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Gente & Negócios: cafés especiais e pães artesanais conquistam paladar do recifense

 Pacha Mama aposta nos pães artesanais Casa de pães e cafés especiais, com preferência para produtos artesanais, de pequenos produtores e alta qualidade. Essa é a proposta da Pacha Mama, recém-inaugurada no bairro do Espinheiro. O empreendimento pelos sócios Pedro Stor e Thais Stor demorou um ano de gestação das ideias e formatação do negócio. Mas está caindo no gosto do público da Zona Norte. De acordo com Pedro, a ideia inicial era um estabelecimento para vender apenas pães artesanais. Depois chegou a ideia de agregar um café especial. Por fim, a comercialização de produtos como manteigas, geleias e queijos dentro desse perfil gourmet e, sempre que possível, orgânico. Os pães são produzidos em um processo de longa fermentação. Descansam de um dia para o outro, garantindo um diferencial no sabor que é um dos carros chefes da empresa. São 32 tipos de pães fabricados na casa que também são usados nos sanduíches e pratos a serem consumidos na casa. Thais destaca que a recepção do público aos produtos da casa tem sido animadoras. A Pacha Mama fica na Rua Santo Elias, 261, no Espinheiro. O estabelecimento abre de terça a sábado, das 11h, às 20h. E no domingo de 9h às 13h. Vale a pena conferir! Um ano de inovações no Grão Cheff Marcelo Carrilho comemora o desempenho da Grão Cheff, que completou um ano há pouco tempo e já tem um público consolidado. A casa na Rua da Hora, 497, recebe 3,4 mil clientes por mês. “O café especial é um produto novo e inovador. Inovamos o tempo todo”. Um dos esforços do empreendedor é de trazer lotes exclusivos de pequenos produtores. Recentemente trouxe uma variedade de um pequeno produtor da Chapada da Diamantina, que trás um sabor mais exótico, com notas de ameixa madura e de rapadura.  “Estamos sempre procurando variedades diferentes dentro do universo do café especial. Com essas diferenças começamos a dar ao cliente a possibilidade dele perceber que esse produto tem variáveis infinitas, igual ao DNA”. Os produtos torrados na própria cafeteria ganham a marca própria, a Qahwa. A casa incentiva não apenas o consumo desses cafés no espaço, como levarem para casa e experimentarem preparos em casa. Um dos acertos do espaço foi investir em uma cartela especial de pratos para almoço, que combinam bem com seus cafés. Marcelo afirma que percebeu nas suas pesquisas que os cafés esvaziavam-se na hora do almoço. Daí buscou uma gastróloga para fazer uma harmonia entre a estrutura da casa e um menu de almoço de qualidade, que combinasse com a proposta do Grão Cheff. Além de pratos saborosos, eles tem toques de regionalidade. Alguns incluindo o próprio café no preparo. Grupo 3corações lança microlote especial na Cafeteria Santa Clara Hoje, dia 7 de agosto, o Grupo 3corações, lança na Cafeteria Santa Clara, em Graças, Recife, o microlote campeão do ‘Prêmio Região do Cerrado Mineiro’, produzido na fazenda São Silvestre, localizada em Minas Gerais. Com processamento natural, corpo cremoso e características florais, o produto, Reserva da Família Microlotes, será lançado em um evento que reúne especialistas e convidados para um workshop sobre cafés especiais e métodos de preparo. Na região as ações da marca são lideradas pelo gerente regional Niwton Henrique. O Café é da variedade Icatu Amarelo e faz parte da linha de cafés especiais da marca. A bebida tem sabor frutado, apresenta acidez cítrica e notas de mel, melaço e cana de açúcar, e estará disponível na Cafeteria Santa Clara enquanto durarem os estoques. O café pode ser degustado em três diferentes métodos de extração: expresso, que potencializa seus sabores e aromas, prensa francesa que potencializa seu corpo e doçura, e V60, que revela maior acidez e delicadeza. Microlotes são cafés com volume mínimo de uma saca de 60kg e máximo de 21 sacas, tratados com o máximo cuidado pelo produtor, e desenvolvem características particulares, que variam de acordo com a safra, variedade, microclima e processamento. Quando participam de concursos de qualidade, os cafés são avaliados por um corpo de juízes profissionais, e premiados pelo seu destaque em qualidade, sendo um concurso nacional uma vitrine para o produtor em todo o país, e também internacionalmente.        

