida a partir da próxima segunda-feira (14.06). Até o dia 20 de junho, nos municípios das Gerências Regionais de Saúde (Geres) VI, X e XI – com sedes em Arcoverde, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada, respectivamente – só poderão funcionar, diariamente, as atividades permitidas no decreto. A Macrorregião 4, no Vale do São Francisco e Araripe, segue no esquema atual. Na RMR, o varejo de bairro e centro, assim como bares e restaurantes, estará autorizado a funcionar nos finais de semana até às 18h, para o estabelecimento que abrir às 10h. Na Zona da Mata, o comércio está autorizado a abrir mais cedo, entre as 5h às 20h, respeitando o limite máximo 10 horas contínuas durante a semana, e entre 6h até às 18h nos fins de semana, completando oito horas de funcionamento. Já as lojas varejistas, localizadas nos municípios do Agreste, devem fechar mais cedo. Podem abrir das 5h às 18h, respeitando o máximo de 10 horas de expediente nos dias de semana, e nos sábados e domingos também são permitidas oito horas de abertura, entre 6h e 18h. O secretário estadual de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebelo, abriu a coletiva de imprensa online com o detalhamento dos números epidemiológicos de cada região do Estado, assim como do progresso da vacinação. Em seguida, o secretário estadual de Saúde, André Longo, comentou os índices, reiterando que Pernambuco ainda vive um momento delicado e preocupante em relação à pandemia, mas já está colhendo os primeiros frutos do atual período de restrições mais severas. “Na 1ª Macrorregião já há desaceleração. Foi registrada uma redução de 10% nas solicitações de leitos de UTI na semana passada. Já nesta semana, de domingo até ontem, tivemos uma redução de 17% em comparação aos primeiros dias da semana anterior”, apontou, com base nos números apresentados por Rebelo. No Agreste, após mais de 20 dias de intensas restrições, também foram registradas melhoras. “As solicitações de leitos de UTI tiveram estabilidade na semana passada, mas já nos primeiros quatro dias desta semana, houve queda de 31%”, justificou André Longo. De acordo com esses dados, segundo ele, já existe um processo de diminuição progressiva da fila por leitos de terapia intensiva e, neste momento, a oferta de vagas já supera o número de solicitações. Longo também comentou a situação da Macrorregião 3, que contempla os sertões do Moxotó e Pajeú. “Lá, os indicadores caminham no sentido contrário, com forte aceleração”, disse. A região vive seu pior momento em termos de solicitações de UTI, com um crescimento de 57% nos primeiros dias desta semana. Já a 4ª Macrorregião permanece com estabilidade nos indicadores, de acordo com a Secretaria de Saúde. Mas no começo desta semana apresentou um aumento nas solicitações de leitos de UTI. “Vamos acompanhar o desenvolvimento desses números para reavaliar a situação”, concluiu.

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Perdendo o bônus (bonde) demográfico!

*Por Edgard Leonardo N. M. Lima Com a pandemia e a perda precoce de tantos brasileiros em idade produtiva, o debate demográfico volta a ter visibilidade. O fato é que o Brasil está envelhecendo, e com ou sem a crise sanitária, estamos perdendo o chamado bônus demográfico. Quando falamos de bônus demográfico, estamos nos referindo a um fator associado às taxas demográficas, como por exemplo: a taxa de natalidade, a expectativa de vida e a taxa de mortalidade. Vejamos, quando a taxa de natalidade e a de mortalidade apresentam quedas, de maneira concomitante sucede uma elevação da expectativa de vida da população. E como resultado ocorre um maior número de pessoas na população em idade ativa para trabalhar, ou seja: temos um país de jovens aptos ao mercado de trabalho e em plenas condições de contribuir para o crescimento econômico, uma população em sua maioria dentro da faixa dos 15 aos 64 anos de idade. O bônus é o resultado momentâneo da diminuição de nascimentos, e da redução da mortalidade, resultando em um aumento da população jovem e adulta em relação às outras faixas etárias, como as crianças e os idosos. Um evento que deve ser visto como uma oportunidade única de crescimento da economia, pois neste momento existirá um maior volume populacional de pessoas aptas a produzir e pagar impostos. O que naturalmente ocorre antes da transição demográfica, quando em sequência o país começará um processo de envelhecimento populacional, ou seja, teremos uma população composta em sua maioria por idosos. O chamado bônus acontece no momento intermediário da passagem de uma estrutura etária rejuvenescida para uma estrutura envelhecida, com fortes impactos na previdência e na produtividade. O envelhecimento populacional é um fato, tratado pelas Nações Unidas como uma das megatendências para o futuro da humanidade. Hoje no Brasil somos cerca de 211 milhões de habitantes, estima-se que chegaremos em 2060 aos 228 milhões, e é importante apontar que está previsto um ponto de inflexão na curva de crescimento populacional para o ano de 2047. No caso brasileiro a população deverá crescer até 2047, quando chegará ao pico de 233,2 milhões de pessoas. Com a baixa fecundidade, nos anos seguintes, ela cairá gradualmente, até os 228,3 milhões em 2060. Segundo a PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, do total de 210 milhões de brasileiros em 2019, cerca de 16% estavam acima dos 60 anos. Estimativas apontam  que em 2060 no Brasil, 34% da população terá 60 anos ou mais. Por outro lado, a população de crianças de até 14 anos, que em 2019 representava 21% do total de habitantes, será de apenas 15% em 2060. Estimativas apontam que, a partir da década de 2030 o Brasil passa a ter a maior parte de sua população inativa e os efeitos do bônus começaram então a se dissipar, com maior pressão sobre os gastos de saúde e previdência. É cada vez mais importante que o Brasil passe pelas necessárias reformas e compreenda finalmente que a única forma de aumentar a renda per capita e gerar crescimento sustentável no país é por meio da elevação da produtividade. Afinal, até quando perderemos o bonde. *Edgard Leonardo N. M. Lima é economista e professor da Unit-PE

