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Livraria do Jardim

Grupo Varejão do Estudante amplia negócios e cria espaço multicultural na Boa Vista

O tradicional Grupo Varejão do Estudante inaugura na próxima semana a sua Livraria do Jardim e do Celeste Café . São mais de 1.700 m² no Bairro da Boa Vista para atender os amantes dos livros, cafés e encontros culturais. Quem dirige o empreendimento são as sócias Carolina Tavares e Simone Tavares, que são da segunda geração da empresa. O investimento em todo o projeto é de R$ 3 milhões e está gerando 60 empregos diretos. “Queremos incentivar o livro e a leitura em um ambiente que valorize o conhecimento, a criatividade e desperte memórias afetivas”, ressalta Carolina Tavares. “Esse público é exigente. Estamos no Centro do Recife, porém em um verdadeiro oásis na selva de pedra, um lugar que transmite segurança e conforto. No dia-a-dia do trabalho, precisamos de uma parada, um contato com a natureza, algo que desperte o melhor de nós. Os livros fazem isso e é nisso que acreditamos desde sempre!”, afirma Simone Tavares O Celeste Café, cujo nome remonta à história de sua avó e das inúmeras receitas que ela deixou, se insere na livraria e se expande para um imenso jardim, sombreado por muitas árvores. O espaço fica na Rua Manoel Borba, número 292, tem estacionamento amplo para 50 veículos, além de bicicletário.