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Super Mix começa dia 21 confiante na retomada do consumo

A Super Mix,  maior feira setorial do Norte/Nordeste de atacadistas e supermercadistas, acontece de 21 a 23 de agosto, no Recife embalada pela perspectiva da retomada de crescimento do consumo. “Estamos confiantes de que esta 13ª edição da feira será um sucesso, porque o setor voltou a crescer um pouco. No primeiro semestre, este crescimento foi de 1% em relação ao anterior, e temos percebido que o consumidor está comprando mais”, estima José Luiz Torres, presidente da Aspas (Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores). Apesar da confiança, os organizadores não avaliam o volume de negócios que a feira poderá gerar. Mas a coordenadora do evento, Paula Valéria acreditam que alcance “alguns milhões”, baseando-se no resultado da versão itinerante do evento que foi realizada neste ano em Petrolina, Salgueiro, Caruaru, Carpina, Palmares e Surubim que gerou R$ 2 milhões. Cerca de 100 expositores, incluindo algumas  empresas de food service, tecnologia, limpeza, saúde e beleza, participam do evento,que terá como tema “Agentes de distribuição fortalecendo o Brasil”. Promovida pela Aspa e Apes (Associação Pernambucana de Supermercados), a Supermix será no Centro de Convenções de Olinda e entre os destaques estão os painéis com palestras  sobre o tema: Futuro, negócios e Gerações. Um dos palestrantes será o ator e produtor rural Marcos Palmeira, que tem experiência de 20 anos na produção de alimentos orgânicos na sua fazenda, Vale das Palmeiras. Ele abordará o crescimento desse mercado no País e a importância do nicho atacadista e varejista na palestra “O futuro é orgânico”. Outro destaque é a palestra do diretor de negócios da GS1 Brasil, Nilson Gasconi, que falará sobre a rastreabilidade dos alimentos, que permite evitar a produção e distribuição de produtos fora da qualidade satisfatória para consumo. O Mercado Modelo, que foi um dos espaços mais visitados em 2017, volta à feira com um conceito ainda mais inovador. Além de um ambiente com equipamentos, design e layoutização para supermercado e varejo, o local contará com uma cafeteria conceito. “Nosso objetivo é mostrar aos supermercadistas como se oferece uma boa experiência de compra, com a melhor exposição dos produtos, uso da tecnologia e a organização ideal da loja. Os supermercados e mercadinhos vendem os mesmos produtos, mas poucos ainda se preocupam em melhorar a experiência do usuário na loja e isso é decisivo para fazer com que ele volte ou não ao local. Com a cafeteria, vamos abordar o marketing sensorial, estimulando a compra pelo aroma, o olfato, diretamente ligado às emoções”, destaca a especialista em neuromarketing Mônica Leão. Ela também vai ministrar a palestra “Você seria o seu próprio cliente?”. O público poderá participar ainda de um talk show apresentado pelo jornalista Fernando Castilho, que  entrevistará empresários que se destacaram em suas áreas de atuação. O presidente da Compare Distribuidora, Heraldo Menezes; o superintendente do Banco do Nordeste, Ernesto Lima Cruz; o diretor corporativo de marketing da M. Dias Branco, Martim Bernardara; o CEO do Grupo Dinâmica, Francisco Mourato e o CEO da Jodibe, Murilo Duque serão os entrevistados. “A ideia é que esses empresários de sucesso contem suas histórias e como fizeram para superar os desafios e conquistarem mercado”, explica a coordenadora da Super Mix, Paula Valéria. A Bunge Alimentos ainda realizará na feira workshops sobre panificação, confeitaria e pastelaria nos três dias de feira. O curso acontecerá às 18h e às 20h, com uma capacidade de 30 pessoas por turma, totalizando 270 participantes. No workshop, serão abordadas a fermentação natural e a versatilidade da massa folhada e a importância desses serviços para o fluxo de pessoas para o varejo, aumentando o ticket médio do cliente. INCLUSÃO SOCIAL Em parceria com o movimento Down+, a feira disponibilizará profissionais com Síndrome de Down para atuar na recepção do público e dois chefes estarão preparando receitas no workshop organizado pela Bunge, junto com uma deficiente visual. O projeto, que acolhe meninos e meninas a partir dos 15 anos, dá treinamento e insere pessoas com Down no mercado de trabalho há três anos. Idosos, cadeirantes e pessoas com outras deficiências físicas também integrarão o staff da feira. “Esse espaço que a Super Mix oferece é importante porque coloca os meninos em contato com vários profissionais. É nos eventos que eles podem mostrar que não há impedimento para que trabalhem como qualquer outra pessoa, respeitando os seus limites cognitivos”, diz a coordenadora do projeto, Elena Filinkoski. SUSTENTABILIDADE Outra bandeira defendida pela feira de negócios Super Mix é a da sustentabilidade. Uma das parcerias importantes é com o Sesc Nacional, que mantém o Banco de Alimentos Mesa Brasil, programa que capta doações de alimentos e produtos em boas condições de uso, que não são expostos nas prateleiras dos supermercados. Na edição de 2017, foram arrecadados quase 2,5 mil quilos de alimentos, bebidas e materiais para higiene e limpeza. Igualmente importante é o projeto “Mundo limpo, vida melhor” da Asa Indústria e Comércio. A ação conscientiza da importância da coleta responsável e da reciclagem do óleo de cozinha, altamente danoso para o meio ambiente. Serviço: 13ª SUPER MIX – 21 a 23 de agosto, das 16h às 22h, no Centro de Convenções de Olinda (Av. Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho – Olinda). Inscrições e mais informações pelo www.feirasupermix.com.br

