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TGI anuncia novo livro sobre governança e estratégia empresarial

A TGI Consultoria anunciou o lançamento do livro A Estratégia é Produto da Governança, assinado por Francisco Cunha, Fábio Menezes e Luciana Santos. A obra sintetiza mais de três décadas de experiência da consultoria na estruturação de modelos de governança e gestão, com foco especial em empresas familiares. O anúncio da publicação aconteceu durante a edição mais recente da Agenda TGI, evento promovido pela consultoria e Revista Algomais, com patrocínio do Banco do Nordeste e do Governo do Brasil. Para quem deseja assistir a Agenda TGI, a transmissão está disponível no nosso canal do YouTube, no endereço: agenda.tgi.com.br VISIT TRAVEL SHOW: TRADE TURÍSTICO DE PORTO DE GALINHAS COMEMORA 2025 Durante o Visit Travel Show, Eduardo Tiburtius (AHPG) e Otaviano Maroja (Porto de Galinhas Convention & Visitors Bureau) reforçaram que a estratégia do destino passa pela diversificação de mercados, aumento da permanência do visitante e fortalecimento do calendário de eventos. O crescimento em 30% do turista internacional em Porto de Galinhas é um dos fatores a comemorar. Além do início de uma nova operação, vários hotéis têm investido em reformas para atender os visitantes. UM DOS MAIS PROCURADOS DO PAÍS Segundo dados da Omnibees, Ipojuca, que abriga o balneário de Porto de Galinhas, é uma das únicas cidades do Brasil, ao lado de Porto Seguro, com mais procura turística do que a capital. Nos últimos 30 dias, foi o 6° destino mais procurado do País e o terceiro do Nordeste. A diária média é de R$ 1.314, com uma variação positiva de 11% no último ano. RECORDE DE TURISTAS INTERNACIONAIS NO BRASIL Segundo o diretor de Marketing e Negócios da Embratur, Bruno Reis, o Brasil vive uma mudança de mentalidade, adotando estratégias comerciais baseadas em dados, o que já levou o País a ultrapassar, em 2025, a marca de 8 milhões de turistas internacionais, número inicialmente projetado apenas para 2027. Uma novidade na atuação da estatal é de desenvolver planos específicos de atração dos turistas estrangeiros para cada Estado, no Plano Brasis. SOU PORTO DE GALINHAS CELEBRA PRINCIPAIS PARCEIROS EM NOITE MARCADA POR HOMENAGENS E MÚSICA A edição especial do SOU Porto de Galinhas 2025 reuniu o trade turístico no Vivá Porto de Galinhas Resort para celebrar 22 empresas que se destacaram na promoção do destino. Com o tema Raízes, o evento reforçou a importância das parcerias estratégicas, que enfatizaram o papel decisivo dos operadores, OTAs e demais players na expansão nacional e internacional do balneário. A noite foi encerrada com show de Geraldo Azevedo.

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Agenda TGI 2026 aprofunda debate sobre o novo mundo híbrido e os desafios da geopolítica global

