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Chlorum Solutions

Banco do Nordeste investe R$ 220 milhões na modernização de indústria química em Igarassu

Financiamento vai impulsionar projeto sustentável da Chlorum Solutions, com tecnologia limpa e geração de empregos na Região Metropolitana do Recife O Banco do Nordeste (BNB) firmou um contrato de financiamento no valor de R$ 220 milhões com a Chlorum Solutions para ampliar e modernizar sua planta industrial em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. A unidade, que emprega cerca de 160 trabalhadores diretos, é responsável pela produção de cloro-álcalis, insumo essencial para empresas de tratamento de água e esgoto e para diversas indústrias locais. Substituição do mercúrio e ganhos ambientais Além do aporte do BNB, o projeto contará com R$ 86 milhões em recursos próprios da empresa. A modernização inclui a substituição do processo produtivo que utiliza mercúrio por uma tecnologia à base de membrana, mais limpa e eficiente. Essa mudança elimina os riscos associados ao uso do mercúrio, protegendo a saúde humana e o meio ambiente das emissões do agente químico e seus compostos. Geração de empregos e remediação ambiental Durante a execução das obras, a ampliação da planta deverá gerar cerca de 250 empregos diretos. Após a conclusão, a unidade que utiliza mercúrio será desativada antes do prazo determinado pela Convenção de Minamata, e a área passará por um processo rigoroso de remediação ambiental, seguindo padrões internacionais de segurança. Inovação e sustentabilidade no setor químico “Nossa planta de Pernambuco será uma das mais modernas do país na produção de cloro, principal insumo de várias outras indústrias de produtos químicos. A atualização dessa operação com a tecnologia de membrana, a mais limpa e eficiente disponível, segue o padrão praticado pela Chlorum desde o início de suas operações, garantindo o fornecimento desses insumos essenciais”, explica Rodrigo Duque, diretor de Operações Norte e Nordeste da Chlorum Solutions. Impacto social e econômico para Pernambuco O superintendente do BNB em Pernambuco, Hugo Luiz de Queiroz, destaca que o investimento trará ganhos sociais e ambientais significativos. “Esse investimento vai tornar a unidade em Igarassu muito mais moderna e sem riscos ambientais e também vai proporcionar a sustentabilidade de uma cadeia de empresas no estado que utilizam os produtos da Chlorum em seus processos produtivos, mantendo emprego e renda em diversos municípios pernambucanos”, afirma Hugo Queiroz

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O que faz teus olhos brilharem?