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FPS abre seleção para startups

O FOZ – Centro de Inovação em Saúde e Educação, novo projeto da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS) e o Imip convoca candidatos para apresentarem seus projetos de empreendimento para o processo seletivo do Programa de Incubação 2018. O programa é voltado para empreendedores que precisam de suporte e orientação para transformar suas ideias em negócios. As inscrições estão abertas e seguem até o dia 3 de setembro. O objetivo dessa primeira chamada é a seleção de projetos inovadores, aptos a ingressarem no programa mantido pelo FOZ e cujos produtos, processos ou serviços propostos sejam ligados às áreas de saúde e/ou educação. São oferecidas três vagas nesse primeiro processo seletivo, na modalidade empresa residente, ou seja, todas as candidatas terão que manter-se na cidade do Recife, em Pernambuco, durante todo o período de incubação, executando suas atividades nas instalações da FPS e posteriormente no Centro de Inovação. O período inicial é de 12 meses, podendo ser prorrogado pelo mesmo período. Serão selecionados projetos de incubação para modelagem do negócio, aperfeiçoamento e validação do MVP – Mínimo Produto Viável e do plano de negócios, além de capacitação dos candidatos para gestão e desenvolvimento econômico e financeiro do seu negócio. Conceitos Os conceitos que serão levados em conta para a seleção serão inovação – projetos com características novas e diferentes do padrão em vigor, que sejam inovadores e inéditos; saúde – projetos que contemplem funcionamento do corpo humano, boa disposição do corpo e da mente e o bem-estar social entre os indivíduos; educação – projetos que contemplem processo contínuo de formação e ensino aprendizagem dentro do currículo dos estabelecimentos oficializados de ensino e também os que contemplem processo contínuo de desenvolvimento das faculdades físicas, intelectuais e morais do ser humano, a fim de melhor se integrar na sociedade ou no seu próprio grupo; e pesquisa científica – projetos que contemplem pesquisa enquanto conjunto de ações que visam a descoberta de novos conhecimentos em uma determinada área, contribuindo para o avanço da ciência e para o desenvolvimento social. Por ser a base inicial, é necessário um processo metódico de investigação, recorrendo a procedimentos científicos para encontrar respostas para um problema. É obrigatório avaliar se o problema apresenta interesse para a comunidade científica e se constitui um trabalho que vai produzir resultados novos e relevantes para o interesse social. A inscrição online está disponível por meio do upload de formulário eletrônico no endereço www.fozinovacao.com.br. O candidato deve clicar em “submeter proposta” e conferir se recebeu na mesma página a confirmação de inscrição. O formulário pode ser encontrado também nos sites do Centro de Inovação da FPS e do Imip, assim como o edital e critérios de seleção nos sites oficiais das instituições (www.fps.edu.br e imip.org.br). O resultado da 1ª fase será divulgado no dia 2 de outubro. Sobre o Centro de Inovação Juntos, a FPS e o Imip, um dos maiores complexos hospitalares do Norte-Nordeste, lançaram um Centro de Inovação dedicado ao incentivo do empreendedorismo voltado para transformar a saúde e educação. O Centro tem o objetivo de conectar, formar e inspirar startups, pesquisadores, profissionais de saúde e de educação, estudantes, empreendedores e inventores a desenvolverem novos produtos, tecnologias, soluções e serviços que possam trazer impactos no desenvolvimento educacional e nos tratamentos de saúde. Como resultado, a melhoria da qualidade de vida do ser humano e a evolução contínua da prestação de serviços da FPS e do Imip para a sociedade. “A FPS e o Imip sempre foram instituições preocupadas em permanecer atualizadas. Por isso, estudamos sempre formas de manter nossos serviços modernizados. Agora, é a hora de construirmos um legado concreto de benefícios para a sociedade”, explica Carlos Figueira, diretor acadêmico da FPS. A escolha do nome do centro por Foz – Centro de Inovação em Saúde e Educação, é analogicamente o local onde, após a startup percorrer um longo caminho de formação, encontrará pela frente um grande oceano, o seu mercado. “Por isso, nosso objetivo é prepará-la para esse momento”, ressalta Figueira. O Centro de Inovação fomenta o empreendedorismo por meio de seus programas de pré-aceleração e incubação para startups em estágio inicial, e aceleração para startups mais maduras. Além de promover eventos e treinamentos que abrangerão todo o País. As startups incubadas no Centro contarão com serviços de assessoria e mentorias em diversas áreas, escritórios, salas de reuniões e auditório. Também terão acesso ao know-how dos profissionais e pesquisadores do Imip e da FPS para solucionarem problemas e desafios, desenvolver, prototipar e validar seus produtos, o que possibilitará uma rica troca de experiências com profissionais da saúde, da educação e pacientes. Ter um ambiente voltado para essa área específica é propício para que aconteçam novas parcerias e geração de negócios.