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cansados redes web

Para especialistas, o jornalismo está na mão das plataformas digitais

(Da Agência Brasil) Profissionais e pesquisadores de comunicação manifestaram preocupação, durante a 1ª Semana Nacional de Jornalismo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), com a falta de uma regulação eficaz das chamadas big techs, empresas responsáveis pelas plataformas digitais. Ao mesmo tempo, se preocupam com algumas propostas que vêm sendo colocadas para discussão. O evento, que acontece no Rio de Janeiro, promoveu na tarde de ontem (28) uma discussão sobre a relação entre a mídia hegemônica, a mídia independente e as plataformas digitais. De acordo com a pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Patrícia Maurício, os grandes portais de notícia recebem atualmente uma audiência expressiva proveniente de plataformas digitais, seja pela busca do Google, seja por compartilhamentos de redes sociais. Dessa forma, precisam modular seus conteúdos para se adequarem aos algoritmos que regem essas plataformas. “Existem determinados parâmetros que são criados pelo Google, por exemplo, para ranquear uma matéria. É óbvio que o jornalismo comercial vai atrás da audiência para poder vender os anúncios que estão no seu site. A questão da audiência já era um problema no passado e hoje estamos em uma situação em que é preciso observar as métricas, usar as palavras-chaves, estruturar os parágrafos do jeito que as plataformas querem, se não o Google não vai ranquear bem”, observa. A pesquisadora destaca que as plataformas assumiram um protagonismo na distribuição das notícias e mantém um grande poder, já que podem controlar a visibilidade que certo assunto terá, até mesmo vetar determinado tipo de conteúdo. “O jornalismo está nas mãos das plataformas digitais”, acrescenta. Patrícia aponta que as big techs possuem modelos de negócio baseados nos dados coletados dos usuários e que essas tecnologias precisam ser reguladas para servirem ao interesse público. Ela considera preocupante o nível de concentração do mercado. Embora chame atenção para o crescimento da plataforma chinesa Tik Tok, ela vê uma hegemonia das empresas estadunidenses, sobretudo do Google (que inclui serviços como o Youtube, Gmail, Google Meet e outros, além do buscador) e da Meta (que administradora do Facebook, Instagram e Whatsapp). “Elas usam os dados das pessoas que estão navegando para direcionar a publicidade a elas. Você faz buscas no Google e daí eles sabem que você está procurando uma geladeira. Então começam a te mostrar anúncios de geladeira. E isso foi se sofisticando”, explica. “O Google foi criando novas ferramentas e comprando outras empresas, como por exemplo o Youtube. A Meta também. Como o Whatsapp se financia? Se financia porque é do mesmo grupo. Mesmo que você não receba anúncio pelo Whatsapp, os dados coletados ali vão se reverter em publicidade para você em outros momentos”, acrescenta. De acordo com o sociólogo Sérgio Amadeu, a televisão deixou de ser o maior destino de publicidade no mundo porque é mais interessante apostar nas estruturas hierárquicas das big techs. Segundo ele, os dados vêm sendo coletados em uma intensidade sem precedentes e o algoritmo modula a nossa atenção, nos direcionando anúncios e discursos sob medida. Dessa forma, os anunciantes podem comprar audiência em tempo real. “As plataformas usam modelos estatísticos para tentar predizer as nossas ações”, explica. Sérgio Amadeu considera que houve uma mudança no que chama de economia da atenção. “A internet inverteu o fluxo de comunicação. O difícil não é falar. É ser ouvido”, pontua. Ele reconhece que a pluralidade de vozes é maior do que no passado, mas pondera. “Quando você expande as oportunidades de fala, há uma maior possibilidade democrática. Ocorre que a internet é também uma rede distribuída. E uma rede distribuída não é necessariamente uma rede democrática. Ela distribui também a vigilância, o discurso de ódio, a desinformação”. O sociólogo argumentou que a tecnologia não é neutra e tem implicações raciais, sociais e de gênero. “A democracia precisa controlar as plataformas que tem como objetivo a monetização e a formatação das atenções”. Mídia independente A abertura das plataformas digitais para vozes dissonantes até então escanteadas pela mídia hegemônica foi um aspecto destacado durante o debate. A jornalista Cris Gomes defende a necessidade de ajustes na comunicação digital, mas disse ser preciso reconhecer os avanços. “Hoje temos blogueiros e youtubers que falam de pessoas pretas, que falam sobre o racismo e sobre o capacitismo, que falam em defesa dos povos indígenas. Essas pessoas apareceram primeiro de forma independente para depois aparecerem na grande mídia com o peso que vemos hoje”, observou. O jornalista Leonardo Attuch, fundador e editor do portal Brasil 247, se posicionou na mesma direção. Ele conta que deixou de receber recursos de publicidade estatal a partir do governo de Michel Temer e que a receita obtida com os anúncios através das plataformas lhe permitiu dar sequência ao trabalho jornalístico, que inclui um canal no Youtube batizado de TV 247. “Nossa existência também foi fruto da relação com essas plataformas’, afirma. Ele considerou que a falta de neutralidade do algoritmo, responsável por estabelecer qual conteúdo terá visibilidade e qual será escondido, é um desafio. Segundo Attuch, as redes sociais, em especial o Facebook, tem reduzido a visibilidade de conteúdos jornalísticos. Ele cobra mais transparência das big techs. Ao mesmo tempo, aponta que elas possuem uma infraestrutura que permite a existência do jornalismo independente e de portais que defendem o regime democrático. “Sei que há discussões relevantes sob o ponto de vista da democracia. O algoritmo pode beneficiar conteúdos que geram mais engajamento. E o engajamento muitas vezes é produzido por discursos de ódio, fake news, clickbait [“isca de cliques”, em tradução livre], etc”. Attuch apresentou algumas propostas. “É muito difícil discutir hoje o retorno da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Eu sou favorável a uma espécie de certificação, para subir um conteúdo no Youtube que seja classificado como jornalismo”. Marco Civil Uma proposta que gerou preocupação entre os debatedores é a modificação do artigo 19º do Marco Civil da Internet, segundo o qual as plataformas não podem ser responsabilizadas por conteúdos gerados por terceiros, exceto se descumprirem ordem judicial para remoção de determinada publicação. O tema esteve em pauta em uma audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Leonardo Attuch manifestou temor de que uma mudança reduza

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“O endividamento atinge em torno de 70% do setor de bares e restaurantes”