*Por Manu Siqueira Outubro de 2025. Belo Horizonte. Depois de alguns dias de férias colecionando histórias por Inhotim, Ouro Preto, Mariana e Lavras Novas, chego finalmente a BH para conhecer pessoalmente Marina. Marina Mendes, ou Sá Marina, como ela gosta de ser chamada. Virtualmente, já éramos amigas há, pelo menos, seis anos. Marina vivia em Toulouse, na França, onde mostrava seu cotidiano no Instagram e todas aquelas pâtisseries maravilhosas. Eu, que amo doces, tratei logo de segui-la, depois de ver seu perfil compartilhado por uma amiga. Chegamos a ensaiar um projeto juntas, veio a pandemia, o projeto foi engavetado, mas a amizade seguiu firme e forte. Uma série de acontecimentos me levou a querer estar em Minas Gerais este ano. E, claro, com Marina. Esperei ela lançar seu evento, o Origem, para, a princípio, fazer uma surpresa. Passagens compradas e voilà: rumo a esse encontro tão esperado por mim. No local do Origem, uma experiência que reúne os cinco sentidos, Marina desceu as escadas acompanhada por um sanfoneiro, que tocava um forrozinho. A sensação foi de voltar pra casa, pra um aconchego que parece que só o Nordeste tem. Marina, que é baiana, arriscou uma cantoria improvisada, com poemas e causos do homenageado da noite: Ariano Suassuna. Eu não sabia disso. Meus olhos marejaram instantaneamente. Fui vizinha de Ariano no começo dos anos 2000, quando morava em Casa Forte, na zona norte do Recife. A noite, que misturava sons, sabores, cenas e cheiros, ficou ainda mais especial com um convite: trocarmos de lugares e criarmos conexões. Marina, irradiando uma luz tão forte, preparava os pratos ali mesmo, na nossa frente, enquanto nos divertíamos e conversávamos com o recém-conhecido ao lado. Uma noite memorável, longa, gostosa, degustada gole a gole. Em um dado momento, ela lança: “O que faz teus olhos brilharem?” Todo mundo tinha que responder. Eu fui uma das últimas. Fiquei meio em pânico com a pergunta simples, mas profunda. Aliás, aqui em casa, na porta de entrada, tenho uma plaquinha que diz: “Te desejo brilho nos olhos.” Voltando à pergunta, eu não sabia o que responder. Tava meio apavorada. Todo mundo estava dando respostas tão bonitas, e eu simplesmente não sabia o que dizer. Pensei: faz muito tempo que não sinto meus olhos brilharem. Faz tempo que não me jogo em algo novo, que não subo no palco pra cantar com meu cantor preferido, que não tenho um projeto que me deixe eufórica, que não me arrisco em paixões fulminantes, que não descubro uma nova arte. Aquela pergunta me paralisou por um momento. Será que todas nós estamos meio assim? Meio sem brilho nos olhos? Respondi que, mesmo diante da perversidade humana, algo que me faria brilhar os olhos seria voltar a acreditar no ser humano. Voltar a acreditar que um dia a paz vença a guerra e que viver seja só festejar, como bem diz a música. Voltei para o hotel cheia de brilho nos olhos. Dois dias depois, fui me despedir de Marina. Ela me recebeu em sua casa, seu lugar sagrado no mundo. Um espaço tão impregnado dela, não só na decoração e no piso de ardósia, mas também em toda a atmosfera. Café quentinho, coado na hora; bolinho de fubá com coco e pão de queijo com mel para “chunchar”. Ela contou que conheceu Vitinho, seu marido, aos 16 anos, e que pediu muito a Deus para ter uma filha diferente. E teve. Eduarda, uma encantadora menina de 13 anos, é “fora da caixa”. Vocalista de uma banda de rock, ela ama arte, idiomas e natureza. Não faz dancinhas no TikTok nem tutoriais de maquiagem na internet. Está preocupada com o futuro do planeta e com como vamos reverter os males ambientais da Terra. É emocionante vê-la falar da filha! Acho que a vida é, sim, a arte dos encontros. Despedi-me de Marina, no portão da casa dela, com a nítida impressão de que já nos conhecíamos. E o melhor: com a certeza de que uma amizade pode se construir longe ou perto, mas, se ela se constrói dentro, essa nunca mais se esvai. *Manu Siqueira é jornalista

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Pernambuco lidera geração de empregos no Nordeste em setembro

Estado cria 15,6 mil vagas formais e alcança o terceiro maior saldo do Brasil, com destaque para a indústria e construção civil Pernambuco encerrou setembro de 2025 com a criação de 15.602 empregos formais, segundo dados do Novo Caged. O resultado colocou o estado na liderança do Nordeste e na terceira posição nacional em geração de vagas com carteira assinada, consolidando o bom momento da economia pernambucana. “Pernambuco volta à liderança na geração de emprego no Nordeste e está novamente entre os três primeiros do Brasil. Isso não é por acaso. É fruto de um trabalho forte do nosso time para fortalecer o ambiente de negócios e assim atrair novas empresas e fortalecer as que já atuam por aqui, promovendo geração de emprego e renda em todas as áreas da economia”, afirmou a governadora Raquel Lyra. Indústria puxa resultado do mês Entre os setores, a indústria foi o destaque com 8.367 novas contratações, seguida pela agropecuária (2.814) e pela construção civil (2.354). O comércio e os serviços também contribuíram para o saldo positivo, com 1.217 e 850 vagas, respectivamente. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti, os números comprovam o avanço do estado. “Pernambuco está diversificando sua economia, atraindo investimentos e criando oportunidades em todas as regiões. O ambiente de negócios está mais favorável a quem quer produzir e gerar emprego”, afirmou. Políticas integradas de qualificação e empreendedorismo No acumulado de janeiro a setembro, Pernambuco soma 61.620 novos empregos formais, reflexo de um esforço contínuo para ampliar as oportunidades. Desde 2023, já foram 172,7 mil empregos criados em todo o estado. O secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Manuca de Zé do Povo, destacou o papel da qualificação. “O Governo de Pernambuco tem atuado de forma integrada para que o crescimento econômico se traduza em oportunidades reais. Temos levado qualificação, intermediação de mão de obra e incentivo ao empreendedorismo a todas as regiões do Estado”, ressaltou. Construção civil e indústria lideram crescimento anual Os principais motores do desempenho anual foram a construção civil, que abriu 12.163 vagas e cresceu 55,8% em relação a setembro de 2024, e a indústria, com 8.008 contratações e avanço de 50%. Serviços, agropecuária e comércio também mantiveram saldos positivos, reforçando o dinamismo e a diversificação da economia pernambucana.