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Recife começa a vacinar pessoas com 43 anos ou mais nesta quinta (10)

Da Prefeitura do Recife O enfrentamento da pandemia de covid-19 ganha mais força no Recife com mais uma ampliação na faixa etária da campanha de vacinação. A partir das 20h desta quarta-feira (9), quando se comemora o Dia Mundial da Imunização, a Prefeitura do Recife vai liberar, no Conecta Recife, o agendamento da vacina para pessoas a partir de 43 anos. Elas poderão tomar a dose já nesta quinta. O anúncio foi feito pelo prefeito João Campos um dia depois do Recife atingir meio milhão de pessoas vacinadas contra a covid-19. “A gente está aqui no centro de vacinação do TRF para anunciar uma nova abertura da nossa cidade. Com os novos recebimentos, a gente vai abrir o grupo para as pessoas com 43 anos ou mais se vacinarem no Recife. Você que tem 49, 48, 47, 46, 45, 44 e 43 anos, pode ir no Conecta Recife a partir das 20h de hoje fazer agendamento e a partir de amanhã (10) começar a vacinação. Esse grupo tem mais de 130 mil pessoas e a gente está pronto para vacinar todas elas. Vamos expandir a capacidade de vacinação na nossa cidade. Hoje já estamos vacinando uma média de 9.000 pessoas por dia e nos próximos dias esse número vai ser ampliado, para a gente ganhar grande velocidade na vacinação no Recife”, garantiu João Campos. “Cada grupo anunciado aumenta nossa esperança e também a velocidade para vencer a pandemia. O engajamento das pessoas é muito importante nesse trabalho, e o recifense está fazendo bonito, visto que temos aumentado o número de pessoas que temos vacinado por dia. E essa participação precisa continuar, por isso, tão importante quanto tomar a primeira dose, é tomar a segunda, pois a maior probabilidade de ficar imune é com o esquema completo”, afirmou a secretária municipal de Saúde, Luciana Albuquerque. O cadastro e o agendamento devem ser feitos através do site conectarecife.recife.pe.gov.br ou do app Conecta Recife, que está disponível gratuitamente na PlayStore, para Android, e AppStore, para quem utiliza o sistema iOS. As pessoas incluídas neste grupo, devem anexar no ato do agendamento cópia de um documento oficial de identidade e um comprovante de residência. Esses mesmos documentos devem ser levados no dia da vacinação. O Recife atingiu, nesta terça-feira (8), a marca de mais de meio milhão de pessoas que já receberam a primeira dose da vacina contra a doença no município. Com 506.482 pessoas contempladas com pelo menos uma dose do imunizante, a cidade tem agora cerca de 30% da população vacinada. O número coloca o Recife como a capital do Nordeste que mais vacinou até o momento, e também deixa a cidade acima da média nacional, que é de 23%. PONTOS DE VACINAÇÃO – A Prefeitura do Recife disponibiliza 20 pontos de vacinação, entre salas e drive-thrus. Todos os locais funcionam de domingo a domingo, das 7h30 às 18h30. As salas de vacinação estão localizadas na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), na Boa Vista; Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Dois Irmãos; Parque de Exposição de Animais, no Cordeiro; na Unidade de Cuidados Integrais (UCIS) Guilherme Abath, no Hipódromo; Compaz Ariano Suassuna, no Cordeiro; Ginásio Geraldão, na Imbiribeira; Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), na Tamarineira; Parque da Macaxeira, na Macaxeira; UPA-E do Ibura. Já os drive-thrus, que permitem atendimento sem sair do veículo, estão localizados no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), na Tamarineira; Parque de Exposição de Animais, no Cordeiro; Fórum Ministro Artur Marinho – Justiça Federal de Pernambuco (Avenida Recife), no Jiquiá; Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Dois Irmãos; Juizados Especiais do Recife, na Imbiribeira; Parque da Macaxeira, na Macaxeira; Geraldão, na Imbiribeira; Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Cidade Universitária; Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Bairro do Recife; BIG Bompreço de Boa Viagem e BIG Bompreço de Casa Forte.