Presidente da Abrasel-PE, Tony Souza, analisa os impactos da pandemia, como o aumento de dívidas das empresas, diz que plataformas digitais, como o Google e o TripAdvisor, são o novo “boca a boca” para divulgar as casas e falou sobre as ações para combater a violência contra as mulheres. A pandemia mudou muitos hábitos dos brasileiros, incluindo os pernambucanos, que passaram a utilizar com mais frequência o delivery ou os pedidos “para viagem”. O consumidor também vivencia a rotina do trabalho remoto ou híbrido (o que reduziu o almoço fora de casa e o happy hour) e o uso de pagamentos digitais, como cartões e, principalmente, o pix. Todas essas mudanças provocaram profundas transformações no setor de bares e restaurantes. Porém, o que causou o impacto mais negativo foram os lockdowns e a elevação das taxas de juros e da inflação provocaram o endividamento de 70% dos estabelecimentos. “Não que esse percentual esteja inadimplente. Eles estão endividados e estão pagando mas, para conseguir pagar, operam, muitas vezes, no vermelho”, explica Tony Sousa, presidente da Abrasel-PE (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Seccional Pernambuco). Uma situação que levou cerca de 30% das casas a encerrarem as atividades. Nesta entrevista a Cláudia Santos, Tony Sousa avalia as consequências da pandemia para o setor e comenta a lei que estabelece um protocolo para enfrentar a violência contra a mulher nesses estabelecimentos e também fala do encontro nacional da associação que acontece hoje, dia 29. Pesquisa da Abrasel Nacional revelou que o setor tem enfrentado dificuldade de retomar o desempenho de antes da pandemia. Esse quadro também é verificado em Pernambuco? Sim. O setor em todo o País está com dificuldade de alcançar o desempenho com lucratividade. Vamos entender: os restaurantes têm uma capacidade de reestruturação fenomenal mas, apesar de recuperarem o faturamento de antes da pandemia, não conseguiram ter lucratividade que ficou comprometida por duas verticais. A primeira é a inflação. Muitos produtos subiram mais de 100%, alguns como camarão, salmão, picanha tiveram um aumento absurdo. O segundo pilar é o nível de endividamento dos restaurantes. Em 2020 os estabelecimentos estiveram em lockdown e precisaram ir aos bancos, muitos recorreram a créditos tradicionais, outros a créditos subsidiados pelo governo. Porém, a Selic estava abaixo de 4%, hoje, está em 14%. Então, houve um aumento de quase 40% nas parcelas e as casas não estão conseguindo gerar lucro para atualizar a sua operação. Lamentavelmente, no ano passado, várias empresas operaram no vermelho, isso minimizou um pouco no segundo semestre porque teve a black friday, foi ano de eleição e Copa do Mundo, depois as festas de final de ano que, por gravidade, melhoram o movimento. Mas, em janeiro, voltamos à realidade de um mês normal e ainda por cima trata-se de um mês de férias. O endividamento atinge em torno de 70% do setor. Não que esse percentual esteja inadimplente, eles estão endividados e estão pagando mas, para conseguir pagar, operam, muitas vezes, no vermelho. O endividamento representa uma média de 10% do faturamento, para um segmento que apresenta um resultado líquido na ordem de 12% ou 13%. Basicamente o lucro que se faz é para pagar boa parte desse endividamento. Muitos estabelecimentos precisaram refinanciar suas dívidas. Muitos fizeram um financiamento em 2020 e em 2021 estávamos novamente em lockdown que foi a segunda onda da pandemia. Os estabelecimentos tiveram que contrair novas dívidas para pagar a anterior e conseguir ter um novo prazo de carência, que se encerrou em 2022, quando ainda não estávamos livres da pandemia, tanto que a gente não teve o Carnaval. As casas começaram a ter que honrar seus compromissos porque venceu a carência sem que estivéssemos com o movimento recuperado. Para muitos isso virou uma bola de neve que os levou à insolvência. Em torno de 30% dos estabelecimentos encerraram suas atividades. O momento é muito delicado, precisamos de políticas públicas para recuperar um setor que tanto emprega. Temos expectativas que linhas de créditos possam ser abertas, que os prazos sejam ampliados, para que os estabelecimentos possam inserir essa quitação do endividamento no seu fluxo de caixa sem sacrificar o que ele precisa fazer de investimento para atualização do seu negócio e o que ele precisa retirar como dividendo, como lucro, para sua sobrevivência. Vocês têm levado essas demandas para o Governo Federal que, inclusive, está nesta peleja com o Banco Central por causa da Selic? Participamos de algumas frentes, como a Frente de Comércio e Serviços com outras associações, mostrando a fragilidade do setor, desde a equipe de transição. Nosso presidente executivo nacional, Paulo Solmucci, vem buscando essa aproximação. Tivemos no Recife, no lançamento do Carnaval, a presença da ministra Daniela [Carneiro, do Turismo], do seu Secretário Executivo Bento Nunes. Disseram que será lançado o Fungetur 2 (Fundo Geral de Turismo) que é um programa que deve vir ampliado com novos indexadores e maiores prazos. Há uma sensibilidade do novo governo quanto a essa realidade, mas tudo leva um tempo para operacionalizar. E, como você colocou, o Banco Central tem hoje sua independência e essa questão de juros precisa ser ajustada para que haja um entendimento para que a redução não leve a um incentivo da inflação, porque a gente ganharia de um lado e perderia de outro. Esperamos que isso consiga ser operacionalizado antes que mais algumas empresas morram por inanição. Quantas pessoas o setor emprega em Pernambuco? Cerca de 480 mil pessoas em empregos diretos e formais, além da camada de informalidade e empregos indiretos, como os motoqueiros de aplicativos que fazem as entregas. A geração de emprego e renda é a nossa principal vocação aliada ao fato de sermos uma escola, ao oferecer a oportunidade do primeiro emprego para muita gente. O home office e o trabalho híbrido afetaram o setor? Com a pandemia as empresas viram que a produtividade de alguns colaboradores de alguns segmentos aumentou porque a pessoa não perde tempo em trânsito e produz de maneira mais rápida em casa. O home office e o trabalho híbrido são uma