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TRENO CAPA

Pesquisa Fecomércio-PE: mercado fitness se reinventa em Pernambuco com novos públicos e desafios de fidelização

Pesquisa da Fecomércio Pernambuco revela que a maioria dos alunos começou a treinar após 2020 e que cresce a presença de mulheres e pessoas acima dos 50 anos O mercado de academias em Pernambuco vive um momento de expansão e diversificação, impulsionado pela crescente valorização da saúde, do bem-estar e da estética corporal. É o que mostra a pesquisa especial realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE) em parceria com o Sebrae-PE, com apoio do Cref-PE, do Sincad-PE e da Acad Brasil. O estudo ouviu mil pessoas no estado, entre usuários e não usuários de academias, e reuniu também as percepções de empresários e gestores do segmento, apontando mudanças significativas no comportamento dos consumidores e nos modelos de negócio do setor. De acordo com o levantamento, dois terços dos atuais frequentadores começaram a praticar atividades em academias entre 2020 e 2025, com destaque para o aumento de novos alunos nos últimos dois anos. O movimento reflete a consolidação de hábitos adquiridos no pós-pandemia, a ampliação da oferta de academias com modelos acessíveis e a popularização de programas corporativos voltados ao bem-estar dos colaboradores. A pesquisa demonstra ainda um aumento de mulheres e pessoas com mais de 50 anos nesse universo. Entre os usuários 50+, 15,2% iniciaram recentemente as atividades, enquanto outros 38,6% frequentam academias desde antes de 2020, um público que valoriza especialmente a manutenção da mobilidade e a prevenção de doenças crônicas. Já entre os jovens de 18 a 29 anos, 75% começaram a frequentar academias nos últimos cinco anos, configurando uma geração que busca modalidades variadas e experiências de treino mais digitais e interativas. Motivações As principais motivações para a prática incluem fortalecimento ou definição muscular (70,3%), emagrecimento (46,1%) e bem-estar mental (31%), sinalizando uma mudança na percepção do setor, que passa a ser visto não apenas como espaço de performance física, mas também de cuidado integral com a saúde. Outro dado relevante é que 44,9% dos usuários estão há até um ano na mesma academia, apontando para desafios de fidelização. A qualidade da estrutura física, a organização do espaço e o acolhimento dos profissionais aparecem como fatores mais valorizados pelos frequentadores, à frente até mesmo ao preço. A faixa de mensalidade considerada justa pela maioria dos entrevistados (58,1%) varia entre R$101 e R$200, reforçando que o diferencial competitivo está menos no valor cobrado e mais na experiência oferecida. Redes sociais e suplementação O estudo também revelou uma forte conexão entre o treino e o consumo de suplementos alimentares: 73,5% dos praticantes afirmam consumir produtos como creatina e whey protein, com um terço deles gastando mais de R$200 por mês. Além disso, metade dos usuários busca informações sobre saúde e atividade física nas redes sociais, evidenciando o papel estratégico das plataformas digitais na atração e retenção de clientes. Entre os não usuários, metade já frequentou academias anteriormente, sendo que 50% interromperam as atividades em 2024 ou 2025, indicando potencial de reengajamento. O levantamento evidencia também que 59,3% dos não usuários praticaram algum tipo de atividade física no último ano, especialmente caminhadas e corridas. Entre os inativos, 25% manifestam interesse em iniciar uma rotina em academias, mas o preço e a localização seguem como os principais fatores de decisão. Setor em transformação Do ponto de vista empresarial, o estudo destaca que o setor de academias em Pernambuco vem passando por transformações. Para os gestores ouvidos, houve um avanço na conscientização sobre os benefícios da atividade física e aumento da procura por modalidades como treinamento funcional, pilates, yoga, lutas e programas voltados ao público 50+. No entanto, o custo médio das mensalidades, que representa cerca de 10% do salário-mínimo, e a alta carga tributária ainda limitam o crescimento do setor. A expansão de grandes redes de academias de baixo custo também tem acirrado a concorrência, exigindo que os pequenos empreendedores busquem diferenciação por meio de nichos, atendimento personalizado e serviços integrados de saúde e bem-estar. Tecnologia e inovação O levantamento aponta ainda que as tendências tecnológicas devem transformar o segmento nos próximos anos. Ferramentas de inteligência artificial, aplicativos de treino, plataformas digitais e realidade aumentada são vistas pelos empresários como oportunidades de aprimorar a experiência dos clientes e ampliar o valor percebido pelos serviços. Para os especialistas, a integração entre tecnologia, personalização e acolhimento será determinante para fidelizar um público cada vez mais exigente e conectado. “O estudo evidencia que o mercado de academias vive um processo de transformação profunda, impulsionado por novos perfis de consumidores e por tendências que unem tecnologia, bem-estar e saúde. O grande desafio dos empresários pernambucanos é acompanhar esse movimento e ajustar seus modelos de negócio a uma realidade mais inovadora e competitiva. Trata-se de um setor com enorme potencial de crescimento, capaz de gerar empregos, movimentar a economia e contribuir para uma sociedade mais saudável”, destaca Bernardo Peixoto, presidente do Sistema Fecomércio.

