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País do Carnaval que começa na próxima terça-feira, no Recife

O Seminário Nacional País do Carnaval, que terá início na próxima terça-feira (13/08) no Recife, abordará temas como a indústria cultural, a interação entre tradição e contemporaneidade e a evolução da música de Carnaval na era digital. O evento busca explorar as transformações do Carnaval no novo milênio, especialmente em Pernambuco, refletindo sobre as mudanças sociais e culturais. O seminário será aberto ao público e contará com medidas de acessibilidade para garantir a diversidade de perspectivas e a representatividade no debate. Com curadoria de Silvana Meireles e Renato L, e produção de Janaína Guedes, o projeto conta com o incentivo da Lei Paulo Gustavo, pelo Ministério da Cultura e pela Prefeitura do Recife, além do apoio da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Durante três dias, a Sala Aloísio Magalhães (Fundaj Derby) sediará seis mesas temáticas com convidados de diversas partes do país. O evento terá uma audiência estimada em 120 pessoas, com inscrições gratuitas disponíveis no site da Sympla. Todo o conteúdo será gravado e disponibilizado online para alcançar um público mais amplo. Silvana Meireles destaca a importância do Carnaval como um dos eventos culturais mais significativos do Brasil, observando seu impacto em cidades como Salvador, Recife, Olinda e Rio de Janeiro, bem como o crescimento do Carnaval em locais onde antes não tinha tanta expressão. O seminário pretende discutir as diferentes dinâmicas dessa festa tradicional, os desafios de sua organização e gestão, e suas implicações sociais e econômicas. Renato L vê o seminário como uma oportunidade para refletir sobre o Carnaval de Pernambuco e outros aspectos relacionados à cultura popular e ao patrimônio material e imaterial. Ele enfatiza a relevância de discutir as transformações na produção e distribuição cultural e seus efeitos no Carnaval. O projeto visa proporcionar uma análise acadêmica acessível sobre o Carnaval, apoiar a formulação de políticas públicas e examinar a economia do Carnaval na era digital. A programação completa e mais informações estão disponíveis no perfil do instagram @paisdocarnaval2024. O seminário contará com debates sobre temas variados, como as facetas do Carnaval e sua relação com a indústria cultural, com a participação de especialistas como Paulo Cesar Miguez de Oliveira e Rita de Cássia Araújo. Também serão discutidas as dinâmicas do Carnaval em cidades históricas e o impacto da era digital na música carnavalesca. As mesas finais incluirão debates sobre o Carnaval em São Paulo e Belo Horizonte e a influência da música digital, com a participação de músicos como Siba e Russo Passapusso.

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Porto de Galinhas recebe Congresso Internacional sobre IA e Propriedade Intelectual