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Prefeitura do Recife lança concurso público com 1.000 vagas para professores

Oportunidade é destinada para Professor I (Educação Infantil e Anos Iniciais) e Professor II (Anos Finais). Inscrições começam nesta segunda-feira (27). Salários podem chegar até R$ 5.969,70, para carga horária de 270 horas/aula (Da Prefeitura do Recife) A Prefeitura do Recife lançou, ontem (27), o edital para a realização de concurso público para a Rede Municipal de Ensino do Recife. Ao todo, são 1.000 vagas ofertadas, sendo 800 para Professor I (contemplando a Educação Infantil e o Ensino Fundamental – Anos Iniciais), e 200 para Professor II (contemplando o Ensino Fundamental – Anos Finais), estas últimas para as disciplinas de Artes, Ciências, Língua Portuguesa, Matemática, Educação Física, Geografia, História e Língua Inglesa. O edital e o link de inscrição estão disponíveis no portal da Secretaria  de Educação do Recife (www.portaldaeducacao.recife.pe.gov.br) e no Conecta Recife. As provas estão previstas para o dia 11 de junho.  Com taxa no valor de R$ 157,28, as inscrições começaram hoje e seguem até o dia 25 de abril, e serão realizadas exclusivamente pela internet, através do site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), banca organizadora do certame. “Hoje é um dia histórico para nós, era um compromisso nosso desde o primeiro momento fazer a expansão da rede, a recomposição dos profissionais e duplicar o número de vagas em creches. Estamos construindo novas unidades, expandindo as existentes e, claro, não adianta só fazer a obra, a gente precisa, principalmente, de professores e professoras para compor a nossa rede”, disse o prefeito, durante o anúncio. O salário inicial para Professor I é de R$ 3.205,95 (três mil, duzentos e cinco reais e noventa e cinco centavos) para uma carga horária mínima de 145 horas/aulas (um turno), podendo ser ampliado para até 270 horas/aula (dois turnos) com salário de R$ 5.969,70 (cinco mil, novecentos e sessenta e nove reais e setenta centavos). No caso de Professor II, a carga horária mínima é de 100 horas/aula (um turno) com salário inicial de R$ 2.211,00 (dois mil, duzentos e onze reais), podendo ser ampliado para até 270 horas/aula (dois turnos) com salário de R$ 5.969,70 (cinco mil, novecentos e sessenta e nove reais e setenta centavos). “O concurso representa o cumprimento da promessa realizada pela atual gestão na valorização dos profissionais de educação da capital pernambucana e fortalecimento da nossa Rede de Ensino do Recife. O certame beneficiará, principalmente, estudantes e famílias, que terão escolas e creches ainda mais preparadas para recebê-los, oferecendo uma educação de qualidade”, afirmou o secretário de Educação do Recife, Fred Amancio.  O concurso público será executado pelo Cebraspe e inclui a avaliação de títulos e as provas, que terão duração de quatro horas e 30 minutos e contarão com 122 questões, sendo 70 de conhecimentos específicos, 50 de conhecimentos básicos e duas questões discursivas, todas com caráter eliminatório e classificatório. A novidade do certame é a segunda etapa, composta por uma prova prática, que consistirá no envio de um plano de aula e apresentação de uma aula prática, via vídeo, com duração mínima de 15 minutos. A exposição tem como objetivo verificar os conhecimentos e o desempenho didático do candidato. Participam desta etapa os candidatos mais bem classificados, considerando a soma das notas nas provas objetivas e discursivas.  Confira as vagas para preenchimento imediato e formação de cadastro de reserva: Professor I  800 vagas  Professor II Artes – 16 Ciências – 26 Educação Física – 23 Geografia – 28 História – 18 Língua Inglesa – 23 Língua Portuguesa – 39 Matemática – 27 Inscrições: Site Cebraspe http://www.cebraspe.org.br/concursos/seduc_recife_23_professor