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Natascha

Obesidade na gestação traz inúmeros riscos para a saúde da mãe e do bebê

Obstetra Natascha Fox diz que a prevenção deve começar antes da gestação A obesidade e o sobrepeso são problemas de saúde pública, sendo considerados uma “pandemia” pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dados do Ministério da Saúde e outras fontes atestam que a prevalência da obesidade entre adultos, no país, mais que dobrou, passando de 11,9% em 2006 para 22,4% em 2021. No mesmo período, a taxa de sobrepeso subiu de 37,3% para 58,8%. “São números alarmantes que afetam especialmente mulheres em idade reprodutiva, com a gestação entre os fatores de risco”, alerta a ginecologista e obstetra do Grupo MaterCore, Natascha Fox. Considerada uma doença crônica e multifatorial, a obesidade não tem cura definitiva. Por isso, o controle de peso antes e durante a gestação é essencial, trazendo efeitos benéficos na própria gravidez e na saúde do bebê. Os riscos da obesidade gestacional são diversos. Dentre eles, está o aumento de complicações antenatais, intraparto, pós-parto e neonatais. “Esses problemas elevam as chances de doenças como diabetes gestacional, hipertensão e pré-eclâmpsia, além dos riscos de indução do trabalho de parto, cesarianas, hemorragia puerperal e crescimento intrauterino restrito”, explica Natascha. A obesidade materna também pode gerar recém-nascidos grandes ou pequenos demais para a idade gestacional. A criança também pode ter complicações como dislipidemia, hipoglicemia neonatal, trauma fetal, defeitos do tubo neural, sofrimento fetal, prematuridade e até risco aumentado de aspiração de mecônio. “Sem falar que a taxa de malformações fetais é maior em mulheres obesas”, comenta a obstetra. PREVENÇÃO – Segundo a médica, para prevenir a obesidade é indispensável cuidar da alimentação antes da gestação. A tentante deve manter hábitos alimentares saudáveis, seguindo ingestão calórica apropriada e praticar atividades físicas. “Para controlar o peso durante a gestação, é importante ter um plano alimentar saudável, seguindo as instruções do obstetra e do nutricionista”, orienta. Para Natascha, a gestante deve monitorar o ganho de peso por meio de intervenções nutricionais e orientação individualizada. Assim, aumentam as chances de um resultado mais favorável e se reduz a morbidade materna e fetal. Quanto à fase de puerpério e amamentação, os cuidados são basicamente os mesmos com uma alimentação rica em produtos in natura. “A paciente deve priorizar pratos à base de legumes, verduras, arroz, feijão e frutas, bem como alimentos ricos em cálcio, carnes, ovos e cereais”, recomenda.  Serviço: Fala que Alimenta oferece formação gratuita para jovens do Recife sobre comunicação e alimentação saudável A Prefeitura do Recife, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Umane e a Angola Comunicação, está com inscrições abertas até 9 de novembro para o Fala que Alimenta. O projeto oferece formação gratuita para jovens de 18 a 29 anos interessados em aprender sobre comunicação, nutrição e alimentação saudável. A iniciativa disponibiliza 60 vagas, priorizando mulheres (cis e trans), pessoas negras, com deficiência, LGBTQIAPN+ e jovens em situação de vulnerabilidade. A formação acontece entre dezembro de 2025 e abril de 2026, com seis módulos presenciais e online. Os participantes terão acesso a temas como segurança alimentar, produção de conteúdo digital, inteligência artificial e comunicação comunitária, além de receber ajuda de custo para transporte, alimentação e recarga de celular. Para se inscrever, é necessário preencher o formulário disponível em bit.ly/inscricoes_falaquealimenta até o dia 9 de novembro. A lista de selecionados será divulgada no dia 17 de novembro no Instagram do projeto (@falaquealimenta) e da Secretaria de Assistência Social do Recife (@sas.recife). Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail contato.falaquealimenta@gmail.com ou pelo WhatsApp (81) 9201-3466. Que tipo de pão pode ser incluindo em uma vida saudável e equilibrada? Especialista explica como incluir o pão nas refeições e o que observar na hora da escolha Um dos alimentos mais amados pelos brasileiros, o pão é também um dos mais malcompreendidos quando o assunto é dieta ou adoção de hábitos mais saudáveis. Mas segundo a Doutora em Ciência dos Alimentos e coordenadora de qualidade/P&D da Ultra Pão Alimentos, Ana Caroline, o problema não está no pão em si, mas no tipo que se consome. Para a especialista, o pão pode fazer parte de uma alimentação equilibrada e estar presente em até duas refeições do dia, como no café da manhã e no lanche da tarde, desde que seja preparado com ingredientes naturais, tenha boa qualidade nutricional e seja consumido em porções adequadas. “O ideal é que o pão tenha farinha integral ou fermentação natural, e que o número de ingredientes seja reduzido. A ausência de conservantes e açúcares adicionados faz toda a diferença no impacto que ele tem na dieta”, explica. Ainda de acordo com a profissional, o segredo está em saber ler o rótulo e entender a diferença entre um pão ultraprocessado e um de fermentação natural. Pães saudáveis X pães vilões da dieta Pães ultraprocessados, com açúcar, gordura vegetal, conservantes e aditivos químicos, costumam ter baixo valor nutricional e alto índice glicêmico, o que causa picos de glicose e sensação de fome pouco tempo após o consumo. Além disso, são produtos que costumam depender de aditivos artificiais para manter textura e durabilidade, o que os torna menos interessantes para quem busca bem-estar e equilíbrio alimentar. Existem no mercado alternativas criadas justamente para transformar essa relação do consumidor com o pão. Produzidos com apenas cinco ingredientes naturais farinha, água, sal, massa madre e fermento natural , esses pães não contêm conservantes, nem gorduras e açúcar adicionados. O resultado é um produto artesanal que cabe em uma rotina equilibrada. De acordo com Ana Caroline, antes de colocar o pão no carrinho, vale observar: Seguindo esses critérios, é possível manter o pão dentro de uma alimentação saudável e balanceada. Ana Caroline é coordenadora de qualidade/P&D da Ultra Pão Alimentos – Leviassa

