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Transformacao de Canuto

Produção indígena pernambucana vence Melhor Filme em competição de Amsterdã

Em sua estreia mundial, "A Transformação de Canuto", longa-metragem de Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho, produzido pelo Vídeo nas Aldeias e a Enquadramento Produções, foi honrado com os prêmios de Melhor Filme e Contribuição Artística na competição Envision do IDFA - International Documentary Film Festival, evento realizado em Amsterdam (Holanda), considerado o mais prestigioso do gênero no mundo. "A Transformação de Canuto", uma produção pernambucana, marca o segundo longa-metragem tanto de Ariel Kuaray Ortega, cineasta indígena pioneiro e líder Mbyá-Guarani ("Bicicletas de Nhanderu"), quanto de Ernesto de Carvalho, correalizador de “Martírio". O filme explora a história de Canuto, um homem da comunidade Mbyá-Guarani entre o Brasil e a Argentina, que passou pela temida transformação em uma onça e morreu tragicamente. A narrativa se desenrola enquanto a comunidade decide quem deveria interpretar o papel de Canuto em um filme sobre sua vida. A conquista do filme no IDFA, ao levar dois dos três prêmios da competição, é histórica, de acordo com a organização do festival. O júri destacou o compromisso de décadas com o processo de realização de filmes em comunidade, o senso de humor e a habilidade de mover-se entre diferentes mundos, reconhecendo que o filme incorpora os muitos significados de transformação. Esta foi também a primeira vez que um filme brasileiro venceu a mostra Envision do IDFA, espaço responsável por destacar filmes inovadores e provocativos que exploram questões sociais, políticas ou culturais contemporâneas de maneira criativa. O filme ainda não tem data de estreia no Brasil.

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leonardo dantas recife

Leonardo Antônio Dantas Silva

*Por Francisco Cunha Desde que me entendo de gente (na prática, depois que entrei na Faculdade de Arquitetura) que acompanho a trajetória de Leonardo Dantas Silva, sobretudo por conta de sua monumental obra editorial (mais de 300 títulos publicados, 30 dos quais como autor), sem falar de suas criações como a Frevioca e o Baile da Saudade, além dos discos que produziu. Confesso que, no início, o fazia à distância, com receio de me aproximar e levar um fora dada a fama de irascível que tinha. Até que precisei usar uma frase sua (“o Recife é um museu vivo da história de Pernambuco”) num livro que eu estava escrevendo e o procurei diretamente por telefone. Ele, depois de ouvir o meu pedido, nem titubeou: “Eu nunca disse isso!”. Diante de afirmação tão peremptória, fiquei em dúvida. Pedi um tempo para refazer minha pesquisa e desliguei. Refiz a pesquisa e, como tinha imaginado, lá estava a frase, com referências e tudo. Mandei para ele e recebi como resposta: “É mesmo, eu disse!” A partir daí, desfeito um pouco do meu receio original, passei a procurá-lo com mais frequência para tirar dúvidas e pedir orientações sobre pesquisas e, numa dessas conversas telefônicas, recebi o convite: “Apareça lá em casa, no fim da tarde, para comer uma tapioca…”. Tomei coragem e fui lá algumas vezes. Foram ocasiões muito agradáveis e muito esclarecedoras. O conhecimento de Leonardo era enciclopédico, a memória riquíssima em detalhes, sua biblioteca gigantesca, suas histórias embasadas, detalhadas e pitorescas e, ao fim e ao cabo, sua companhia agradável, não obstante a indisfarçável intolerância para com os pretenciosos do conhecimento e os rasos de espírito. Uma vez confessou, entre saudoso de tempos intelectualmente mais estimulantes e conformado: “O problema, hoje em dia, é que não temos mais com quem conversar…”. Diante dos reiterados convites que eu fazia pelas redes sociais, para as nossas Caminhadas Domingueiras, Leonardo, tomando conhecimento delas, se desculpava por não poder participar com comentários do tipo: “Não posso porque, além das várias cirurgias que fiz, sofro do coração e dos pulmões por conta da poeira de livros e jornais velhos que aspirei.” Depois que passei a ter uma convivência menos distante com ele, a impressão que me ficou é a de que Leonardo foi talvez um dos últimos representantes de uma geração sui generis de pernambucanos (ou “pernambucanizados”) “enciclopédicos”, oriundos do Século 20, da estirpe de seu mestre José Antônio Gonçalves de Melo, de Mário Melo, de Josué de Castro, de Ulisses Pernambucano, de Valdemar de Oliveira, de Pinto Ferreira, de Mauro Mota, de José Luiz Mota Menezes e de vários outros, sem falar no mestre dos mestres, Gilberto Freyre. Aqui, no espaço desta coluna final de cada número da Algomais, fui companheiro de Leonardo, um dos mais antigos colaboradores da publicação com a sua seção Arruando por Pernambuco, por boa parte da história da revista, e me coube a tarefa de escrever no seu lugar e em sua homenagem, no espaço que seria seu e que, hoje, chega o momento de, infelizmente, estar sendo publicado pela última vez. E isso me faz refletir sobre a efemeridade de nossa passagem pelo plano terrestre e sobre a importância da obra que deixamos por aqui. E a de Leonardo é oceânica. Escrevi logo que soube do seu falecimento: “Estão menores a cultura e a historiografia pernambucanas”. Disse e reafirmo. Tenho certeza de que, desde Francisco Pereira da Costa, de cuja obra aliás foi responsável pela reedição dos 10 volumes do monumental Anais Pernambucanos, ninguém como Leonardo fez tanto pela sistematização e pela divulgação da historiografia pernambucana. Você já está fazendo falta, Leonardo! Vá na certeza de que nós, artífices e leitores da Algomais, lhe somos muito gratos pelo conhecimento que você tão generosamente compartilhou conosco, com tanta qualidade e por tanto tempo. Siga em paz o seu caminho pela eternidade “deixando (como disse do enciclopédico Mário Melo, o amigo comum Nelson Ferreira), na sua cidade um mundo de saudades sem igual”!