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Quase 100 filhotes de tartaruga marinha nascem na costa de Paulista 

O fato aconteceu na Praia de Enseadinha, no bairro no Janga (Da Prefeitura de Paulista) Nesta segunda-feira (27.03), 94 filhotes de tartaruga marinha da espécie de Pente (Eretmochelys imbricata) nasceram na costa do município de Paulista. O fato ocorreu na Praia de Enseadinha, no bairro do Janga. O ninho vinha sendo monitorado pela equipe do Projeto de Monitoramento e Conservação das Tartarugas Marinhas em Paulista, que acompanhou o deslocamento das tartaruguinhas até o mar.  Ao ver os filhotes saindo do ninho, o morador da área e voluntário do projeto de monitoramento, Jaime Costa, entrou em contato com a Secretaria Executiva de Meio Ambiente de Paulista (SEMA). “Como sempre faço ao constatar o nascimento, liguei para os analistas ambientais da Prefeitura para que viessem ao local”, relatou o voluntário. “Fomos avisados pelo voluntário que relatou o fato e ao chegar ao local realizamos os procedimentos necessários de abertura do caminho na areia, assim como a proteção do local para que os filhotes chegassem até o mar sem interferências, com saúde e segurança”, explicou a bióloga e analista ambiental da SEMA, Geanne Santos.     A SEMA recomenda que, ao avistar uma tartaruga ou rastro na areia, a pessoa deve entrar em contato com a equipe do projeto, por meio do número (81) 99836-9947 (Whatsapp) ou através dos canais oficiais da Prefeitura do Paulista, pelo site: www.paulista.pe.gov.br, no endereço de Instagram: @prefeiturapaulistape, ou pelos endereços auxiliares: @sema_paulista, @sedurtma. O público também pode ligar para o fone 153, da Guarda Municipal. CRIME – É importante informar que nas placas de sinalização dos ninhos está descrita a Lei 9.605, no Art. 29. A Legislação esclarece que vandalismos e violações aos ninhos, ou captura de filhotes, ou comercialização dos mesmos são um crime ambiental, com multas que vão de R$ 500 a R$ 5 mil, e pena de seis meses a um ano de prisão.

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Lula e Raquel assinam acordo que encerra disputa por Fernando de Noronha

Homologação feita pelo ministro do STF, Ricardo Lewandowski, sela entendimento entre Estado e União e promove melhorias na gestão e conservação da Ilha. (Do Governo de Pernambuco | Foto: Hesíodo Góes/ Secom) O acordo que encerra a disputa judicial em torno da gestão do Arquipélago de Fernando de Noronha foi homologado, nesta quarta-feira (21), em cerimônia com a presença do presidente Lula, da governadora Raquel Lyra, da vice-governadora Priscila Krause e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, em solenidade realizada no Palácio do Campo das Princesas. O acordo prevê uma melhoria na gestão das unidades de conservação do Arquipélago. Após a homologação, a matéria segue para votação no plenário do STF. “O acordo firmado hoje garante que Fernando de Noronha é de Pernambuco. É um marco que irá permitir uma melhor gestão da Ilha, colocando um ponto final na disputa judicial com a União em torno da administração do Arquipélago. A gestão integrada vai garantir a proteção ambiental necessária para beneficiar ilhéus e turistas”, afirmou Raquel Lyra. “Foi uma coisa maravilhosa que aconteceu. Finalmente Pernambuco é dono de Fernando de Noronha, porque era isso o que interessava. Agora vamos tratar de, juntos, Brasil e Pernambuco, cuidar com carinho de Noronha”, afirmou o presidente Lula. A conciliação foi firmada através da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-PE), após relevante fase de diálogo junto aos demais signatários do acerto. A partir de agora será criado um Comitê de Acompanhamento e Gestão do Acordo, composto por quatro gestores titulares, sendo dois da União e outros dois do Estado de Pernambuco. “Hoje é um momento histórico. Com a presença do Supremo nós homologamos, judicialmente, este acordo entre a União e o estado de Pernambuco, colocando fim a uma longa pendência sobre a propriedade do Arquipélago de Fernando de Noronha. Depois de mais de um ano de negociação, de mais de 50 reuniões, nós chegamos a um modelo que pode ser um paradigma para todo o País, de uma gestão compartilhada de áreas importantes para a preservação ambiental”, afirmou o ministro do STF, Ricardo Lewandowski. Um dos objetivos fundamentais da negociação é harmonizar as políticas e ações administrativas para evitar a sobreposição de atuação entre os entes federativos, evitando conflitos de atribuições, além de garantir uma atuação administrativa eficiente, dispondo de instrumentos de cooperação institucional. O documento prevê a cooperação entre a União e o Estado de Pernambuco para a gestão das unidades de conservação do Arquipélago, definindo criteriosamente questões como licenciamento ambiental e outras responsabilidades em áreas estratégicas do Arquipélago, incluindo a Área de Proteção Ambiental (APA) Estadual e a APA Federal. A homologação dá fim à disputa judicial em torno da administração de Noronha. A ação que questionava o domínio territorial do Arquipélago foi impetrada pelo Governo Federal no ano passado contra o Estado de Pernambuco, com base em argumentos que tratavam do descuido da administração estadual, à época, perante o território de Noronha. Com o acordo, a União desiste da ação que visava tomar para si o território, contemplando a Constituição Federal, que estabelece com clareza que Pernambuco reincorporou a partir de sua promulgação (1988) a área da Ilha.