No Teatro RioMar, consultores Francisco Cunha e Fábio Menezes analisam o cenário contemporâneo marcado pela conexão fragmentada, pela disputa hegemônica entre China e EUA e pelos impactos da inteligência artificial e das mudanças climáticas A 27ª edição da Agenda TGI | Painel 2026, realizada na noite de 25 de novembro no Teatro RioMar, reuniu clientes, parceiros e convidados da consultoria para uma leitura panorâmica dos cenários que devem marcar 2026 no mundo, no Brasil, em Pernambuco e no Recife. Organizado pela TGI e pela Revista Algomais, com patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil e do Governo do Brasil, o encontro trouxe o tema central: o “novo mundo híbrido”, conceito que sintetiza a convivência simultânea de antagonismos que moldam política, economia, tecnologia e relações sociais. O novo mundo híbrido e a conexão fragmentada Na abertura, Francisco Cunha apresentou a metáfora do guarda-chuva, que é simultaneamente guarda-chuva e guarda-sol, para explicar como fenômenos opostos passaram a coexistir de forma permanente. Da confusão entre real e virtual ao choque entre inteligência natural e artificial, passando pela convivência entre guerras convencionais e conflitos tecnológicos, o consultor destacou que a realidade contemporânea é marcada pela sobreposição de extremos que exigem novas capacidades de adaptação individual e organizacional. Cunha chamou atenção para a contradição central desse tempo: a hiperconexão virtual, acompanhada de uma profunda desconexão humana. Ele apresentou dados sobre o crescimento do uso de dispositivos móveis e o acesso à internet, contrapondo-os ao aumento da solidão, reconhecida pela OMS como um problema global de saúde pública. “Todos nós estamos ao mesmo tempo conectados e ao mesmo tempo com uma baixíssima conexão no mundo real”, afirmou. A partir desse diagnóstico, discutiu a lógica da economia da atenção, marcada pelo imperativo do engajamento e pela disputa por visibilidade, estruturada nos mecanismos de “lacre, like e lucro”. Geopolítica, hegemonias e o avanço da China O consultor Fábio Menezes concentrou-se na leitura geopolítica de um cenário em transformação acelerada. Ele relembrou a previsão do analista George Friedman sobre o “século americano”, contestando sua atualidade diante da ascensão asiática. Países como China e Índia ampliaram expressivamente sua participação econômica e tecnológica, alterando as bases da hegemonia global. Fábio citou o contraste entre o PIB americano, de cerca de 30 trilhões de dólares, e o crescimento vertiginoso chinês, cuja curva ameaça antecipar uma virada histórica. Ao abordar a instabilidade política dos Estados Unidos, Menezes destacou o impacto da chamada “era Trump”, marcada pela ruptura com organismos multilaterais e pela defesa do Projeto 2025, elaborado pela Heritage Foundation. O material, segundo ele, propõe “um plano abrangente de concentração de poder” e coloca a China como principal ameaça aos interesses americanos. A disputa sino-americana também se reflete no comércio internacional, nas cadeias produtivas e no domínio tecnológico, incluindo IA, 5G e terras raras. Desglobalização, tecnologia e os impactos da IA Fábio Menezes aprofundou ainda a discussão sobre desglobalização, fenômeno que ganhou força após a crise de 2008, a pandemia e a guerra na Ucrânia. Ele ressaltou que a retração do comércio internacional não é apenas consequência de crises, mas também resultado de mudanças estratégicas nos interesses das potências. Países que antes incentivaram cadeias globalizadas passaram a defender relocalizações produtivas diante da perda de competitividade. “A globalização deixou de ser tão interessante para os Estados Unidos e aí [começa] essa discussão toda de desglobalização.” Mudanças climáticas e impasses da governança global A agenda climática foi outro eixo central da palestra. Menezes apresentou dados sobre o aumento de dias de calor extremo no Brasil e no mundo, destacando que, entre maio de 2023 e maio de 2024, o país registrou 57 dias de temperaturas anormalmente elevadas — 47 deles diretamente atribuíveis às mudanças climáticas. Ele avaliou os resultados recentes da COP, marcados por avanços lentos, disputas entre países industrializados e emergentes e impasses financeiros que afetam especialmente nações insulares. Ao citar Henry Berry, reforçou que “a natureza não é uma herança dos nossos antepassados, mas um empréstimo dos nossos descendentes”. “As mudanças climáticas, nós todos temos sentido isso no dia a dia na cidade, o calor extremo aumentou em 195 países por causa das mudanças climáticas“, afirmou Fábio Menezes O Brasil no cenário global fragmentado Francisco Cunha apresentou um diagnóstico amplo sobre a posição do Brasil diante das transformações globais. Segundo ele, o país vive simultaneamente com “menos dinheiro, mais eventos extremos e menos emprego”, resultado da convergência entre mudanças climáticas aceleradas, automação tecnológica e uma crise fiscal que há anos limita a capacidade de investimento do Estado. O consultor destacou que fenômenos climáticos antes raros, como tornados e tempestades severas no Sul e Sudeste, tendem a se tornar mais frequentes, pressionando ainda mais a infraestrutura urbana e os sistemas de proteção social. Outra temática que preocupa o Brasil é sobre o impacto profundo da transição demográfica. “Estamos envelhecendo antes de enriquecer”, afirmou, lembrando que o Brasil perdeu sua janela demográfica sem ter consolidado níveis adequados de produtividade, renda e cobertura de serviços essenciais. Para ele, esse processo ocorre em paralelo ao crescimento da intolerância política e ao agravamento da violência: facções criminosas já dominam áreas inteiras da Amazônia e grandes centros urbanos, enquanto o chamado “andar de cima” do crime amplia sua infiltração em estruturas econômicas e financeiras. Cunha ressaltou que a vulnerabilidade interna do Brasil se agrava quando combinada a um ambiente internacional cada vez mais imprevisível. Ele lembrou que o país foi o mais penalizado na política tarifária da era Trump, usado como “bode expiatório” para enviar recados à China no contexto das disputas geoeconômicas. O episódio, disse, ilustra como o Brasil permanece exposto às oscilações da geopolítica global. PERNAMBUCO — Um Modelo em Revisão As transformações recentes em Pernambuco reafirmam a importância dos estudos estruturais conduzidos pela TGI há mais de 30 anos, especialmente no âmbito do projeto Pernambuco em Perspectiva. Segundo Francisco Cunha, esse acúmulo técnico de discussões tem permitido compreender, com profundidade, os limites do modelo de desenvolvimento estadual concebido no século XX, fortemente influenciado pelas ideias do Padre Joseph Lebret. Para ele, o padrão industrial-portuário que