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Sabores ibéricos em Casa-Grande & Senzala

Gilberto valoriza uma ancestralidade de sabores decorrentes da Península Ibérica, e assim louva Portugal com todos os sabores reunidos de um povo globalizado pelas grandes navegações. Tudo está em um Portugal ibérico com territórios africanizados pelo Magreb afro-islâmicos. Do norte da África chegaram também civilizações do Mediterrâneo, a civilização da “oliva”, do “vinho”, do “queijo”. Pelas rotas das especiarias, Portugal retoma as rotas romanas que o levam para o Oriente, para a África das costas do Atlântico e do Índico; e ainda amplia as suas relações, e comércio, nas Américas e o no Caribe. Com todos estes elementos de civilizações do Ocidente e do Oriente, chegam novas construções de sabores, de técnicas culinárias, de objetos de cozinha e de serviço à mesa; e receitas, muitas dos cardápios do cotidiano, e outras das festas, festas religiosas, essencialmente católicas. Embora de um rico acervo de ingredientes, de receitas, de um Portugal de além-mar, Gilberto, em Casa-Grande & Senzala, aponta para questões econômicas, e os diferentes processos sociais que fazem parte da alimentação no Brasil colônia, e diz: “Má nos engenhos e péssima nas cidades: tal a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII, XVIII. Nas cidades péssima e escassa.” Gilberto, em Casa-Grande & Senzala, quer mostrar o Nordeste do século XIX sob o regime patriarcal que foi fundado no açúcar da cana sacarina, e uma análise da civilização ibérica no trópico, assim escolhe a comida para interpretar essa compreensão colonial. É importante dizer também que Gilberto mostra, com outro olhar, a “idealizada” contribuição holandesa na cozinha regional, e diz sobre o “brote”, um tipo de biscoito enquanto, talvez, uma possível “permanência” dos batavos em Pernambuco. Pois nestes momentos da “Maurícia”, passava-se fome no Recife, os soldados batavos caçavam inclusive ratos para comer. Gilberto assim louva a farinha de mandioca e tudo que chega dela, e diz: “o próprio feijão já é luxo”. A maioria dos produtos da tradição alimentar ibérica: azeite de oliva, azeitona, vinho, farinha de trigo, e queijo chegavam de Portugal. Ainda, Gilberto diz que os cardápios mais comuns do cotidiano, da subsistência, estavam baseados na farinha de mandioca e no charque. Os desenhos das mesas repletas de comidas, num cenário de prataria, de sedas, de festas magníficas, estão, na maioria, em leituras ingênuas sobre estes processos econômicos e culturais sobre a comida possível no Nordeste do Brasil colônia. Contudo, Gilberto que exibir as mesas de celebrações, mesas com montes de açúcar, para indicar o poder do senhor de engenho. Sem dúvida, o açúcar é o orientador e formalizador das relações sociais. E também com o açúcar vêm as antigas receitas dos mosteiros de Portugal, que são realizadas e reinventadas nestes contextos da mandioca e das suas muitas possibilidades culinárias . Com a colonização, as referências das culturas de Portugal estão no idioma e na comida. Comida formada a partir de receitas moçárabes, de base muçulmana, como mostra “Arte da Cozinha” (1692) de Domingos Rodrigues: carneiro mourisco, galinha mourisca, entre outros. Também há a comida dos mosteiros medievais. Espaços consagrados às “regras” de alimentação e do “jejum”, uma orientação para a falta de comida, uma santificação para os períodos de comida rara, mesmo em Portugal. Assim, os cardápios e as receitas especiais, que se juntam às tradições populares e as “cozinhas” sofisticadas dos moçárabes na Península Ibérica, vão construindo uma “cozinha” de formação tropical, e que recorre também aos imaginários medievais dos conventos e mosteiros. Ordem dos Agostinhos, dos Beneditinos, das Carmelitas, dos Jesuítas, entre outras. Sabores “santos” que chegam às receitas de: morangos no vinagre, caldo de acelgas, bispos, leite frito, natas imaculadas, frango no vinho da missa, arroz com leite, entre muitas, muitas outras receitas conventuais. E alguns doces: amorzinhos de noviça, argola de abadessa, barrigas de freira, fatias celestiais, queijinhos do céu. E alguns exemplos que trazem os “pontos do açúcar”: de pasta, de fio, de cabelo, de pérola, do assoprado, de espadana, de rebuçado … Tudo traz os encontros e as criações, pois, “navegar” e principalmente comer é preciso. Invenções nas cozinhas e descobertas à mesa.  

