Enquanto o trecho cearense avança para a operação, o ramal pernambucano segue cercado por impasses técnicos, políticos e financeiros.
Enquanto Pernambuco enfrenta novos impasses para a retomada do trecho entre Salgueiro e Suape, a concessionária informa que a conclusão das obras da Fase 1 da Transnordestina está prevista para o segundo semestre de 2027, com início das operações logo em seguida.
Segundo a TLSA, os recursos seguem sendo liberados conforme o cronograma de execução acordado com o Governo Federal.
Desde dezembro de 2025, operações comissionadas já transportam milho, sorgo, calcário agrícola e gipsita. Quando o projeto estiver totalmente concluído, a capacidade estimada da ferrovia será de 30 milhões de toneladas por ano.
O empreendimento no Ceará avança também na estruturação de uma rede de terminais intermodais ao longo do trecho entre o Piauí e o Porto de Pecém. O porto seco em Quixeramobim e estruturas em cidades estratégicas como Missão Velha, Iguatu, Quixadá, Maranguape e o Porto do Pecém integram essa rede logística. Em Pernambuco, Salgueiro e Trindade também receberão unidades de apoio à movimentação de cargas. A expansão da malha promete impulsionar investimentos, fortalecer cadeias produtivas e ampliar a competitividade regional.
Na edição especial da Algomais, a reportagem mostra por que Pernambuco chega aos 20 anos da Transnordestina ainda sem trilhos operacionais e quais são os desafios para a ligação com Suape.