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“Nosso negócio na TGI é prestar consultoria para dar conta de gente, resultado e mudanças”

Sócios da consultoria de gestão e governança, Carolina Holanda e Ricardo de Almeida contam a trajetória da empresa, que completa 35 anos, e explicam como foi criada sua metodologia, que antecipou temas do mundo corporativo contemporâneo. Com a premissa de que o desempenho de Pernambuco e de suas empresas são indissociáveis, também comentam os projetos voltados para a promoção do desenvolvimento do Estado. Há 35 anos, os atuais sócios fundadores da TGI – Ricardo de Almeida, Francisco Cunha, Cármen Cardoso, Fátima Guimarães e Teresa Ribeiro – trabalhavam como funcionários em uma consultoria que decidiu transferir suas operações para o Rio de Janeiro. Eles, porém, optaram por permanecer em terras pernambucanas. Embora, à época, houvesse um ambiente de “baixo astral” em Pernambuco, os consultores tinham convicções de que o mercado local contava com empresas robustas e guardava latente um potencial de crescimento.  Junto com a decisão de não se mudarem para a Cidade Maravilhosa, veio também o proposito de fundar uma consultoria com proposta inovadora. Com formações distintas – no grupo há sociólogo, arquitetos, psicanalista e analista de sistemas –, os fundadores desenvolveram uma metodologia que se apoia na teoria psicanalítica e na sociologia, para entender os fenômenos organizacionais e promover mudanças, com foco em resultados. Um caminho que uniu ciência e a escuta dos clientes para criar soluções moldadas à realidade de cada empresa. O método de trabalho da TGI antecipou temas que só décadas depois ganhariam espaço no mundo corporativo, como a valorização de relações saudáveis, o papel do vínculo e o valor do conflito como motor de mudança. A opção por Pernambuco que gerou a empresa, tornou-se uma marca do seu trabalho. A TGI consolidou-se como uma das vozes mais influentes na reflexão sobre o ambiente empresarial e o desenvolvimento de Pernambuco e do Recife. Os consultores partem da premissa de que o desempenho do Estado e de suas empresas são indissociáveis. Esse compromisso se manifesta em projetos de pesquisa e debate, como o Empresas & Empresários e, mais recentemente, o Pernambuco em Perspectiva, que propõe a formulação de um novo modelo de desenvolvimento para o Estado. Também está presente em iniciativas como a criação do INTG (Instituto da Gestão) e da revista Algomais. Nesta entrevista a Cláudia Santos, o sócio-fundador da TGI, Ricardo de Almeida, e Carolina Holanda – que entrou na consultoria como estagiária e se tornou sócia – contam a trajetória da empresa, explicam a inovação da sua metodologia e de como ela se mantém atual diante dos desafios empresariais contemporâneos. Também afirmam que a TGI se mantém fiel ao seu negócio central: prestar consultoria em gestão e governança para lidar com “gente, resultado e mudanças” e contribuir para o desenvolvimento sustentável de Pernambuco e do Recife. Como a TGI foi criada? Ricardo – Cármen (Cardoso), Fátima (Guimarães), Teresa (Ribeiro), Chico (Francisco Cunha) e eu – sócios fundadores da TGI – trabalhávamos na consultoria Macroplan, que se transferiu para o Rio de Janeiro. Mas decidimos não ir. Sabíamos que nosso lugar era o mercado de Pernambuco, então deixamos de ser técnicos dessa empresa e empreendemos a TGI.   Somos de áreas distintas, e essa diversidade foi muito importante para construir a metodologia da TGI. Eu, com minha formação em sociologia, Chico e Fátima em arquitetura, Cármen em psicanálise e Teresa em análise de sistemas. Foi nessa teia de saberes que desenvolvemos uma metodologia muito importante e que nos distingue hoje nesse mercado.  Quais os diferenciais e as vantagens da metodologia da TGI para o cliente?  Carolina – A base da metodologia foi a percepção sobre os processos de gestão, governança e desenvolvimento de equipes. Foram realizados estudos sistemáticos em que a base da metodologia era a psicanálise, a psicossociologia para entender como aconteciam esses processos, como construir um novo entendimento sobre os fenômenos organizacionais. Ricardo – Nós, os fundadores, nos reuníamos semanalmente para realizar esses estudos sistemáticos, a partir da teoria psicológica (psicanálise principalmente) e da sociologia. Também trouxemos autores, como o francês Eugène Enriquez (professor emérito de Sociologia da Université de Paris 7), que passou uma semana aqui fazendo seminários, além de outros especialistas. Nosso intuito era saber como nosso trabalho pudesse ser efetivo, ter robustez consistente e não uma simples moda que não se sustenta.  Carolina – Uma de nossas preocupações é o cliente ter resultado com nosso trabalho. Hoje, fala-se do emocional dentro das empresas, em como construir vínculos e relações saudáveis. Mas essas questões já pensávamos há 35 anos. É um dos nossos principais diferenciais: a escuta da singularidade de cada empresa, a forma como ela funciona. É um trabalho que não cabe em pacotes prontos, porque cada empresa, cada empresário, cada gestor, tem sua singularidade. Outro entendimento original nosso é o de que precisamos construir vínculos sólidos de confiança com o cliente. Ricardo – Não trabalhamos apenas para o cliente nem pelo cliente, trabalhamos com o cliente. É uma parceria, juntamos nossa competência em gestão e governança à competência do cliente no seu negócio. Somos especialistas em método, e o cliente especialista no negócio dele.  Carolina – Na nossa metodologia, sabemos que não há ausência de conflito nas empresas. O conflito é, pelo contrário, matéria-prima do nosso trabalho, faz parte da dinâmica da organização e precisamos entender como administrar tais conflitos para induzir um ambiente mais saudável e passível de inovação. A partir do conflito, pode surgir algo novo.  Como você entrou na TGI, Carolina? Carolina – Entrei na TGI como estagiária no ano 2000. Estudava psicologia, sempre tive interesse na psicanálise e soube que as inscrições para o programa de estágio estavam abertas. Eu me interessei pela TGI porque sabia que a metodologia tinha a psicanálise como base. O programa de estágio era bem robusto, com muitos candidatos e várias etapas. Ricardo – Nosso programa de estágio era muito desejado. Era um processo seletivo rigoroso. Os estagiários começavam um processo de formação desde que entravam. Isso é outra diferença da TGI. Temos uma equipe que foi desenvolvida a partir dessa metodologia e, desde o início, incorporava a prática de