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Crítica| Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo

A espera acabou. Há quase 10 anos, estreava o musical Mamma Mia! – O Filme, com canções tão doces e grudentas quanto chiclete, do grupo sueco de música pop, ABBA. O longa conquistou sucesso estrondoso, ultrapassando a marca de 600 milhões de dólares em bilheterias. Após o longo hiato, chega aos cinemas a tão aguardada sequência, Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo, prometendo empolgar e, principalmente, emocionar. O tempo passou e Sophie (Amanda Seyfried) finalmente, está de volta. Mais madura, seu maior desejo agora é reinaugurar o hotel em homenagem à mãe, Donna (Meryl Streep). Para isso, receberá a ajuda de Sam (Pierce Brosnan) e, mais adiante, de Harry (Colin Firth) e Bill (Stellan Skarsgård), além das Dynamos, Tanya (Christine Baranski) e Rosie (Julie Walters). A reforma do hotel despertará ecos do passado que trarão consigo lembranças do caminho percorrido por Donna até chegar à Grécia e de como conheceu Sam, Harry e Bill.     A jornada começa com a apresentação do grupo musical Donna & The Dynamos em meio a uma cerimônia de formatura em Oxford. A cena de abertura é uma das mais empolgantes do filme. Lily James interpreta a versão jovem de Donna. Se por um lado não é tão parecida fisicamente com Meryl Streep, por outro, reflete na tela o mesmo brilho e vigor da atriz três vezes ganhadora do Oscar. Protagonista e destaque do primeiro filme, Meryl Streep tem participação discreta na nova produção. Não entrarei em mais detalhes para evitar soltar algum spoiler. Mas o caminho escolhido pelos roteiristas foi, sem dúvida, bem ousado e dividirá opiniões dos fãs. Soma-se ao elenco estelar do primeiro filme o excelente Andy Garcia, aqui encarnando o gerente do Hotel Bella Donna, Fernando Cienfuegos e a cantora Cher, no papel de Ruby, mãe de Donna. Apesar desta não ser uma das melhores atuações de Cher, sua presença dá um toque de sofisticação à trama. Ao lado de Andy Garcia, interpreta uma das mais famosas canções do ABBA, “Fernando”. Surgiram rumores de que mais uma sequência vem por aí. Se depender da vontade dos fãs e do longo repertório da banda sueca, ainda há muita história para contar e cantar.  