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Alice Caymmi

Alice Caymmi traz show biográfico para Estação da Luz neste domingo

Alice Caymmi, nome fundamental nos novos rumos da música popular brasileira, encontra-se em um momento intimista. Além de apresentações com sua banda, ela realiza um show mais próximo do público, tocando seu próprio violão para expressar sua voz potente, grave e poderosa, em um repertório que ela define como autobiográfico. O espetáculo, intitulado 'Kali', apresenta canções consagradas na voz de Alice, bem como temas menos conhecidos em sua interpretação, como 'Bicho de sete cabeças', 'Princesa', 'Meu recado', 'Sua estupidez', 'Iansã Tanta', 'Saudade', 'Me leva Andança', 'Tudo que for leve' e o clássico sinatrano 'My way'. Neste domingo (19) será a vez da Casa Estação da Luz, o Centro Histórico de Olinda, de ser a sede para o show. “Trata da reconstrução do mundo. Muitos morreram, muitos se eternizaram, muitos nasceram. E agora, de onde vai partir a recriação? A caravana vai passar cheia de vida e de ideias por todo o Brasil. Vamos circular dois shows diferentes dentro dessa nova fase e dessa nova personagem: voz e violão bastante intimista, meditativo e autobiográfico. Vou contar minha trajetória e o meu ponto de vista sobre ela”, afirmou a cantora. Serviço: Alice Caymmi na Casa Estação da Luz. Domingo, 19 de novembro. Ingressos: R$ 80, inteira; R$ 40, meia. Bilheteria: Sympla (link na nossa bio). Abertura da casa: 16h. Apresentação: 17h. Encerramento da casa: 22h. Rua Prudente de Morais, 313 - Carmo, Olinda.

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oficina brennand

Oficina Francisco Brennand apresenta duas exposições inéditas

A Oficina Francisco Brennand anuncia a abertura de duas exposições inéditas amanhã (11/11). O “CapiDançaBaribéNois” é uma mostra individual do artista visual carioca Ernesto Neto, e “Invenção dos Reinos”, é coletiva com curadoria de Marcelo Campos (curador-chefe do MAR – Museu de Arte do Rio) e Ariana Nuala gerente de Educação e Pesquisa da Oficina)  que estabelece diálogos entre mais de 100 obras de Francisco Brennand e produções de mais de 30 artistas. Para “CapiDançaBaribéNois”, que versa sobre o Rio Capibaribe, a principal instalação da mostra – uma escultura de croché com quase 50 metros de comprimento. O trabalho consiste numa instalação tubular e serpenteante de crochê feito em chita e voile, com 47 metros de comprimento e suspensa a 8 metros de altura, cujos contrapesos serão peças em cerâmica, com especiarias, que homenageiam as casas de João de Barro, a força da vida e da natureza e a própria matéria-prima que anima a obra de Brennand e tantos artistas. O trabalho foi desenvolvido a partir de incursões pelo Rio Capibaribe, onde o artista se aproximou de vários agentes e articuladores ligados ao rio. A mostra “Invenção dos Reinos”, será na Accademia, tradicional espaço expositivo da instituição cultural. A coletiva inédita apresenta uma seleção de mais de cem criações do ceramista e pintor pernambucano em convergência com obras – entre telas, fotografias, instalações e esculturas – de quase 30 artistas do nordeste do país. A abertura marca uma nova fase na Oficina. Será a primeira vez que a instituição receberá trabalhos de outros artistas. A iniciativa integra uma nova política de exposições e atende a um desejo do próprio ceramista, que, pouco antes de sua morte, em 2019, criou o instituto sem fins lucrativos que rege, desde então, a atuação do museu. “Invenção dos Reinos” tem patrocínio do Banco Santander e da Vivix.