Evento reúne especialistas do meio jurídico, entre eles o advogado Gustavo Escobar, tecnológico e de diversas outras áreas A proteção da propriedade intelectual (PI) para produtos criados por Inteligência Artificial (IA) é um tema complexo e ainda sem consenso. Para compreendê-lo melhor, é essencial saber que a PI se divide entre direitos autorais e conexos e propriedade industrial (marcas, patentes, desenhos industriais, etc.). Os direitos autorais são geralmente concedidos a obras que envolvem um elemento de originalidade e autoria humana. Da mesma forma, patentes e outras criações da propriedade industrial estão relacionadas a um inventor ou criador humano. No caso de produtos gerados por IA, o cenário legal pode variar conforme a jurisdição, a tecnologia utilizada e as instruções específicas para a criação. Esse tema será abordado no 44º Congresso Internacional da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), que ocorrerá nos dias 12 e 13 de agosto em Porto de Galinhas. Durante o congresso, o advogado Gustavo Escobar, especialista em Propriedade Intelectual e sócio da Escobar Advocacia, moderará o painel “Proteção de Criações e Invenções Geradas por IA”. Participarão do painel Alberto de Sá e Mello, jurista português da Associação Portuguesa de Direito Intelectual (APDI), e Maria Beatriz Dellore, conselheira regional de PI do United States Patent and Trademark Office (USPTO) para o Mercosul, Guiana Francesa, Guiana e Suriname. “Com o avanço das tecnologias de Inteligência Artificial, novas formas de criação artística, literária e musical surgem, levantando questões complexas sobre a titularidade de direitos, uso e aplicações, além dos direitos que tradicionalmente se baseiam na autoria humana”, afirma Gustavo Escobar. De acordo com o advogado, que é membro do Conselho Diretor da ABPI, “a maioria das legislações de direitos autorais no mundo exige que uma obra tenha um autor humano para ser elegível à proteção, devido à ideia de que a criatividade humana é fundamental para a originalidade de uma obra. Portanto, se uma IA gera uma obra de forma totalmente autônoma, pode não haver um ‘autor’ nos termos legais tradicionais”. Além disso, quando uma IA cria uma obra sem qualquer participação humana, a situação legal pode se complicar, pois essas criações podem não se qualificar para a proteção de direitos autorais e ser consideradas domínio público por não ter um autor humano identificado. Há discussões sobre a possibilidade de atribuir a titularidade dos direitos à empresa que criou a IA, à pessoa que forneceu o prompt ou àquela que fez a pergunta que levou a IA a gerar o conteúdo. Também há quem defenda que os programadores que criaram e treinaram a IA poderiam ter direitos sobre as criações resultantes dessa tecnologia. Como se vê, a discussão ainda está em evolução, e é necessário avançar para definir um padrão regulatório que determine a quem pertencem os direitos de propriedade intelectual em relação aos produtos gerados por IA. Congresso Inédito no Nordeste O 44º Congresso Internacional da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual ocorrerá pela primeira vez fora do eixo Rio/SP. Considerado o maior evento do gênero na América Latina, o encontro reunirá especialistas do Brasil e do exterior e terá como tema “Acelerando para o Futuro: Propriedade Intelectual e Ética frente às Novas Tecnologias”. Mais informações sobre o painel e a programação podem ser encontradas no site 2024congresso.abpi.org.br.

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Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 7,6 bilhões em julho

(Da Agência Brasil) A balança comercial brasileira encerrou julho com superávit de US$ 7,6 bilhões, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado representa queda de 6,6% no saldo das operações em relação a julho de 2023, quando o superávit foi de US$ 8,2 bilhões. Os dados mostram que as exportações brasileiras atingiram um recorde no mês porque somaram US$ 30,9 bilhões, impulsionadas por itens da agricultura – soja e café -, indústria extrativa – minério de ferro – e indústria de transformação – especialmente açúcares, carne bovina e aço. As importações também subiram em relação a julho de 2023, com destaque para os bens de capital, resultando em uma corrente comercial de cerca de US$ 54,2 bilhões. De acordo com o MDIC, o Brasil alcançou US$ 198,2 bilhões em exportações no acumulado do ano, crescimento de 2,4% em relação aos sete primeiros meses de 2023; e US$ 148,6 bilhões nas importações, o que significa aumento de 5,6%. Expansão Quanto ao destino das exportações, os destaques do mês foram a União Europeia, China e Estados Unidos, com expansão de 20%, 16,3% e 15,3%, respectivamente. Com a crise econômica na Argentina, as vendas para o país vizinho seguiram em queda      no mês passado. Para diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC , Herlon Brandão, o ano de 2024 vem apresentando uma exportação bastante estável, diferentemente de 2023, quando as vendas oscilaram mais no primeiro semestre. “Isso é uma característica do volume, pois este ano a exportação tem crescido impulsionada pelo volume. E os preços em geral estão em queda. A previsão para o ano é crescer. A gente espera fechar 2024 com um crescimento de 1,7% nas exportações brasileiras”, disse.