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Pernambuco ultrapassa marca de 3 milhões de vacinas aplicadas

Da Secretaria Estadual de Saúde O Estado de Pernambuco ultrapassou ontem (08/06) a marca de 3 milhões de doses aplicadas da vacina contra a Covid-19 na população pernambucana. Foram exatas 3.099.860 doses dos imunizantes. Com isso, 2.135.181 pessoas já receberam a primeira aplicação e 964.679 pernambucanos e pernambucanas finalizaram o esquema com as duas doses. Em relação à primeira dose, já alcançaram a meta mínima de vacinação – que corresponde a 90% do público – os trabalhadores da saúde; povos indígenas aldeados; idosos institucionalizados; idosos a partir dos 70 anos e pessoas com deficiência institucionalizadas. Já para a segunda dose, a meta foi alcançada pelo grupo dos povos indígenas aldeados; idosos institucionalizados e pessoas com deficiência institucionalizadas. Ao todo, foram feitas a primeira dose em 286.328 trabalhadores de saúde; 25.925 povos indígenas aldeados; 41.942 em comunidades quilombolas; 7.636 idosos em Instituições de Longa Permanência; 604.530 idosos de 60 a 69 anos; 396.118 idosos de 70 a 79 anos; 200.098 idosos de 80 anos e mais; 1.398 pessoas com deficiência institucionalizadas; 16.756 trabalhadores das forças de segurança e salvamento; 308.497 pessoas com comorbidades; 17.480 pessoas com deficiência permanente; 40.491 gestantes e puérperas; 78.348 pessoas de 50 a 59 anos; 416 pessoas em situação de rua, 344 pessoas privadas de liberdade; além de 108.874 trabalhadores de serviços essenciais. Em relação à segunda dose, já foram beneficiados 215.470 trabalhadores de saúde; 25.587 povos indígenas aldeados; 1.190 em comunidades quilombolas; 5.586 idosos institucionalizados; 257.436 idosos de 60 a 69 anos; 314.509 idosos de 70 a 79 anos; 138.852 idosos de 80 anos e mais; 1.181 pessoas com deficiência institucionalizadas; 4.859 trabalhadores das forças de segurança e salvamento e 9 trabalhadores de serviços essenciais, totalizando 964.679 pessoas que já finalizaram o esquema.

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Setor sucroenergético atento às oportunidades da descarbonização da economia