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Painel da TGI debate impacto do segundo mandato de Trump

Assinantes da Revista Algomais têm acesso gratuito ao encontro, que traz análise exclusiva de Francisco Cunha O Painel Mensal da Agenda TGI, tradicional espaço de análise de conjuntura promovido pela TGI Consultoria, acontece hoje (2) com o provocativo tema “Trump II: As Consequências do Blefe como Estratégia de Governo”. A apresentação será conduzida por Francisco Cunha, sócio fundador da TGI. O evento propõe uma reflexão sobre os desdobramentos de uma eventual volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, avaliando como a retórica do blefe, usada como método de gestão, pode impactar as relações globais e o cenário geopolítico. A análise se conecta com temas estratégicos para o Brasil, sobretudo em áreas como comércio exterior, diplomacia e estabilidade institucional. Os assinantes da Revista Algomais contam com acesso gratuito e exclusivo ao painel. Para participar, é necessário verificar a caixa de entrada do e-mail de assinatura, por onde é validado o acesso à transmissão. A oportunidade de acompanhar a análise de Francisco Cunha em tempo real é um dos diferenciais da parceria entre a revista e a TGI Consultoria. Quem ainda não garantiu presença pode se inscrever diretamente clicando aqui e participando do debate. A TGI recomenda atenção aos horários e reforça a importância da inscrição prévia. ServiçoPainel Mensal TGI – Junho/2025Tema: Trump II: As Consequências do Blefe como Estratégia de GovernoData: 2 de junho de 2025Participação: gratuita para assinantes da Revista Algomais (via e-mail de confirmação)Inscrição: Participar do Evento