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Starbucks anuncia chegada em Pernambuco e abrirá unidade no Shopping Recife

O Shopping Recife anuncia a chegada da primeira loja Starbucks no Estado. A operação estreia a presença da marca Pernambuco. A unidade ficará localizada no andar térreo próxima à loja RiHappy, com área de 271m² e contará com uma estrutura moderna e sofisticada. Ainda não há previsão de abertura.  “Além de ouvir as demandas do nosso público, o Shopping Recife está em constante movimento, buscando promover experiências em nosso empreendimento. A chegada de uma novidade como essa só reforça o nosso trabalho para fortalecer o mix e mostrar a força do equipamento como porta de entrada para grandes novidades em Recife”, afirma a superintendente do Shopping Recife, Renata Cavalcanti. Os clientes pernambucanos poderão apreciar cafés arábica de alta qualidade, do Brasil e do mundo, além de bebidas artesanais e itens únicos do cardápio brasileiro da rede Starbucks .

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Sertão Vivo leva esperança para comunidades de Araripina

Na foto, a presidente da ONG Life for Lives, Dianna Santos. Crédito: @Izayas_designof Sertão Vivo é um projeto idealizado pela ONG canadense Life for Lives, que há sete anos atua em comunidades da cidade de Araripina, no sertão. Formada por integrantes da comunidade brasileira de Toronto, no Canadá, a ONG estruturou o projeto com a ajuda de voluntários e através da promoção de eventos e ações, arrecadam fundos para financiar a compra de material escolar, construção de escolas e alimentos para comunidades da Zona Rural do município de Araripina. De acordo com a pernambucana, Dianna Santos que preside a Ong Life for Lives, o projeto visa levar dignidade e esperanca para essas pessoas que vivem em situação de total vulnerabilidade na região. “Nosso objetivo é levar o mínimo de dignidade para que essas pessoas sintam que elas não estão esquecidas e que tem quem se importe com elas, mesmo de muito longe” , destacou Dianna. A presidente da ONG disse ainda que a estrutura do projeto Sertão Vivo é sustentável e a ideia é firmar parcerias público-privadas para que o projeto possa continuar funcionando e ajudando famílias. “Ao longo desses sete anos, acompanhamos algumas mudanças transformadoras na vida dessas pessoas e saber que nossas ações impactam diretamente ou indiretamente a vida delas é muito gratificante porque fazer o bem é transformador, é inspirador. Nascemos para servir o próximo, essa é a nossa missão e não podemos deixar esse sonho morrer porque não podemos desistir de sonhar por um mundo melhor e mais justo”, completou. Segundo Dianna, como as demandas da população aumentaram, as necessidades também, por isso está sendo construindo um Centro Comunitário que servirá como modelo-referência para o estado de Pernambuco, um local onde cidadãos podem buscar informações, se reunir para eventos sociais, educacionais e praticar atividades recreativas. O projeto Sertão Vivo conta com uma equipe formada por 30 voluntários permanentes que atuam, prestando atendimento nas áreas de educação, psicologia e odontologia e ao longo desses sete anos, a iniciativa já atendeu mais de 250 famílias.