Renato Cunha, presidente do Sindaçúcar, destaca as oportunidades que o setor sucroenergético vislumbra dentro do processo em curso no mundo de “descarbonização da economia”. A mais tradicional atividade produtiva de Pernambuco aposta na participação em diversos empreendimentos conectados às novas tendências globais de redução de emissão de gases de efeito estufa. Diante do desafio global de descarbonizar a economia, quais as oportunidades que se abrem para o setor do etanol? A biomassa da cana que se transforma em etanol e bioeletricidade que cria biocombustíveis que estão se tornando protagonistas de peso na era da hibridização das fontes de energias limpas. Não se concebe mais um modelo baseado nos combustíveis fósseis ou até em apenas de uma única fonte, como a hidroelétrica, exatamente pelas vulnerabilidades de se planejar o suprimento de energia apenas com uma fonte solteira. Quais as principais agendas e demandas do setor para 2021? A meritocracia do carbono está no nosso planejamento e alguns focos merecem relevância, notadamente ligados às metas dos acordos internacionais vigentes, tais como; limitar o aumento médio da temperatura global a 1,5 graus celsius e promover a cooperação entre sociedade civil, setor privado, instituições financeiras, cidades, comunidades e povos indígenas para ampliação da mitigação do aquecimento global. Há recomendações de adaptação para que os países signatários de mudanças climáticas possam reduzir suas vulnerabilidades a eventos climáticos extremos, além de haver a promoção do desenvolvimento tecnológico e de transferências de tecnologias para capacitação nessa adaptação às mudanças climáticas. O Brasil se comprometeu no Acordo do Clima de Paris a atingir o ano de 2025 liberando 37% menos de gases estufa em relaçao aos índices de 2005. Para 2030, o plano já atinge a uma redução de 43%. O desmatamento ilegal deveria ser zerado até 2030 e as emissões seriam compensadas com a restauração e o reflorestamentos de 12 milhões de hectares de florestas até o fim da década. Diante desses desafios, o setor terá agendas tais como o programa Combustível do Futuro do Governo Federal, lançado pela resolução 7 do Ministério de Minas e Energia, em 20 de abril passado. Serão tratadas no programa medidas para estímulo ao uso de combustíveis de baixa intensidade do carbono, assim como tecnologias sustentáveis com adequada eficiência energética com vistas a descarbonização da matriz energética brasileira, inclusive com mais previsibilidade de preços, garantias de suprimento de todo o território do país, aproveitando-se de novas tecnologias ambientais e em busca da promoção de livre concorrência. O Brasil tem amplas condições de liderar essa transição de modelos para a era do hidrogênio verde. Os biocombustíveis serão mais levados em conta, numa avaliação que denominamos “do poço a roda”, onde o ciclo de vida limpo é de fato levado em conta, sem aparências e subterfúgios utilizados em algumas equações de outras fontes, geralmente segmentadas por partes, utilizando-se na produção, origens em fontes que acarretam bastante ônus ambiental. Hoje o secretário de meio ambiente mencionou a possibilidade da indústria do etanol no futuro poder produzir um tipo de biocombustível para a aviação, que atualmente não tem nenhuma produção no hemisfério sul. Isso é uma oportunidade real? O Bioqav já é uma realidade em alguns países, como os Estados Unidos e na Europa, com a tecnologia do isobutanol. O custo benefício da tecnologia ainda encontra dificuldades no Brasil para a solidificação de uma cadeia produtiva em nosso país. A aviação responde por pelo menos 2% das emissões no mundo de dióxido de carbono. O segmento possui um esquema mais incentivador e completo de redução, além de um balanço de compensações de emissões da aviação internacional, que está em franco processo de desenvolvimento, inclusive com necessidade de política fiscal atualizada e atrelada a estímulos para esse sistema de produção. Os custos do processo estão em fase de mensuração e é provável que haja mais maturidade dos resultados dentro de mais algum tempo. Há algum outro mercado ou oportunidade dentro dessa agenda da sustentabilidade que o setor sucroenergetico está apostando? O setor está bastante atento a participação em corredores verdes para o abastecimento de veículos pesados, produção do metano da vinhaça, Bioqav, Hidrogênio Verde, bioeletricidade de co-geração, prestação de serviços ambientais por Cbios e na modalidade dos créditos de carbono e ainda na consolidação das tecnologias de solução de mobilidade com célula de combustíveis, diante de um mercado com um consumo gigante, atualmente efetuado por cerca de 1,2 bilhão de veículos que operam com motores a combustão.

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O interior já tinha desigualdade, com a pandemia, houve um agravamento