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Queiroz Cavalcanti Advocacia

Escritório pernambucano recebe cinco reconhecimentos internacionais em 2025

Queiroz Cavalcanti Advocacia reforça liderança nacional com destaque em rankings como The Legal 500, Leaders League e Latin Lawyer 250 O Queiroz Cavalcanti Advocacia (QCA), um dos maiores escritórios do país, recebeu dois novos reconhecimentos internacionais que avaliam a performance jurídica em diferentes áreas do direito empresarial. Com 27 anos de atuação e presença nacional, o escritório pernambucano manteve a liderança regional no The Legal 500 Latin America – City Focus Recife, com os sócios Carlos Harten e Leonardo Cocentino destacados nas categorias Leading Individuals e Next Generation Partners, respectivamente. Avanço nas áreas tributária e corporativa O QCA também conquistou posições de destaque na Leaders League – Transactions & Deals 2026, figurando entre os melhores do Nordeste nas áreas de Tax e Corporate/Commercial. A área tributária do escritório teve ascensão significativa, passando da categoria Excellent para Leading, reforçando o crescimento técnico e estratégico do time. Reconhecimento contínuo no cenário jurídico Com essas conquistas, o escritório já soma cinco reconhecimentos internacionais em 2025. No mês passado, foi incluído na 27ª edição do Latin Lawyer 250, uma das principais publicações jurídicas da América Latina. O QCA também aparece entre os mais admirados do país no ranking da Análise Advocacia Regional e mantém, pelo 14º ano consecutivo, a liderança na Chambers and Partners, considerada a principal publicação do setor jurídico mundial.

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Raízes fortalece o centro do Recife como novo polo de moradia