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Gente & Negócios: reinauguração, expansões e parcerias empresariais

    A Pharmapele realiza, hoje, dia 1 de agosto, um coquetel de reinauguração de sua loja no Shopping Recife. O novo espaço da marca, que é sinônimo de excelência em farmácia de manipulação – com 13 selos da Associação Brasileira de Franchising (ABF) – traz o novo layout arquitetônico das lojas. “No novo layout buscamos unir 4 pilares: funcionalidade, beleza, aconchego e sustentabilidade. Reduzimos os balcões para facilitar a circulação e a interação dos clientes com os produtos, estimulando a experimentação, que também pode ser feita com muito conforto no espaço camarim, projetado com poltronas e iluminação especialmente adequadas. No camarim, também oferecemos a todos os clientes, gratuitamente, a aplicação da nossa máscara de ouro e uma revitalização facial, processo que leva cerca de 10 minutos e abrange higienização, esfoliação e nutrição, finalizando com uma maquiagem que inclui fator de proteção solar e ativos rejuvenescedores. Pensamos cuidadosamente também em uma área reservada para o atendimento do FarmaSeu. Sabe um personal trainer? Então, o FarmaSeu é como um personal farmacêutico. Um profissional à disposição dos clientes em cada loja, totalmente capacitado e com atribuições clínicas. Afinal, não só manipulamos o medicamento, mas também realizamos o acompanhamento farmacoterápico e indicamos formulações para melhorar, de forma segura, o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, encaminhando-as para outros profissionais de saúde quando necessário. É mais um cuidado da Pharmapele com seus clientes”, afirma Mariana Saldanha.   Manoel Alvino Filho promove bate-papo Dentista Empreendedor Manoel Alvino Filho, à frente da Rede OrtoEstética, reúne profissionais da área de odontologia no Bate-Papo Dentista Empreendedor para discutir as vantagens e desvantagens do atendimento por convênios. Também participa do evento, o especialista em gestão e economia na Saúde da PenseFar, Flávio Alves Ribeiro. O encontro acontece hoje, dia 1º de agosto, das 19h às 21h, na sede da Rede OrtoEstética, em Boa Viagem. Simone Lindoso e Rita Guedes firmam parceria com a Ebradi As empresárias Simone Lindoso e Rita Guedes, da Conceito Educação, firmaram parceria com a Escola Brasileira de Direito (Ebradi) para ser o braço da instituição em Pernambuco. Conhecida por um corpo docente formado por grandes nomes do direito brasileiro, o Ebradi oferece cursos de pós-graduação e de extensão na área jurídica, além de preparação para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a distância. Direito Público, Advocacia Contratual e Responsabilidade Civil e Métodos Adequados de Solução de Conflitos são alguns dos cursos ofertados pela Ebradi.   Fabiana Nunes, Sócia Diretora de Martorelli Advogados que proferiu a palestra no Pernambuco Avança Na última quarta (25), o escritório Martorelli Advogados esteve presente no Pernambuco Avança, evento organizado pela AMCHAM sobre inovação e conexão do mercado tradicional com a nova economia. O stand do escritório chamou atenção, pois a empresa levou para o evento uma Estação Jurídica onde as pessoas chegavam para participar de palestras e mentorias. No stand, foram realizadas palestras simultâneas ao evento principal, onde parte do público ouvia através de um sistema de microfone e fones de ouvido, criando um ambiente de informação paralelo, que inaugurou um novo formato de palco dentro do evento. Os temas das palestras foram: “Tributação, Startups e inovação: pontapé inicial”, “Investimentos para Startups: por onde começar?”, “Como contratar pessoas na economia do compartilhamento?” e “Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR): O que muda na prática?”. No comando delas, os sócios Renato Melquíades, Marcelle Penha e João Amadeus dividiram a cena com parceiros como Dani Guedes, da prefeitura do Recife, Fábio Freire da FindUP e Raíssa Moura Ferreira da In Loco Media. Um dos grandes destaques do dia foi a palestra sobre (RE)Agir, (RE)Adaptar e (RE)Inventar, comandada pela Sócia Diretora, Fabiana Nunes Costa, que contou de que forma o escritório vem inovando. Depois da palestra, Fabiana dividiu o palco com Alexandre Mosquim, Líder de Inovação e Experiência do Usuário da Votorantim Cimentos e juntos, responderam questões sobre inovação em seus negócios. Edla Couto e Claudio Fernandes promovem expansão do Grupo Trino para fora de Pernambuco O Grupo Trino, empresa pernambucana com 25 anos de atuação nas áreas de terceirização de serviços e logística, capitaneada Edla Couto e Claudio Fernandes, expande suas operações fora de Pernambuco. A partir de agora, o grupo será responsável pela distribuição e recuperação de embalagens de madeiras da empresa CHEP, em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador, na Bahia. O investimento no projeto foi de aproximadamente R$ 800 mil. A operação irá gerar, no primeiro momento, cerca de 20 novos postos de trabalho. A perspectiva, no entanto, é que ela dobre de tamanho até 2020 e que novas oportunidades surjam. Essa é a segunda operação do Grupo Trino na Bahia, que está focada em expandir o atendimento no estado com o objetivo de otimizar o trabalho e reduzir custos com estocagem, movimentação e distribuição de produtos dos clientes da Bahia e de Pernambuco.