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Radio Clube de Pernambuco

7 fotos e um pouco de história da Rádio Clube de Pernambuco

Nesta semana os ouvintes pernambucanos receberam com tristeza a notícia do encerramento das atividades da tradicional Rádio Clube AM de Pernambuco. Imortalizada no prefixo 720 MHz, a emissora fez história no universo radiofônico do Estado. Em 6 de abril de 1919, Antônio Joaquim Pereira, um radiotelegrafista visionário, uniu-se a um grupo de entusiastas da eletricidade para inaugurar a pioneira estação de rádio do Brasil. O nascimento da Rádio Clube teve lugar em um estúdio improvisado na Ponte d'Uchoa, no Recife. Esses pioneiros, ávidos por experimentações, lançaram-se na missão inicial de se comunicar para o entretenimento, ao mesmo tempo em que buscavam aprimorar as transmissões de telegrafia sem fio. A relevância desse feito histórico não demorou a ser reconhecida; no dia seguinte, o Jornal do Recife já noticiava o evento, conferindo-lhe o status de um marco histórico. Em novembro daquele mesmo ano, a Rádio Clube estabeleceu sua sede oficial na Boa Vista. "A Rádio Clube de Pernambuco passa pelos anos de 1920, chegando com sucesso de estrutura e audiência, que oferece à emissora o registro em meios impressos de grande circulação nacional, principalmente a partir dos anos de 1930, sobretudo pela possibilidade comercial das rádios no país, com o Decreto 21.111, de 01 de março de 1932, que aprova o regulamento para a execução dos serviços de radiocomunicação no território nacional. A notícias sobre programas e profissionais da estação pernambucana ultrapassam as divisas do território chamado também de Leão do Norte”, afirmou Pedro Serico Vaz Filho, no artigo Rádio Clube de Pernambuco – 1919/2019: Cem anos. Sem esquecimentos. Com excessão da foto de abertura, que é do acervo da Biblioteca do IBGE, e da última foto (que é do Jornal Pequeno), as demais imagens são do jornal O Malho, de 1937, que anunciava a inauguração das novas instalações da Rádio Clube naquele ano. Fachada do prédio de estúdios da Rádio Clube Orquestra na Rádio Clube. A legenda da imagem indicava ser o maestro Nelson Ferreira no piano A foto abaixo é de Oscar Dubeux Pinto, que foi empossado como chefe operador da estação Rádio Clube, em 1925. Esse recorte é de O Jornal Pequeno. Seja pela música, pelo jornalismo ou pelo futebol, a Rádio Clube embalou várias gerações de pernambucanos. Como diziam seus slogans: Quem tem Clube, tem tudo! e Sem Clube, não há futebol *Por Rafael Dantas, repórter da Revista Algomais (rafael@algomais.com | rafaeldantas.jornalista@gmail.com)