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A importância de priorizar as suas atividades

*Por Tiago Siqueira Você é daquelas pessoas que tem dificuldades em dizer não? Daquelas que acabam assumindo todas as atividades que são demandadas para você fazer, e isso acaba impactando na gestão do seu tempo (gerando, muitas vezes, uma bola de neve, até mesmo, difícil de dar conta)? Se a resposta foi sim, é muito possível que você tenha também alguma dificuldade de priorizar as atividades que, de fato, são importantes. E essa dificuldade em dizer “não” pode acabar fazendo você preencher o seu tempo com várias outras atividades, tirando o foco do que é realmente essencial. Mas deixa eu te dizer uma coisa: a prática da priorização é um hábito que pode ser adquirido e desenvolvido. É uma habilidade que pode ser treinada, até porque ninguém nasce sabendo priorizar (a gente vai aprendendo a lidar com isso ao longo do tempo, a partir das nossas próprias experiências de vida). E, na prática, nós aprendemos a priorizar, na medida em que começamos a enxergar determinada atividade (ou objetivo) como importante para nós mesmos. E, mais do que isso, quando estamos dispostos a fazer acontecer, independente do esforço que teremos. Isso de algum modo passará a fazer algum sentido para a nossa vida, e é assim que começamos a compreender a importância de priorizar. Agora, como no dia a dia de todos nós, somos cada vez mais demandados para realizar mais atividades, em um tempo cada vez menor, e sendo cobrado por realizar com mais qualidade, a tendência é que, se não conseguirmos manter o foco no que realmente seja prioritário, vamos começar a nos dispersar cada vez mais no nosso dia a dia. O que é certo é que se dividirmos a nossa atenção em múltiplas tarefas, isso poderá reduzir a qualidade e a eficiência do nosso trabalho. Agora, pensa aí: quantas vezes você já se pegou tendo que fazer duas, três ou até mesmo quatro atividades ao mesmo tempo? E que, na prática, acaba não conseguindo dar conta nem de uma só (pelo menos com a qualidade e a eficiência que precisa ter), somente por conta da “apreensão psicológica” que dá, com a preocupação de ter esse volume todo de atividades que tem para fazer (e sem encontrar tempo suficiente para dar conta de tudo)? Pois é… priorizar vai direcionar os nossos esforços para o que realmente importa e é importante para nós mesmos. Steve Jobs tem uma fala muito legal sobre essa questão. Ele diz que “foco é dizer não a uma série de outras boas ideias”, ou seja, “focar” vai significar dizer não a várias coisas que talvez até sejam do seu interesse, mas se você realizar tudo o que gostaria, é muito possível que, no final, você acabe não realizando nada; ou fazendo tudo pela metade, sem conseguir finalizar; ou, até mesmo, conseguindo realizar, mas sem a qualidade esperada (ou exigida!). Então, na prática, o que precisamos fazer é identificar claramente o que nós consideramos importante ou essencial, seja no campo profissional, seja também no campo pessoal. E, identificando isso, teremos que começar a refletir sobre “dizer não ao que não é essencial”, para poder focar no que deveremos de fato priorizar. Só em fazer isso, já ganharemos em ter clareza do que deveremos priorizar e da necessidade de não desperdiçarmos o nosso precioso tempo com outras coisas que eventualmente possam nos dispersar. E, aí necessariamente, precisaremos passar pela experiência (e aprendizado!) de começar a ter que dizer não, caso contrário, vamos aumentar as chances de desperdício de tempo (e, muitas vezes, de um tempo valioso!). Então, diante de tudo isso, sabendo o quanto é essencial o hábito da priorização, minha sugestão é que você comece a praticar o quanto antes. Priorize começar a priorizar e colocar em prática o que você deseja para a sua vida! *Tiago Siqueira é consultor empresarial e sócio da TGI

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Agenda 2020 apresenta principais tendências da economia mundial