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Henrique Lisboa. Credito do fotografo Philip Falzer

“Percebemos que o vidro plano é um produto em expansão de uso”

Henrique Lisboa, presidente da Vivix, conta a trajetória da empresa que está completando 10 anos e que é a única brasileira a atuar no mercado de vidros planos ao lado de gigantes multinacionais. Também aborda como o surgimento do home office e o aumento da temperatura influenciam na criação de novos produtos. A conjuntura econômica, social e ambiental dos últimos anos acabou por impactar a arquitetura de residências e de imóveis comerciais. Seja em razão do aumento da temperatura, provocado pelas mudanças climáticas, do surgimento do home office, popularizado na pandemia, ou da poluição sonora das grandes cidades, construtoras e moradores viram-se diante de novas necessidades ao compor seus ambientes. A fabricante pernambucana de vidros planos Vivix tem transformado essas demandas em oportunidades para expandir os negócios, a partir de inovações como a fabricação de produtos com controle térmico e acústico. Entretanto, há uma década, a empresa foi fundada pelo centenário Grupo Cornelio Brennand já na perspectiva de que o setor vidreiro usufruía da vantagem de ter um mercado em expansão. Um investimento que o tempo comprovou ter sido uma decisão acertada. Com 340 funcionários diretos e uma produção diária de 900 toneladas de vidros planos, a Vivix está completando 10 anos com participação próxima a 15% do mercado. O que não é pouca coisa, afinal é a única empresa brasileira competindo com gigantes internacionais no setor. Para conhecer a trajetória, as inovações e os projetos da Vivix, Cláudia Santos conversou com o presidente da empresa Henrique Lisboa. Ele também abordou como os percalços da conjuntura econômica, a exemplo dos juros altos, têm influenciado os negócios. A Vivix pertence ao grupo centenário Cornélio Brennand. Qual foi a oportunidade de mercado que levou à criação da empresa? Desde 2008, o Grupo Cornélio Brennand, presente há 106 anos na indústria de cimento, cerâmica e vidro para embalagem, vinha avaliando entrar nesse negócio. Olhávamos esse mercado ao mesmo tempo em que possuímos jazidas de minérios, que são ativos presentes na matéria-prima do vidro. Percebemos que o vidro plano, na construção civil, é um produto em expansão de uso. Do ponto de vista arquitetônico, pode ser usado tanto internamente quanto externamente. Ele dá nobreza e, na forma de espelho, que é um subproduto do vidro, amplia os ambientes. Como esses ambientes das cidades grandes estão ficando cada vez menores, há essa necessidade de dar a sensação de amplitude. Além disso, está acontecendo uma evolução na parte de fachadas dos edifícios, no Brasil e no mundo, para economizar mais energia e proporcionar mais interação com o meio ambiente, e o vidro traz essa possibilidade, de você poder enxergar o lado de fora. Assim, naquele momento em que estávamos analisando as oportunidades de mercado, especialmente entre os anos de 2010 e 2014, existia uma carência de oferta desse produto no Brasil. Inclusive, comparado a outros países, o uso do vidro plano aqui está bem abaixo. O grupo, que ao longo do tempo, investiu bastante em empresas como as que têm tecnologia ou que sejam intensivas em capital, como a indústria de vidro, viu que era um bom investimento. Havia uma oportunidade no mercado de produzir e vender um produto que estava, e ainda está, em expansão de uso. Quando se olha desse ponto de vista, por essas características que mencionamos, percebe- -se que esse produto, a longo prazo, vai expandir seu uso no mundo. Obviamente, existem as variações da economia. Os anos de 2014 e 2015, de PIB negativo, foram muito ruins, e esses momentos vão afetando todas as indústrias, inclusive a de construção civil e a indústria de vidros planos também. Atualmente, somos o único fabricante nacional nesse mercado. A Vivix é uma empresa pernambucana competindo com grandes multinacionais. Temos relevância no setor, estamos perto de 15% no mercado. Somos respeitados pelos clientes, pelo mercado, pela concorrência, isso é algo que conquistamos ao longo desses 10 anos de trajetória. Nessa trajetória quais tipos de vidro que a empresa passou a produzir? Como foi a evolução da produção e do atendimento às demandas do mercado? Como a característica dessa indústria é um alto forno que fica produzindo 365 dias por ano, não poderíamos começar a operar a fábrica sem ter mercado. Então, um ano e meio antes da operação iniciar, começamos revendendo produtos importados e, dessa forma, quando a fábrica fosse ligada, já teríamos clientes para escoar a produção. E assim foi feito. Quando iniciamos a operação, já havia aproximadamente 70% da produção encaminhada. Então, substituímos a importação pela produção, começando a fabricar o vidro incolor, normal. Uma curiosidade: no início, não é recomendável produzir vidro colorido num forno muito novo. Por isso, depois de um ano, produzimos o verde, o cinza, fomos fabricando as cores que são mais vendidas no mercado nacional e dando sequência ao aumento de portfólio. Passamos, então, a produzir o espelho, que é uma transformação do vidro por meio do banho de prata, e o vidro laminado, que se vê muito em edifícios comerciais do chão ao teto, conhecido também como vidro de segurança, porque, se sofrer uma batida, ele fica marcado, mas não é traspassado, pois tem uma proteção. Então, entramos nessas linhas de produtos um pouco mais avançados e, em 2018, começamos a produzir os vidros de controle solar, que são esses meio espelhados, também comuns em prédios comerciais, com um acabamento que impede ou dificulta a entrada de calor proporcionando melhor sensação térmica e economia de energia. Um ano depois, começamos a produzir vidros pintados, usados como revestimentos especialmente em cozinhas. Então, todos esses tipos de vidro mencionados correspondem a mais ou menos 95% do que é vendido de portfólio no mercado. A empresa está lançando o vidro acústico. Quais as características dessa tendência? A gente vem observando o mercado como um todo, trabalhando muito próximo dos arquitetos e das construtoras e percebemos que é crescente essa questão de melhorar as barreiras acústicas, principalmente pensando em pessoas que moram muito próximas a avenidas, casas de show, aeroportos, por exemplo. Segundo o gerente de mercado da Vivix, Luiz