Empreendimento da Rio Ave e Inspetoria Salesiana aposta em urbanismo inteligente e no conceito de cidade de 15 minutos O Raízes, novo projeto da construtora Rio Ave em parceria com a Inspetoria Salesiana, nasce com a proposta de transformar a relação dos recifenses com o centro da cidade. Localizado entre a Ilha do Leite e a Boa Vista, o empreendimento combina natureza, mobilidade, cultura e inovação para oferecer um modo de vida integrado. A primeira fase do empreendimento, com R$ 304,94 milhões de Valor Geral de Vendas (VGV), nos primeiros dias do lançamento já comercializou 50% das unidades ofertadas (dos 378 apartamentos, 179 já foram vendidos). Ao todo, o projeto terá VGV de R$ 600 milhões. Tradição e inovação lado a lado Com 21 mil m², o Raízes contempla cinco torres residenciais, um edifício empresarial e um mall com seis lojas. O masterplan, assinado por Juliano Dubeux e desenvolvido pela Metro Arquitetura, valoriza áreas verdes e espaços abertos, com destaque para um bosque de oitizeiros que será parcialmente aberto à cidade. Ao todo, o empreendimento oferece 11 mil metros quadrados de áreas verdes. Urbanismo inteligente e sustentabilidade O projeto segue o conceito de uso misto, tendência mundial que aproxima moradia, trabalho, lazer e serviços, reduzindo deslocamentos e estimulando a convivência. Os apartamentos variam de 50 m² a 196 m² e contam com mais de 45 opções de lazer e conveniência. O modelo reforça o ideal da “cidade de 15 minutos”, em que tudo está ao alcance dos moradores — uma proposta que devolve tempo e qualidade de vida às pessoas. Experiência sensorial e tecnologia Para apresentar o empreendimento, a Rio Ave criou um estande no próprio terreno, com sala imersiva, telas interativas e visitas em realidade virtual aos apartamentos decorados. A proposta é fazer o visitante “sentir” o conceito do Raízes com todos os sentidos, reforçando o diferencial de um projeto que une bem-estar, praticidade e pertencimento no coração do Recife. Fabian Bezerra, gerente executivo de projetos da Rio Ave “As pessoas começam a perceber que podem viver bem na cidade, com tudo ao alcance e uma nova qualidade de vida. A gente se inspirou no conceito da cidade de 15 minutos, que devolve o tempo às pessoas — tempo para estar com a família, estudar, viver melhor.”

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Celeiro Delicatessen inaugura em Casa Forte

Novo espaço une padaria, cafeteria, mini mercado, hortifruti e adega, reforçando a tendência de consumo qualificado e integrado no Recife O bairro de Casa Forte, no Recife, recebe a partir desta sexta-feira (24) a Celeiro Delicatessen, um novo conceito de varejo alimentar que combina gastronomia e conveniência em um mesmo endereço. Com 300 metros quadrados de área, o empreendimento reúne padaria, cafeteria, mini mercado, hortifruti e adega de vinhos. Conceito integrado e curadoria de produtos O Celeiro Delicatessen aposta na integração entre alimentação, bem-estar e praticidade, com uma curadoria de produtos que vai do pão francês fresquinho a pães de fermentação natural, doces, bolos, cafés especiais e uma seleção de vinhos nacionais e importados. “Nosso objetivo é oferecer um ponto de encontro que proporcione conforto, qualidade e uma experiência gastronômica completa, desde o café da manhã até o jantar, além de facilitar as compras do dia a dia com produtos selecionados e um atendimento acolhedor”, destaca Ricardo da Fonte, proprietário do espaço. Impulso ao comércio local A proposta também reflete um movimento de valorização do comércio local e de geração de empregos na Zona Norte do Recife. “Queremos ser uma referência na região, integrando alimentação, varejo e bem-estar. A curadoria dos produtos foi pensada para atender às demandas de um público exigente, que valoriza autenticidade, sabor e praticidade”, afirma Amanda da Fonte, sócia do empreendimento. Serviço:📍 Celeiro Delicatessen – Avenida 17 de Agosto, nº 402, Casa Forte, Recife📅 Inauguração: sexta-feira, 24 de outubro🕟 Horário: Coquetel aberto ao público às 16h30🚗 Estacionamento gratuito com mais de 30 vagas

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O que fazer com a energia gerada no interior do Estado?