Hoje (25), às 18h, acontece, no Teatro RioMar, a 21ª edição do evento Agenda TGI 2020 – mais aguardado evento empresarial de final do ano no Recife, realizado pela TGI Consultoria e Revista Algomais. Pelo segundo ano, o evento será aberto ao público com a venda de ingressos. Desde a primeira edição, o evento conta com a palestra do sócio fundador da TGI, Francisco Cunha, que faz uma análise dos principais acontecimentos do ano e as projeções para 2020, considerando os cenários social, político e econômico do mundo, do Brasil, de Pernambuco e do Recife. Neste ano, serão abordadas questões como as principais tendências da economia mundial e brasileira; e as repercussões políticas das reformas em tramitação no congresso brasileiro. A Agenda 2020 ainda contará com a participação de Luana Tavares, diretora executiva da CLP – Liderança Pública, organização sem fins lucrativos que desenvolve pessoas para se tornarem líderes públicos no Brasil. Ela apresentará o ranking da competitividade dos estados em 2019. Na mesma noite também serão apresentados os resultados da Pesquisa Empresas & Empresários pelo sócio fundador da TGI, Ricardo de Almeida. Os ingressos já estão à venda no site www.agenda2020.tgi.com.br ou pelo telefone (81) 3134-1740.

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TGI promove feira orgânica no Espinheiro

Com o recente aumento da liberação dos agrotóxicos nos alimentos, movimento de feiras orgânicas/agroecológicas vem crescendo por toda cidade. A mais nova opção de compra de alimentos saudáveis acontece no estacionamento da TGI Consultoria em Gestão, na Rua Barão de Itamaracá, número 333 do bairro do Espinheiro. A feira acontece toda quinta-feira das 06h30 às 12 horas e é aberta ao público geral. No espaço, são comercializadas grandes variedades de hortaliças, verduras, frutas, cultivadas de maneira orgânica, sem qualquer tipo de agrotóxico. Também são vendidos bolos e os disputados pastéis de frango e cenoura, feitos com farinha de trigo integral. Os alimentos são produzidos e comercializados pelos agricultores da Associação dos Produtores de Palmeira, de Glória do Goitá, sem a interferência de atravessadores. Dionízio Alves, sócio da TGI, acredita que a feira tem grande importância tanto para os agricultores como para as pessoas que moram e trabalham no Espinheiro. “O intuito é não só ajudar esses pequenos produtores, como também facilitar o acesso da comunidade a uma alimentação orgânica, saudável e sem agrotóxicos”, esclareceu. Inicialmente, a feira conta com duas barracas recheadas de opções para quem frequenta, mas o objetivo é aumentar os expositores com o tempo. “Vai funcionar de forma construtiva, colocamos duas barraquinhas pra ver como o público responde e a partir da demanda, pretendemos aumentar o número de expositores”, destacou Dionízio

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Gente & Negócios: lançamentos de produtos e pesquisas