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IMPOSTO DE RENDA 2023 adv

Imposto de Renda 2023: saiba as vantagens de declarar no início do prazo

A Receita Federal divulgou as regras do Imposto de Renda 2023. O prazo para a entrega da declaração neste ano será de 15 de março a 31 de maio. Ou seja, os contribuintes terão um prazo maior para prestar as contas com o Leão. Mas enquanto a data de início não chega, é importante já começar a organizar os documentos necessários, para evitar imprevistos. De acordo com o contador e professor de Ciências Contábeis da Wyden, Éderson Rigon, a antecipação da organização desses documentos ajuda o contribuinte a entregar a declaração dentro do prazo estabelecido, tendo em vista que, caso não encontre algum comprovante, ele terá tempo para requerer na fonte que emitiu. “Outro benefício é a possibilidade de receber a restituição nos primeiros lotes, ou se programar para o pagamento do imposto, se for o caso”, explica. Segundo o docente, entre os dados e documentos que o contribuinte precisa ter estão: informações gerais próprias e de seus dependentes, tais como nome, CPF, grau de parentesco, data de nascimento, endereço atualizado, cópia da última declaração, dados bancários para restituição, atividade profissional exercida, informações sobre bens, imóveis e contas do contribuinte (documentos de veículos, registro do imóvel, inscrição do imóvel para IPTU, resumos de conta corrente e aplicações financeiras); informes de rendimentos (do contribuinte e dos dependentes). Também é preciso ter em mãos os comprovantes de pagamentos de despesas dedutíveis como (plano de saúde, despesas médicas, despesas com educação e previdência, do titular e dos dependentes), documentos relacionados a dívidas e ônus e documentos de rendas variáveis, caso tenha aplicação. De acordo com o docente, ter tudo isso organizado para inserir no sistema logo no início do prazo pode trazer vantagens financeiras. Além de ficar livre de uma obrigação fiscal, as declarações que têm saldo de imposto a restituir ficam numa espécie de ‘fila de processamento’. Ao entregar a declaração logo no início do prazo, o contribuinte irá receber sua restituição já nos primeiros lotes de pagamento. “A declaração de imposto de renda pode ser entregue pelo Modelo Simplificado ou pelo Modelo Completo. O que vai determinar a modalidade mais vantajosa é a documentação, em tempo hábil, que será apresentada para a elaboração da declaração”, completa Éderson Rigon. Vencimento das cotas O cronograma de vencimento das cotas obedecerá às seguintes datas: Até 10/5 – Opção pelo débito automático da 1ª cota ou cota única;Até 31/5 – Vencimento da 1ª cota ou cota única;Até 31/5 – Darf da destinação aos fundos tutelares da criança, dos adolescentes e da pessoa idosa;Último dia útil de cada mês, até a 8ª cota em 28/12 – Vencimentos das demais cotas. Restituição Outra novidade do IR 2023 é que o contribuinte que utilizar a declaração pré-preenchida ou optar por receber a restituição via Pix, chave CPF – única permitida – terá prioridade no recebimento do valor devido, após as já previstas em lei – contribuintes idosos com idade igual ou superior a 80 anos; contribuintes idosos com idade igual ou superior a 60 anos, deficientes e portadores de moléstia grave; contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

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adriano lucena

“Não se pode, em hipótese alguma, excluir o trecho até Suape da Transnordestina”