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Sebrae e River Shopping promovem festival gastronômico em Petrolina

O Festival River Gastrô, que acontecerá em Petrolina entre 8 e 11 de agosto, promete explorar a culinária sertaneja com pratos e ingredientes a preços promocionais. O evento, realizado pelo Sebrae e pelo River Shopping, visa impulsionar o turismo e a economia local, beneficiando pequenos negócios da gastronomia. Além de oferecer aulas-show com chefs renomados como Roberto Ravioli e oficinas para pessoas em situação de vulnerabilidade social, o festival apresenta a rica e diversificada culinária do Vale do São Francisco. Os visitantes poderão saborear pratos típicos em dez restaurantes participantes, cada um oferecendo duas opções com preços especiais. O festival também contará com uma exposição agroalimentar, destacando produtos de agricultores familiares, mel, queijos e uvas. Para empreendedores do setor gastronômico em busca de aprimorar seus conhecimentos e expandir seus negócios, o Festival River Gastrô oferece uma programação diversificada de aulas-show. No dia 8, Adriana Oliveira ensinará o preparo de Camarão Sertanejo, Ana Corina apresentará o famoso bolo arco-íris, e Rafa Diniz demonstrará como preparar Contra-filé de Sol aos Pomares do Sertão, enquanto o chef Aquiles Leite do Instituto César Santos ensinará Surubim Oriental. Além disso, o festival proporciona oportunidades para pessoas em situação de vulnerabilidade social interessadas em empreender na gastronomia, com um curso de doceria ministrado por Ana Corina no dia 7 para 15 mulheres em condição de vulnerabilidade. No dia 12, haverá um curso de garçom, com 30 vagas disponíveis, no restaurante Monjopina, localizado no Bodódromo. O evento terá ainda com uma programação musical. No dia 8, Fabiana Santiago sobe ao palco, enquanto no dia 9, a banda Pôr do Samba embala o público. Já no dia 10, terá show do Secabudega e a banda Boteco Sertanejo, no dia 11, fecha a programação. Participam da ação os restaurantes Carranca Gulosa, Haus petrolina, Revivas, Cafeto, Duchef, Home sushi home. Alguns restaurantes localizados fora do shopping também integram o festival: a Pizzacrek, a Tapiokinha, o Quiosque Chopp Brahma e a Pastelândia. Alguns pontos agroalimentares reforçam o evento: Trem Bom de Minas, Seu Bodin, Coopontal, Ascamp, Arretado de Bom eBianchetti. O analista do Sebrae/PE Charlys Wilton avalia que a gastronomia da região do Vale do São Francisco é potente, porém não possui demanda de consumo o ano inteiro. “Neste período pós-São João, por exemplo, o movimento fica mais fraco, então, o festival gera uma demanda para aquecer este setor, aproveitando os potenciais de turismo, de lazer e de negócios”.