Ivan Cordeiro projeta novas unidades da Clínica SIM Diretor financeiro da Clínica SIM, Ivan Cordeiro, afirma que o grupo está em crescimento no Estado e poderá investir até R$ 5 milhões até o final do ano. Com uma unidade na Boa Vista e outra no Shopping Tacaruna já em operações, a rede está construindo uma terceira clínica em Prazeres, Jaboatão. “Estamos olhando regiões como a de Camaragibe. Também conversando com mais shoppings centers. Estou com plano de investimento aprovado com minimamente R$ 3 milhões, podendo chegar a R$ 5 milhões”, afirmou o diretor do grupo cearense, que pega voo duas vezes por mês para a capital pernambucana para acompanhar o desenvolvimento das unidades no Estado. Ivan afirma que o número de procedimentos mensais realizados nas clínicas pernambucanas  dobrou. A pioneira foi a da Boa Vista, que tem um ano. No Shopping Tacaruna, a unidade foi inaugurada recentemente. A marca, que tem 12 clínicas no Ceará, aposta no público que não tem plano de saúde e que procura um atendimento mais rápido e confortável que o do SUS. “Nem somos contra os planos de saúde nem combatemos o serviço público. Somos uma terceira via que oferece uma estrutura qualificada e preços mais populares”, afirma o diretor. Ele afirma que 78% dos moradores da Região Metropolitana do Recife não são cobertos pelos planos de saúde. Um dos diferenciais impressos pelo grupo é o agendamento de horário das consultas. Uma prática bastante valorizada pelos pacientes e bem pouco comum nos consultórios médicos. Tanto o agendamento como o pagamento também podem ser feitos pelo celular. Em Pernambuco a clínica dispõe de 20 especialidades médicas (como ginecologia, dermatologia, clínica geral, ortopedia, neurologia, entre outros) e o preço médio das consultas é de R$ 90.   Georgina Santos coordena pesquisa da TGI sobre a mulher na liderança de empresas pernambucanas A TGI Consultoria em Gestão lançou a pesquisa Governança Corporativa nas Empresas Familiares Pernambucanas, que  traça o panorama da presença da mulher nas organizações familiares. Segundo a coordenadora da pesquisa, Georgina Santos, a sondagem tem como objetivo conhecer como as famílias empresárias de Pernambuco administram as interfaces entre os familiares e a empresa e como as mulheres estão inseridas no negócio. “É uma pesquisa inédita em Pernambuco com esse foco. Queremos ter um documento que mostre essa realidade local”. A pesquisa pretende ouvir mais de 200 empresas familiares até o dia 30 de setembro. O resultado da sondagem será apresentado no dia 26 de outubro, no Mar Hotel, durante o evento Empresa Familiar Competitiva 2018. Na ocasião, também serão expostos casos reais de empresas familiares pernambucanas que estão investindo na governança corporativa.     Gardênia Figueiredo oferece atendimento multidisciplinar na área de Direito da Família Depois de atuar em Pernambuco e passar pelo escritório Martorelli e em outras capitais do País, a advogada Gardênia Figueiredo decidiu investir em uma abordagem inovadora do Direito da Família e Sucessões no escritório Campos Figueiredo Advocacia e Consultoria. Para isso, inaugura um núcleo especializado na área, que vai oferecer atendimento multidisciplinar que envolverá apoio psicológico aos clientes em questões litigiosas na área familiar. O professor e doutor pela Universidade de São Paulo (USP), Mário Luiz Delgado, uma das maiores referências no País sobre Direito da Família, será consultor do escritório. Os clientes vão receber orientações sobre assuntos que são considerados “tabus” entre cônjuges e herdeiros, a exemplo dos regimes de bens e suas consequências práticas, do planejamento patrimonial e dos direitos sucessórios deles decorrentes, dentre outros. O escritório ficará instalado no Empresarial Ítalo Brasil Renda, em Boa Viagem.   Cultivo Bloom, dirigida por Mariana Maciel, investe no comércio eletrônico de flores Será lançado neste mês de setembro o e-commerce Cultivo Bloom (www.cultivobloom.com.br), operação online do Plantio homônimo dirigido pela produtora rural Mariana Maciel. A empresa de São Lourenço da Mata comercializa mais de 90 espécies de flores e folhagens tropicais produzidas, de forma sazonal e sustentável. “O Cultivo Bloom segue a proposta agroflorestal, no qual o cliente recebe – agora também com o e-commerce – flores e folhagens diretamente do plantio para a sua casa. Sãoplantas cultivadas de forma orgânica, com adubo produzido no próprio plantio através de compostagem, com húmus do minhocário do local, ou seja, o cliente estará contribuindo para uma cadeia produtiva respeitosa, que não só protege a natureza, como também a restaura”, afirma a empresária. O e-commerce tem ainda parceria da Chilli Comunicação; além de suporte do Sebrae, por meio do programa Sebraetec. Com um investimento inicial de aproximadamente R$ 20 mil, o e-commerce deverá contar com cinco carros-chefes iniciais: Kit plantio com 6 unidades para crianças, com sementes para iniciação de plantio de horta caseira; Kit plantio com 12 unidades; Hastes tropicais para arranjo PP (1 a 3 hastes de plantas tropicais); Hastes tropicais para arranjo P (4 a 5 hastes); Hastes para arranjo M (6 a 7 hastes). Inicialmente os produtos estarão disponíveis para compra e entrega apenas no Recife com prazo de entrega de 48h, após a confirmação do pagamento/finalização da compra.     Luane Moliterno, da Block Insetos, lança novo produto durante Ficons A Block Insetos, startup idealizadora das telas mosquiteiras magnéticas,  apresentará durante a Ficons a cortina magnética para portas. O produto que chega oficialmente ao mercado nacional este mês. A feira acontece de 11 a 15 de setembro, no Centro de Convenções, em Olinda (PE). A cortina mosquiteira magnética tem como função vedar portas contra a ação dos insetos. Sua estrutura é composta por duas folhas de telas mosquiteiras com acabamento em imã na costura. “Quando uma pessoa passa pela cortina, a força de atração entre os imãs garante que a tela se feche e, novamente, o ambiente se torne protegido de insetos”, ressalta sua idealizadora, Luane Moliterno.       *Rafael Dantas é jornalista e sócio da Revista Algomais Envie sugestões de notas ou pautas para rafael@algomais.com   LEIA TAMBÉM http://revista.algomais.com/colunistas/rafaeldantas/suape-assina-termo-de-cooperacao-com-porto-de-koper   http://revista.algomais.com/colunistas/gente-negocios-lancamentos-e-expansoes-na-agenda-da-semana   http://revista.algomais.com/colunistas/rafaeldantas/gente-negocios-novos-produtos-e-eventos-na-pauta-da-semana