*Por Geraldo Eugenio O vento e o sol Há alguns dias estive revendo o que representavam o vento e o sol para o semiárido brasileiro até bem pouco tempo. O primeiro era sinônimo de poeira, lixo e pipas ao ar que naqueles rincões eram conhecidas como arraias. Já o sol simbolizava a seca, o calor, as faces enrugadas, a vegetação de cor marrom, o gado magro e o calor escaldante. Nada melhor pode traduzir o que representa essa estrela para o nordestino do que a música Súplica Cearense, de Gordurinha e Nelinho, imortalizada na versão de Luiz Gonzaga e Fagner, de 1984: “Ó Deus, perdoe eu encher os meus olhos de água. De ter-lhe pedido cheinho de mágoa. Pro sol inclemente se arretirar”. Voltando no tempo, Éolo era a representação do vento na mitologia grega, aquele por quem Ulysses, ao chegar a ilha de Eólia, foi recebido muito bem, dando-lhe um saco com todos os ventos, menos o vento que sopraria para oeste, aquele que nosso herói mais precisava. O fato é que o vento é o responsável pelo deslocamento de ar na atmosfera, pela sensação confortável da brisa ou, em sua fúria, aquele que se transforma em ventanias, tufões e ciclones. Ainda com os gregos, Hélio, a representação física do sol, filho dos titãs Hiperion e Teia, partia ao amanhecer com sua carruagem puxada por quatro cavalos alados que cuspiam fogo para depois de uma longa jornada repousar ao oeste, quando a noite batia à porta. O certo é que nem Homero, Cervantes, Camões ou Gordurinha e Nelinho previram a importância que teria o vento e o sol para a humanidade, alguns milhares de anos após Ulysses ziguezaguear por 10 anos até retornar à sua Ítaca. Neste instante, esses dínamos representam a redenção de uma humanidade sedenta de energia elétrica e mecânica para prover locomoção, uso de equipamentos, máquinas, computadores e até internet. O pioneirismo Em Pernambuco nunca é demais refazer a trajetória do professor e empresário Everaldo Feitosa, pioneiro em crer na eficácia da energia eólica. Um professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UFRPE que, em 2000, há 25 anos, fundou a empresa Eólica Tecnologia, atualmente controladora de vários parques eólicos nos estados da Paraíba, Pernambuco e Bahia, e que, atualizando-se no mundo de negócios corporativos, surgiu em julho de 2025 com a Eólica Energy Bank, uma incorporadora e gestora de investimentos no ambiente de energia renovável. Recentemente, Everaldo nos presenteou com uma palestra em um evento do CREA/CTP, realizado em Serra Talhada, sobre esse tema quando nos informou que, caso considerássemos a região Nordeste como um país, este seria o segundo maior produtor per capita de energia renovável, após a China. Um segundo personagem merecedor de reconhecimento nessa saga é o empresário cearense Mário Araripe. Em 1994, fundou uma empresa automobilística, a Troller, vendida à Ford em 2006, e criou em 2007 a Casa dos Ventos, consolidando-a como referência nacional em energia eólica. A Casa dos Ventos é responsável atualmente, de modo direto ou em associação com outros grupos conglomerados, por uma produção de energia que excede 30 GW, em todo o Brasil, com destaque para o complexo Santa Brígida, entre Caetés e Paranatama, em Pernambuco. Parques de produção Em se tratando de energia eólica, os sítios mais expressivos de produção se encontram no interior do Estado. Destacando-se a Santa Brígida, no Agreste Meridional, o parque instalado em Itacuruba, no Sertão de Itaparica, e a produção na Chapada do Araripe, abrangendo os estados do Piauí, Pernambuco e o Ceará. Quanto à energia solar, o fato mais destacado é o município de São José do Belmonte ter se transformado no principal centro produtor e um dos que têm atraído investimentos na ordem de bilhões de reais para a região. Um outro exemplo de parques com produção e distribuição em escala é o município de Flores, no Sertão do Pajeú. Do ponto de vista da produção difusa, seja empresarial ou familiar, o que se vê é um crescimento exponencial ocorrido nos últimos cinco anos com a operação de centenas de micro e pequenas empresas, o que, além da energia em si, traz milhares de empregos e aquece os negócios em todas as regiões do Agreste e do Sertão. Não é à toa que na região Nordeste a produção de energia eólica e solar soma aproximadamente 30 GW de potência instalada ou o equivalente a mais de duas hidrelétricas de Itaipu que conta com uma capacidade instalada para, quando em total operação, gerar 14 GW de energia. Energia em excesso, algo insano Desde 2024 circulam-se matérias que trazem um fato apresentado como ameaça. O excesso de produção de energia e a pressão sobre a liquidez das empresas que investiram no setor. Há de se considerar que se a discussão girasse em torno de débito de produção, como ocorreu nos dois últimos anos do governo do presidente Fernando Henrique, forçado a criar o “Ministério do Apagão” tudo bem, mas é algo incompreensível dizer que contar com energia, alimento, petróleo, ferro, aço em excesso é fator negativo. Certamente Pernambuco e o Nordeste não pretendem ser o sítio produtor de energia elétrica a ser consumida em outras regiões do País. Logo, cabe a suas lideranças, no âmbito do Programa Nova Política de Industrialização do Brasil, construir mecanismos e atrativos que não sejam uma guerra autofágica tributária entre os estados para atrair indústrias, empregos e prosperidade. Há de se ver que o atrativo para apoiar a isenção fiscal das lojas de apostas, conhecidas como bets (e bancos), talvez seja mais tentador, mas seria racional e decente se a energia dissipada em causas menos nobres fosse transferida para fins mais nobres. Seja em Pernambuco ou qualquer outro estado nordestino.