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jose roberto brasil

A formação do Brasil evangélico

O pesquisador e reverendo José Roberto de Souza, professor do Seminário Presbiteriano do Norte, explica de forma didática os passos do surgimento dos protestantes no Brasil *Por Rafael Dantas O historiador e doutor em Ciência das Religiões, José Roberto de Souza (na foto acima), destaca que a chegada do protestantismo e o surgimento dos evangélicos, tal qual conhecemos hoje, pode ser classificado em um conjunto de etapas. Os primeiros passos foram no Brasil Colônia, mas há mudanças definidoras para o crescimento evangélico da segunda metade do Século 20. “Há três momentos do protestantismo ainda no período da Colônia, que é o protestantismo de invasão, que acontece entre 1557 e 1558, com a chegada dos franceses na Baía da Guanabara, e depois com os holandeses, no início da primeira metade do Século 17, em 1630, presente aqui no Nordeste. São de invasão porque supostamente aqui pertencia a Portugal”. Após a chegada da família real e da assinatura de alguns acordos com a Inglaterra, aconteceu o segundo momento: o protestantismo de imigração. “Esses protestantes vão ter alguns direitos de professar a fé, mas também limites. Por exemplo, foi prometido que eles não teriam inquisição aqui, mesmo sendo um país predominantemente católico. Eles também vão poder realizar o seu culto, com limites”, conta o historiador. Eles não podem construir templos, não podem pregar para que alguém se converta, nem fazer uso de alguns objetos que simbolicamente pertencem a igreja católica, como sino e a cruz. Só em meados do Século 19 é que chegam os primeiros missionários com o objetivo mais claramente de expandir o evangelho entre os brasileiros. Esse terceiro momento é classificado como o protestantismo de missão, ainda exclusivo das igrejas do chamado protestantismo histórico (presbiterianas, batistas, congregacionais, entre outras). Nesses períodos, o catolicismo era a religião oficial do País, que só se torna laico com o advento da República (1889), mas especificamente com a primeira Constituição (1891). “Esses protestantes não foram expulsos porque eles não vieram só com a Bíblia. Assim, eles não teriam sido aceitos. Eles vêm, acima de tudo, para oferecer o seu ofício. Havia missionários médicos, aqui em Pernambuco, por exemplo, chegou um doutor. Esse trabalho protestante vai ser aceito porque vai abrir escolas e hospitais, isso tudo gratuitamente. Então, para a Coroa era interessante ter a presença desses grupos”, explica José Roberto. No início do Século 20 vai nascer no País, com a Congregação Cristã do Brasil e com a Assembleia de Deus, o pentecostalismo, que é majoritário atualmente. Na década de 1950 há uma segunda onda do pentecostalismo, mas ainda com o surgimento de poucas denominações, como a Igreja do Evangelho Quadrangular, a Igreja O Brasil para Cristo e a Igreja Pentecostal Deus é Amor. Na década de 1970, porém, é o berço do chamado neopentecostalismo, quando surgem uma maior diversidade de grupos religiosos. “Enquanto a primeira onda do pentecostalismo era marcada pela ênfase à glossolalia (que é a prática de falar em ‘línguas estranhas’), a segunda onda foi caracterizada pela ênfase nos milagres de cura divina. Já o neopentecostalismo é marcado pelo exorcismo e pela teologia da prosperidade”, explica o historiador. Embora algumas denominações históricas sejam numerosas, como os batistas e presbiterianos, são os pentecostais e neopentecostais que puxaram o crescimento do Brasil evangélico nos últimos anos, com o uso mais incisivo dos meios de comunicação e com a presença dominante nas representações políticas. *Rafael Dantas é repórter da Revista Algomais (rafael@algomais.com | rafaeldantas.jornalista@gmail.com) LEIA TAMBÉM A fé que cresce nas periferias

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Natal 2022 Gravata

Prefeitura de Gravatá Promete um Natal de 30 Dias Cheio de Novidades

A Prefeitura de Gravatá se prepara para realizar o Natal de Gravatá 2023 – A Caminho do Amor, que promete ser um evento espetacular com um mês repleto de atividades culturais gratuitas, indo de 25 de novembro a 25 de dezembro. A celebração natalina se estenderá até a segunda semana de janeiro, após o Dia de Reis, quando a decoração será removida. O evento tradicional do calendário turístico de Pernambuco tem a expectativa de atrair cerca de 250 mil pessoas a Gravatá e gerar uma movimentação financeira estimada em R$ 150 milhões. O Natal de Gravatá 2023 promete encantar a todos com uma variedade de atrações, incluindo uma parada natalina especial, um túnel iluminado de 400 metros na Rua Duarte Coelho, apresentações em minipalcos, boa gastronomia, artesanato, moda e móveis disponíveis para apreciação. Haverá também uma Vila Natalina da Assistência Social, com a Casa do Papai Noel, apresentações culturais, recreação para crianças e um concurso de Pinheiros Natalinos. Prefeito Padre Joselito Gomes “Uma soma de esforços está sendo feita para viabilizar a realização desse grandioso evento. O Natal de Gravatá 2023 segue com o tema “A Caminho do Amor”, visto que tal slogan traz o verdadeiro significado do Natal, que é o nascimento do Menino Jesus, e com isso, os ensinamentos deixados por ele, o amor. Mesmo com toda dificuldade financeira enfrentada pelos municípios, através de parcerias estamos conseguindo viabilizar nosso Natal, que promete ser o mais bonito de nossa história. A cidade estará iluminada e ainda mais aconchegante para receber a todos”. Marllon Lima, Secretário de Turismo, Cultura, Esportes e Lazer, “Estamos muito felizes em encerrar este ano de 2023, que foi tão desafiador, conseguindo realizar um evento tão bonito. O Natal também é nossa alta temporada para o turismo e por isso todo o empenho da Prefeitura em realizar esta festa. Temos muitas novidades, como o Expresso Natalino e a volta da parada natalina, que foi um pedido especial dos comerciantes. Queremos que os visitantes venham à cidade se divertir e possam fazer aqui também as suas compras de Natal”. Confira a programação completa do Natal de Gravatá 2023 – "A Caminho do Amor". Programação: Tardes no Polo (Polo Moveleiro) – 16h Palco É Natal (Prefeitura Municipal) – 19h30 Desfile Natalino: "Em Busca da Estrela de Natal" - 19h30 Espetáculo de Ballet Aéreo – 19h30 Vila Natalina – 01, 02, 08, 09, 15, 16, 21, 22, 23, 24 e 25 – 18h