Na semana passada, José Patriota, presidente da Amupe (Associação dos Municípios de Pernambuco) esteve presente em vários veículos de comunicação para falar sobre a iminente falta de oxigênio nos hospitais do interior do Estado. Apesar de resolvido o problema, Patriota ressalta outras dificuldades que há anos assolam os municípios – como falta de água, déficit habitacional, desigualdade econômica e social – que foram agravadas com a pandemia. Mas, nesta conversa com Cláudia Santos, ele aponta soluções para o desenvolvimento dos municípios na retomada pós-Covid-19: investimento em educação, saneamento básico, reestruturação da órgãos que hoje, segundo ele, estão “cambaleando”, como Sudene e Dnocs. Patriota ressaltar ainda a necessidade de suspender a MP que subtraiu R$ 11 bilhões dos Fundos Constitucionais do Nordeste (FNE), do Norte (FNO) e do Centro Oeste (FCO) para destinar a projetos de parcerias público privadas. Esses fundos são um dispositivo crucial para a geração de receitas dos bancos públicos regionais, como o Banco do Nordeste. “O BNB é extremamente importante para o desenvolvimento da região”, alerta Patriota. Confira a seguir a entrevista. Quais os problemas enfrentados pelos municípios do interior durante esta pandemia? São vários problemas. Não estávamos preparados para lidar com o vírus e uma pandemia dessa magnitude, com efeitos tão danosos na vida das pessoas. Além disso, a condução nacional atrapalha. Temos conhecimento de que no mundo inteiro quem conduz a política integradora com todos os entes federativos é o governo central que tem o papel de coordenar, dar as diretrizes e criar as estratégias, ajudar na implantação de ações que possam mitigar os efeitos da pandemia. Temos uma situação esdrúxula do governo central negar e em determinado momento boicotar os encaminhamentos da ciência. Isso deixa os municípios que estão na ponta numa situação mais exposta. Outra questão é que essa contrainformação gera desencontros, porque o presidente da República não deixa de ser um líder e a Não estávamos preparados para lidar com o vírus e uma pandemia dessa magnitude, com efeitos tão danosos na vida das pessoas. E temos uma situação de o governo central negar e até boicotar os encaminhamentos da ciência liderança dele tem que estar a serviço da vida, de uma orientação única. Mas ocorre o contrário. Essa situação reflete diretamente nas pessoas e as pessoas não moram na União, nem no Estado, moram no município, é com o governo local que se relacionam. É muito difícil uma autoridade dizer uma coisa e a autoridade maior dizer outra. Já tínhamos uma condição econômica de desigualdade muito grande, agora, com a pandemia, tivemos um agravamento. Subiram as taxas de desemprego, subemprego e suas consequências que é a violência, a fome. E como o governo não tomou providências, o caminho mais seguro – que era a vacina no tempo certo e adequado – não me resta alternativa senão providenciar estrutura hospitalar de internamento e UTI. Isso foi providenciado. Ao mesmo tempo, tivemos que promover o distanciamento social para reduzir a propagação do vírus, o que tem impacto na economia. Temos milhões de desempregados num mercado que cada dia se tecnifica, se especializa e já não vinha absorvendo essa mão de obra sobrante. Durante a história, os governos não promoveram a política mais importante para uma sociedade se desenvolver que é a educação. Hoje, enfrentamos a falta de investimento, as universidades passando dificuldades enormes, não temos pesquisas, nossos cérebros vão embora. O Brasil se descuidou muito e isso na corrida da competição com China, Bloco Europeu e Estados Unidos, ficamos como um país gigante adormecido, com toda a condição, com gente inteligente, mas fica difícil se não tiver uma política estruturante e permanente nessa área de educação e inovação tecnológica. A pandemia está aí e não temos produção própria de vacina. É muito difícil de separar a pandemia do contexto socioeconômico. Dois terços do Nordeste está no semiárido, com dificuldade de abastecimento regular de água potável, de acesso a saneamento e outras questões de infraestrutura como moradia. Aí, surge uma situação dessa, que é muito complexa, porque os prefeitos têm que redirecionar todo o seu orçamento para a saúde. Como está a infraestrutura nos municípios para atender os pacientes com Covid? As unidades de saúde estão adequadas para atendimentos dentro da nossa realidade e a integração do Estado com a regionalização das UTIs. Hoje, Pernambuco é o primeiro Estado do Norte/Nordeste que mais tem UTI e o terceiro no Brasil. Há um fluxo integrado da rede estadual com a municipal, desde os agentes de saúde até os laboratórios. Qual é a dificuldade? Insumos. E, aí, entramos no contexto nacional e internacional da falta de uma política séria voltada para a população. Não temos vacina e a também a infraestrutura de oxigênio, por exemplo, estourou. Mas há hospitais sem fornecimento de oxigênio? Não, houve uma ameaça. Tivemos um sinal amarelo, mas nos reunimos com o secretário de Saúde, com o governador e com as empresas produtoras. Temos uma produção de oxigênio suficiente para atender mas temos uma deficiência de logística para a entrega que poderia não suportar a demanda que aumentou muito. Inclusive a indústria não sofreu nada ainda, continua recebendo oxigênio. Tivemos que estudar com as empresas de logística que entendem do assunto. O Estado montou uma operação em que há uma central de plantão emergencial de fornecimento de gases hospitalares para normalizar o abastecimento e disponibilizou 30 mil metros cúbicos de oxigênio. A central é composta por membros da Amupe, do Estado, das empresas envolvidas, na qual monitoramos a situação 24 horas por dia. Em situação de emergência, todos os prefeitos estão sabendo quais as providências tomar, quem acionar, etc. Então isso está administrado. Como está a situação social das cidades? O interior reproduziu o modelo da capital e toda cidadezinha tem um cinturão de pobreza nos bairros em volta do centro. São pessoas que migraram do campo para a cidade, desempregadas, que não têm casa própria ou como pagar um aluguel. O Auxílio Emergencial chegou agora, mas entrou no lugar do Bolsa Família, não houve o acúmulo dos benefícios. Esse foi o

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