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Christal Galeria

Christal Galeria inaugura novo espaço dedicado à arte em área livre

A Christal Galeria de Artes, localizada em um casarão histórico de 1941 no bairro do Pina, em Recife, está expandindo suas atividades com a abertura de um novo espaço ao ar livre. Com uma área de 300 m², a galeria agora conta com um jardim que será utilizado para uma variedade de eventos, como cursos, lançamentos de livros, desfiles de moda, eventos gastronômicos e celebrações. O novo espaço promete complementar a atmosfera artística da galeria, proporcionando um ambiente versátil e encantador para diferentes tipos de atividades. Desde sua inauguração em 2021, a Christal Galeria de Artes tem se destacado por sua programação cultural diversificada, realizando mais de 10 exposições de artistas renomados no cenário da arte pernambucana, como José Barbosa, Cavani Rosas, J. Borges, George Barbosa e Ziel Karapotó. A galeria também é conhecida pela sua exposição coletiva anual de mulheres, consolidada como um importante evento na agenda cultural local. O objetivo da Christal Galeria de Artes é fortalecer e revelar talentos locais e nacionais, oferecendo um espaço para exposições tanto institucionais quanto experimentais. Localizada na Rua Estudante Jeremias Bastos, 266, no Pina, a galeria se dedica a influenciar e enriquecer a percepção dos espectadores sobre a arte e sua interação com o mundo. Para mais informações, entre em contato pelo Whatsapp: (81) 98952-7183 ou pelo e-mail contato@christalgaleria.com.br.

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Carmen Cardoso Pernambucast

Cármen Cardoso discute desenvolvimento gerencial no Pernambucast

Especialista compartilha estratégias para aprimorar a gestão e o desempenho corporativo em mais uma edição da série Carreiras e Gestão No sexto episódio do Pernambucast, Cármen Cardoso, sócia da TGI Consultoria, traz sua vasta experiência em desenvolvimento gerencial para discutir como empresas e profissionais podem elevar os padrões de gestão e melhorar o desempenho organizacional. Cardoso oferece orientações valiosas sobre recursos humanos, carreiras e práticas eficazes para transformar a administração corporativa. Os ouvintes podem assistir a este e aos demais episódios da série Carreiras e Gestão no Canal do YouTube da Revista Algomais ou também acompanhar pelo Spotify. A série é apresentada pelos jornalistas Cláudia Santos e Rafael Dantas, que conduzem discussões profundas sobre temas relevantes para o desenvolvimento profissional e empresarial.