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orquestra crianca cidada 6

Orquestra Criança Cidadã apresenta concerto especial antes da viagem ao Vaticano

No próximo domingo, 29 de outubro, a Orquestra Jovem Criança Cidadã realizará um concerto especial no Paço do Frevo, no Recife Antigo. O evento é dedicado ao repertório que será apresentado nos Concertos pela Paz diante do Papa Francisco, nos dias 3 e 4 de novembro, marcando o início da viagem ao Vaticano do grupo de músicos selecionados. Sob a regência do maestro José Renato Accioly, o setlist inclui peças de compositores renomados, como Händel, Vivaldi, Villa-Lobos, Leontovich, Bach, Franck, Rachmaninov, Piazzolla, Clóvis Pereira e Ary Barroso. Os Concertos pela Paz são uma iniciativa da Charis Internacional, em parceria com a Orquestra Criança Cidadã e com o apoio da Fondazione Cavalsassi e da Comunidade Obra de Maria. O projeto envolve a participação de músicos russos, ucranianos e italianos em prol da paz entre as duas primeiras nacionalidades, atualmente. A violista e monitora Bruna Stefani, 21, expressa grande expectativa para a apresentação pré-viagem. "Acredito que esse concerto transmitirá ao público um vislumbre do que será vivenciado no Vaticano. O repertório é belo, e sei que a plateia se emocionará. Minhas expectativas são as de transmitir paz, leveza e alegria, tanto aqui no Recife quanto em Roma. Acredito que a música possui o poder de unir, o poder de transformar. Aqui no Recife, assim como em Roma, uniremos pessoas e tornaremos seus dias mais leves e serenos", afirma. O concerto terá início às 17h e a entrada é gratuita, aberta a todos os públicos. No entanto, é necessário se inscrever previamente através do link https://forms.gle/Kb1Cg9UTnM3C8s876. O calendário completo da Orquestra Criança Cidadã em 2023 está disponível online no site do projeto social: https://orquestracriancacidada.org.br/concertos. A Orquestra Criança Cidadã é sediada nas instalações do 7° Depósito de Suprimento do Exército Brasileiro e é um projeto realizado com incentivo do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), contando com o patrocínio master da Caixa Econômica Federal, patrocínio sênior dos Correios e realização da Funarte e do Governo Federal. SERVIÇO Concerto Especial Orquestra Jovem Criança Cidadã — Repertório da Viagem ao Vaticano

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15ª Edição do Hollywood Brazilian Film Festival abre com filme pernambucano

O Hollywood Brazilian Film Festival (HBRFF) divulgou sua programação para a edição de 15 anos, que ocorrerá em Los Angeles, Califórnia, de 6 a 11 de novembro. Este renomado festival, que anualmente destaca o melhor do cinema brasileiro, promete apresentar uma seleção cuidadosamente curada de filmes nacionais premiados em grandes festivais internacionais, como Cannes, Berlinale e Tribeca. A fundadora e diretora executiva do festival, Talize Sayegh, expressou seu entusiasmo em proporcionar aos espectadores uma visão autêntica da cultura brasileira por meio do cinema, destacando o talento dos cineastas do Brasil. O festival abrange uma ampla gama de produções, incluindo filmes como "Retratos Fantasmas" de Kleber Mendonça Filho, que foi escolhido para representar o Brasil na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar, além de outros filmes premiados e aclamados internacionalmente. O longa fará a abertura do festival. Além das exibições de filmes, o festival apresentará o "HBRFF Diversity & Inclusion Initiative" em parceria com a SPCINE, destinado a apoiar e fornecer uma plataforma para cineastas afro-brasileiros, indígenas e membros da comunidade LGBTQIA+ na indústria cinematográfica. Essa iniciativa visa promover a diversidade e inclusão em Hollywood. Os ingressos e a programação completa do HBRFF estarão disponíveis em breve no site oficial do festival.

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