Adriano Lucena, presidente do Crea-PE, fala das articulações para mobilizar setores de Pernambuco em defesa da manutenção do ramal que conecta Suape à Transnordestina. Ele explica os motivos que embasam a manutenção do trecho que liga o porto à ferrovia e afirma estar esperançoso de que o problema será solucionado. D esde que assumiu a gestão do Crea-PE (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco), a nova direção da entidade decidiu voltar-se para os problemas que afligem a sociedade, destacando o papel social dos engenheiros. Questões como moradia, mobilidade, prejuízos provocados pelas enchentes têm sido alvo de ações da entidade. E foi dentro dessa linha de atuação que o Crea-PE se engajou na defesa da manutenção do ramal do Porto de Suape da Transnordestina. O trecho de Salgueiro até o porto pernambucano foi excluído num aditivo de contrato assinado entre a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e a empresa TLSA (para compreender detalhes desse tema confira a matéria de capa da edição anterior da Algomais). Nesta entrevista de Cláudia Santos com o presidente do conselho Adriano Lucena, ele fala sobre as conversas que tem mantido com outras entidades como o Sistema S, sindicatos, políticos e universidades, para construir uma mobilização em prol do porto pernambucano. Também tem mantido conversas com as secretarias estaduais, mas ressalva que precisam “avançar mais com a participação efetiva do gabinete da governadora”. O presidente do Crea-PE ressalta as razões técnicas que conferem a Suape ter a conexão com a ferrovia e se diz esperançoso com o surgimento de uma solução por parte da gestão do presidente Lula. “Nós estamos falando do aditivo assinado no governo passado. Nós mudamos essa página. Hoje, quem está no governo é quem idealizou a ferrovia em 2006”, analisa Lucena. Confira a seguir a entrevista: Qual é a posição do Crea-PE sobre o aditivo que foi assinado entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres e a empresa TLSA que exclui o ramal da Transnordestina para Suape? Foi um equívoco a assinatura desse aditivo. Não se pode, em hipótese alguma, excluir o trecho de Salgueiro a Suape. Esse trecho, como bem colocado na reportagem da Algomais, tem uma extensão menor em comparação à Pecém, e abrange o maior porto do Nordeste que é o Porto de Suape. Então, não tem o menor sentido esse aditivo. Precisamos da mobilização da sociedade organizada em Pernambuco. Não só do Crea, mas do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), dos diversos conselhos, do Sistema S, dos políticos, para que possamos mostrar à sociedade brasileira uma forma eficiente de utilizar esses recursos que são dos brasileiros. E uma forma eficiente de realizar essa entrega é fazer o percurso até Suape. Que tipo de mobilização o Crea-PE tem feito nesse sentido? O Crea tem buscado debater esse assunto com o Sistema S, com Bernardo [Peixoto, presidente] da Fecomércio, com o Sinduscon-PE (Sindicato da Indústria da Construção Civil de Pernambuco), com o Sinaenco (Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva). Temos buscado conversar com o mundo empresarial e também com universidades. Inclusive, sexta-feira passada (dia 10), estivemos em Petrolina conversando com o reitor da Univasf para que pudéssemos ter uma ação de forma organizada e programada, com uma cronologia para que possamos ter ações imediatas. Estava conosco em Petrolina o deputado Lucas Ramos. Essa ação tem que envolver todos os pernambucanos, em todas as frentes para que Pernambuco não seja prejudicado e não é só Pernambuco não, para que o Nordeste não seja prejudicado, porque a construção do ramal para Suape será muito boa não só para Pernambuco, mas para toda a região. Como vão as articulações do Crea com o governo estadual para uma mobilização em favor da construção do ramal da ferrovia para Suape? Conversamos com as secretarias afins ao tema, como Desenvolvimento Econômico, Mobilidade e Infraestrutura. Entendemos que precisamos avançar mais com a participação efetiva do gabinete da governadora. E quais são os próximos passos? Vamos fazer seminários, promover debates, para mostrar que do ponto de vista técnico e econômico temos o melhor traçado, e o melhor porto para que a ferrovia possa chegar. Também não pode ser um debate ou ações de palavras jogadas ao vento, precisamos ter ações concretas para mostrar a importância de concluir o traçado até Suape, mostrarmos por que temos o melhor traçado, porque ele é mais eficiente do ponto de vista econômico, ambiental e social. Essas ações têm que estar juntas, ligadas, como uma corrente, com cada peça conectada para que a gente possa tornar isso cada vez mais forte. O senhor conhece o embasamento técnico que levou a esse aditivo? Do ponto de vista técnico, o que a gente tem conhecimento, até o momento, é que o traçado até Suape, é mais vantajoso por oferecer um percurso mais curto em 100 km. Numa viagem de ida e volta, a redução é de 200 km. Além disso, Suape hoje é o melhor porto do Nordeste. Então nós não conseguimos identificar o porquê de não utilizar o traçado de Suape do ponto de vista técnico, econômico e social. A TLSA e a ANTT anunciaram que embasaram o aditivo num estudo da consultoria Mckinsey… Até o momento eu não conheço alguém que tenha conhecimento desse estudo e em todas as abordagens levamos em consideração os elementos postos no mundo técnico que mostram que o traçado até Suape é muito mais eficiente do que qualquer outro porto. A TLSA construiu a ferrovia de Eliseu Martins, no Piauí, até Salgueiro e pretende construir o restante do trajeto até Pecém. A Bemisa mostrou interesse em completar o percurso de até Suape. Qual a melhor solução para realizar o transporte de carga das duas empresas? Se a Bemisa ficar responsável para concluir o traçado até Suape, o ideal seria que ela utilize o percurso da TLSA até Salgueiro. Eu vejo como uma coisa muito ignorante do ponto de vista da modernidade fazer uma ferrovia duplicada, paralela a uma já existente. Então, a Bemisa utilizando

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