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Piscinas Naturais de Porto Vinicius Lubambo

Porto de Galinhas é o quarto destino mais buscado para o segundo semestre, aponta pesquisa

Porto de Galinhas é o quarto destino mais buscado por turistas brasileiros para o segundo semestre de 2024, conforme levantamento divulgado pelo site de viagens Decolar. A pesquisa, apresentada nesta semana, destacou os 20 destinos nacionais e internacionais mais procurados até dezembro deste ano. O levantamento também revelou um aumento significativo de 52% nas buscas por hospedagens em Porto de Galinhas em comparação com o mesmo período de 2023. Eduardo Tiburtius, presidente da Associação dos Hotéis de Porto de Galinhas (AHPG), celebrou o resultado. “Ficamos felizes em figurar o quarto lugar na lista dos destinos mais procurados do Brasil, segundo a Decolar, que é uma operadora bastante parceira da AHPG. Estamos trabalhando cada dia mais para fomentar o turismo do nosso balneário”, afirmou. A pesquisa da Decolar reflete o crescente interesse por destinos turísticos no Brasil, com Porto de Galinhas se consolidando como uma das opções preferidas pelos viajantes para o final do ano. O balneário tem investido em melhorias e promoções para atrair ainda mais visitantes e fortalecer sua posição no mercado turístico.

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Concurso público para a Marinha tem inscrições até hoje (31)

A Marinha do Brasil abriu as inscrições para o Concurso Público de Ingresso no Quadro Técnico de Praças da Armada (CP-QTPA/2024), com prazo até hoje, 31 de julho. O processo seletivo é voltado para candidatos de ambos os sexos, e busca preparar e capacitar os aprovados para atuar na operação e manutenção de submarinos e instalações nucleares da Marinha. Os aprovados no concurso ingressarão na carreira das Praças do QTPA, cuja hierarquia começa na graduação de Terceiro-Sargento e pode alcançar até a de Suboficial, conforme a legislação vigente. Para participar, os candidatos devem ter entre 18 e 24 anos de idade até 30 de junho de 2025, além de atender aos requisitos de altura, que variam entre 1,54 m e 2 m, de acordo com a Lei nº 11.279/2006, acrescida pela Lei nº 12.704/2012. A taxa de inscrição é de R$ 75,00 e as inscrições devem ser realizadas exclusivamente online, através do site oficial da Marinha, no endereço eletrônico www.ingressonamarinha.mar.mil.br.

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Angela Lins

“Osman Lins dava sangue, suor e lágrimas por uma boa frase”