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E&E promove hoje encontro com o Conselho Estratégico

Acontece hoje pela manhã mais um encontro do Projeto Empresa & Empresários, que chega à sua 13ª Edição. A reunião, que será na sede da TGI, irá apresentar um balanço do desempenho econômico de Pernambuco e sinalizar as perspectivas para o ano corrente. O estudo econômico que embasa o trabalho é conduzido pela Cedes Consultoria e Planejamento. A projeto E&E é realizado pela TGI e pelo INTG.  A formatação e execução da pesquisa nesta edição conta com a participação do Conselho Estratégico Algomais Pernambuco Desafiado, que é um fórum constituído por lideranças pernambucanas que fazem a diferença nas cadeias produtivas do Estado e em movimentos sociais. Acompanhe em nossas redes sociais e na edição de agosto da Revista Algomais a cobertura do andamento do projeto E&E, que é realizado desde 1990. O objetivo dessa iniciativa é desenvolver um trabalho de natureza investigativa e mobilizadora com o meio empresarial, produzindo uma análise crítica que fica a serviço da gestão estratégica para os diversos segmentos econômicos. LEIA TAMBÉM http://revista.algomais.com/noticias/pernambuco-muito-alem-da-crise http://revista.algomais.com/noticias/algomais-faz-11-anos-com-muitas-novidades

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O que é, de fato, RH Estratégico? é a nova publicação da ÁgilisRH e TGI

A ÁgilisRH e TGI Consultoria em Gestão lançaram o livro “O que é, de fato, RH estratégico”, de autoria dos sócios e consultores Cármen Cardoso, Francisco Cunha e Georgina Santos. O livro discute questões como a trajetória da Gestão de RH a partir da evolução das suas funções; as diferenças entre o RH tradicional e o estratégico, trazendo uma comparação das suas abordagens; e o passo a passo do processo de implantação de um RH Estratégico a partir de uma atuação em parceria dos profissionais de RH e as lideranças. A publicação traz, também, uma explanação sobre os serviços de RH numa perspectiva estratégica, a formação de um plano diretor de RH e alguns estudos de caso. De acordo com Georgina Santos, nas reuniões de sócios da TGI foi identificado uma grande demanda por informações dos empresários sobre o conceito de RH Estratégico. “Percebemos que, apesar do interesse das empresas em terem um RH estratégico, são muitas as dúvidas não só relacionadas ao conceito, mas também ao próprio posicionamento dos profissionais de RH e das lideranças. Por isso, surgiu a ideia de produzir um livro que trouxesse, de forma didática, uma reflexão sobre o tema a partir da nossa experiência de trabalho”, explica a consultora. “O verdadeiro fator de competitividade das empresas são as pessoas, não o capital ou a tecnologia. Compreendendo isso, como tratá-las e fazê-las produtivas? Essa é a questão que tentamos responder”, afirma Francisco Cunha, sócio da TGI e um dos autores do livro. No evento de lançamento, Cármen Cardoso afirmou ficar impressionada de como os Recursos Humanos das empresas, que deveriam ser especializados em pessoas, se especializaram em processos. “Pretendemos com essa publicação ajudar os gerentes a serem os melhores gerentes de pessoas que a empresa pode ter”, afirma. O livro “O que é, de fato, RH estratégico” estará disponível para compra no e-commerce do INTG, através do site www.intg.org.br e na sede da TGI, localizada na Rua Barão de Itamaracá, 293, Espinheiro.

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