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Heudes Regis 2 JCPM

Vontade de crescer: Grupo JCPM anuncia nova estrutura e aposta em expansão no Nordeste

Holding JCPMPar concentrará decisões estratégicas; novo CEO assume área de shopping centers e grupo projeta avanços imobiliários. Foto: Heudes Régis No ano em que celebra 90 anos de fundação, o Grupo JCPM inicia uma nova fase ao anunciar mudanças na sua estrutura organizacional. As decisões estratégicas passam a ser concentradas na holding JCPMPar – Participações e Empreendimentos S.A., que contará com um Conselho de Administração formado por seis integrantes, presidido por João Carlos Paes Mendonça. A reestruturação visa fortalecer a governança e preparar o grupo para novos investimentos nos setores de shopping centers, construções, incorporação e comunicação, além de ampliar os projetos de compromisso social desenvolvidos pelo Instituto JCPM e pela Fundação Pedro Paes Mendonça. Expansão com foco no setor de shopping centers O segmento de shoppings, principal área de atuação do grupo, passa a ter uma gestão dedicada com a criação da empresa JCPM Shopping Centers, que agora conta com um CEO exclusivo para a operação. O executivo Sérgio Moraes Vieira Filho, pernambucano de 43 anos com carreira internacional na Coca-Cola, assume o comando da área. O objetivo é consolidar um modelo de gestão mais focado e padronizado nos estados onde o grupo atua: Pernambuco, Sergipe, Bahia e Ceará. “Nós queremos é crescer com os shoppings, que é mais lento, porque os investimentos são enormes. As oportunidades são muito poucas para você. É crescer os shoppings, mas nós estamos investindo mais de 100 milhões este ano”, afirmou João Carlos. Novos horizontes no mercado imobiliário Além da expansão dos shoppings, o grupo aposta no setor imobiliário com projetos de torres empresariais e o Condomínio Praia de Guadalupe, em Sirinhaém, no Litoral Sul de Pernambuco. O empreendimento tem 1,2 milhão de metros quadrados e já recebeu mais de R$ 120 milhões em infraestrutura. “Vamos lançar no próximo mês, já com a infraestrutura muito forte e pronta. Vamos crescer e queremos objetivar as operações, cada um olhando o seu mundo e não o mundo misturado”, destacou o empresário, reforçando a visão de descentralização operacional e foco em resultados. Desafios econômicos e visão sobre o Nordeste Mesmo com o otimismo em relação aos investimentos, João Carlos faz uma leitura crítica do cenário econômico nordestino. “Estamos longe de uma boa fase do Nordeste ainda, mas nós estamos vendo que Pernambuco tá querendo”, disse. Para ele, a falta de infraestrutura é o principal gargalo da economia regional. “Passamos muitos anos sem criar estradas. Criamos a BR-232 com Jarbas Vasconcelos e, de lá para cá, não vi crescimento nessa área, que é fundamental.” Em pauta com a Algomais: “Pernambuco precisa acreditar em Pernambuco.” O que levou o grupo a fazer essa mudança na estrutura organizacional? “Vontade de crescer. Nós queremos é crescer com os shoppings, que é mais lento, porque os investimentos são enormes. Estamos investindo mais de 100 milhões esse ano. Muito mais em tecnologia e pequenas adaptações dos shoppings. Isso é importante e vamos crescer muito também agora no mercado imobiliário, com algumas torres empresariais.” Como essa nova governança impacta a estratégia de crescimento? “Cada um vai focar a sua área. A área de shopping tem que tratar muitas pessoas, não é tijolo e pedra, são pessoas, é cliente, é lojista, é funcionário. Isso é muito importante, é uma visão diferente de quem é da construção. Nós queremos fortalecer o nosso negócio principal, que é shopping, porque nós somos vocacionados para tratar com pessoas.” Qual é a avaliação do senhor sobre o momento econômico do Nordeste e de Pernambuco? “Estamos longe de uma boa fase do Nordeste ainda, mas nós estamos vendo que Pernambuco tá querendo. Em Pernambuco já aconteceu isso, na Bahia aconteceu, no Ceará aconteceu. Nós demos uma paradinha realmente, mas acho que agora ele tá querendo. O leão do Norte tem que novamente estar presente. Vamos ver se agora a gente consegue dar uma andada. Os investimentos estão começando a surgir, a área metropolitana começa a receber uma carga boa, todo Sertão e Agreste estão se desenvolvendo, e é isso que precisamos. Pernambuco precisa acreditar em Pernambuco.”

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