Angela Lins, filha do escritor pernambucano, conhecido por sua prosa inovadora, fala das comemorações do centenário dele e também da sua obra, considerada como uma das formadoras da ficção contemporânea brasileira. Ela também conta como era a relação do pai com a família e as suas incursões no audiovisual. Embora Lisbela e o Prisioneiro seja a obra mais conhecida de Osman Lins pelo grande público – muito em razão do sucesso da versão para o cinema –, o escritor pernambucano tem uma vasta produção literária que conquistou admiração e prestígio por sua escrita arrojada e sofisticada. Ganhador de vários prêmios e traduzido em diversos idiomas, Osman Lins desenvolveu uma prosa inovadora que, para muitos críticos, contribuiu para conceber a ficção contemporânea no Brasil, ao lado de Guimarães Rosa e Clarice Lispector. Como toda arte que ousa, suas criações, muitas vezes foram incompreendidas, como o romance Avalovara. Mas o experimentalismo poético do livro levou o argentino Julio Cortázar a dizer que se o tivesse escrito passaria 20 anos sem produzir outra obra. Esse filho de Vitória de Santo Antão, que faleceu em 1978 em decorrência de um câncer, faria 100 anos no último dia 5 de julho. Seu centenário tem sido comemorado em várias cidades e instituições e pode ser uma oportunidade para tornar Osman Lins – que ainda é pouco lido em seu Estado natal – mais conhecido do público-leitor. Cláudia Santos conversou com a filha do escritor Angela Lins sobre as comemorações, a relação que ele mantinha com a família e os desafios para conquistar uma sede no Recife para o Instituto Osman Lins. Também analisou a produção literária do pai e as criações para o teatro e a TV, como os roteiros para os episódios do programa Caso Especial, da Rede Globo, nos anos 1970. Como estão as comemorações do centenário de Osman Lins? A professora e pesquisadora Elizabeth Hazin, que é uma estudiosa da obra dele, elaborou um programa bem minucioso e interessante para um edital, mas recebi uma notícia muito chata de que a proposta não foi aprovada, embora tenham sido aprovadas outras duas que não abordavam a literatura. Então, uma coisa que eu não entendo é como uma pessoa pode preterir uma boa literatura? E não falo isso porque ele é meu pai, mas porque Osman Lins era uma pessoa que fazia questão de escrever muito bem, dava sangue, suor e lágrimas por uma boa frase e sempre gostava de incentivar a leitura. Além desse projeto, cujo edital não foi aprovado, há outras iniciativas dentro das comemorações dos 100 anos de Osman Lins? O professor Robson Teles, da Unicap, fez um programa de leitura para os meninos de escola pública do ensino fundamental, utilizando os livros de papai e de outros autores nacionais. Eu achei isso uma maravilha, perfeito. Papai ficaria feliz com essa iniciativa. Ainda dentro da celebração do centenário, o professor Robson promoveu um evento na Unicap. Também teve uma homenagem na Academia Pernambucana de Letras e outra na Academia de Letras de Paulista. Agora, no segundo semestre, terá uma programação em São Paulo e outra em Santa Catarina. Em Vitória de Santo Antão, onde ele nasceu, a prefeitura realizou um evento muito bom, muito emocionante, que eu gostei muito. O prefeito de Vitória, Paulo Roberto Arruda, que é o dono da Faculdade Osman Costa Lins, esteve em Dresden, na Alemanha, e recebeu um tratamento diferenciado quando descobriram que ele era da mesma terra de papai. Ele ficou tão grato que colocou o nome de papai na faculdade. E, em Vitória de Santo Antão, vai ter um instituto dedicado a ele. E como está o Instituto Cultural Osman Lins no Recife? O instituto não tem sede, só tem uma caixa postal no bairro de Casa Forte, que é um espaço coletivo. A gente aluga esse espaço e faz eventos lá, mas não é um local dedicado exclusivamente a Osman Lins. Há muitos documentos de papai, muita coisa do arquivo dele no IEB (Instituto de Estudos Brasileiros) lá da USP (Universidade de São Paulo) e na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro. São mais de 5 mil itens. No Recife existe um acervo, mas está aqui no meu apartamento, não no instituto. Quais são as demandas do instituto? Precisamos de uma sede, mas não temos dinheiro. Com uma sede própria, poderíamos fazer oficinas, um teatro, alguma coisa que movimente a cidade, que reúna as pessoas, que cultive as letras. Mas, para conseguir uma sede é complicado. A gente poderia arranjar em regime de comodato. Mas eu já ouvi muitas promessas e, é como diz aquele ditado, “promessa só santo é quem atende”. Se eu fosse viver das promessas, estaria no melhor dos mundos. Já falei com alguns políticos. É chato dizer isso, não é? Agora, falando mais da personalidade dele, como era Osman Lins como pai? Era um pai maravilhoso porque tinha sensibilidade. Antes de falarmos, ele já percebia o que estávamos pretendendo. No começo ele era muito metódico, quando éramos crianças, fez uma lista determinando horários para a gente acordar, ir à escola, fazer tarefa, tomar banho, almoçar, brincar. Aí a gente fez uma rebelião e ele desistiu (risos). E ele também nos levava, todo fim de semana, para assistir a uma peça de teatro. O Recife já foi muito melhor nesse aspecto. Então, ele nos levava para o Teatro Santa Isabel, para o Trianon, o Moderno ou o Art Palácio e depois íamos para a sorveteria Gemba. Esse ritual se repetia porque ele passava a semana trabalhando, escrevendo, indo para o Banco do Brasil e o fim de semana era nosso. Além do teatro, ele nos levava para todos os programas diferentes que surgiam. A gente já visitou navios atracados no porto, fazíamos passeios de canoinha pelo rio, da Jaqueira até Dois Irmãos, para ver o pôr do sol. Ele também era muito compreensivo. Minhas duas irmãs mais velhas iam para a escola e eu ficava chorando porque queria aprender a ler, então ele me colocou para estudar

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