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Prefeitura de Caruaru abre seleção com 16 vagas para nível superior

A Prefeitura Municipal de Caruaru abriu processo seletivo com 16 vagas, na Secretaria de Urbanismo e Obras. As oportunidades são para engenheiro civil, engenheiro eletricista e arquiteto. Os salários variam entre R$ 3,5 mil e R$ 5 mil, para uma carga horária de 40 horas semanais. As inscrições estão abertas até o dia 07 de agosto pelo site selecoes.caruaru.pe.gov.br. Não há taxa de inscrição. O processo de seleção dos candidatos contará com prova oral e com análise de títulos. Os profissionais trabalharão na secretaria, que fica localizada na Rua Visconde de Inhaúma, 1191, Maurício de Nassau, em Caruaru. Mais informações sobre as vagas e pré-requisitos de inscrição no site do concurso: http://selecoes.caruaru.pe.gov.br/

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Metade dos docentes no país não recomenda a própria profissão

No Brasil, metade dos professores não recomendaria a um jovem se tornar educador, por considerar a profissão desvalorizada, revela a pesquisa Profissão Docente, iniciativa da organização Todos Pela Educação e do Itaú Social. De acordo com o levantamento feito pelo Ibope Inteligência em parceria com a rede Conhecimento Social, a maioria (78%) dos professores disse que escolheu a carreira principalmente por aspectos ligados à afinidade com a profissão. Entretanto, 33% dizem estar totalmente insatisfeitos com a atividade docente e apenas 21% estão totalmente satisfeitos. Durante a pesquisa, foram entrevistados 2.160 profissionais da educação básica em redes públicas municipais e estaduais e da rede privada de todo o país, sobre temas como formação, trabalho e valorização da carreira. A amostra respeitou a proporção de docentes em cada rede, etapa de ensino e região do país, segundo dados do Censo Escolar da Educação Básica (MEC/Inep). Para o diretor de políticas educacionais da organização Todos pela Educação Olavo Nogueira Filho, os dados são preocupantes. Ele reforçou a necessidade de repensar a valorização da carreira dos professores brasileiros. “Há bastante tempo conhecemos o desafio da desvalorização docente, da falta de prestígio em relação à carreira, mas acho que os novos dados chegam para reforçar e, mais uma vez, mostrar que temos um longo caminho a ser trilhado na educação, no que diz respeito à valorização da carreira”, afirmou. Formação Os docentes apontam como medidas mais importantes para a valorização da carreira, a formação continuada (69%) e a escuta dos docentes para a formulação de políticas educacionais (67%). Eles consideram urgente a restauração da autoridade e o respeito à figura do professor (64%) e o aumento salarial (62%). Para o diretor Nogueira Filho, os números passam relevante mensagem no sentido de desmistificar o senso comum, que coloca a questão salarial como o principal problema para a carreira docente no país. “O debate, de modo geral, tem colocado ênfase, de maneira quase isolada, na questão salarial. E, de fato, esse ponto surge no conjunto das principais medidas que as pessoas entendem como importantes para valorizar a carreira, mas não aparece na pesquisa como fator principal. Acho que isso traz uma questão importante sobre a discussão da valorização], que precisa ir além da questão do salário.” A remuneração média dos professores no Brasil atualmente, segundo a pesquisa, é de R$ 4.451,56. A maioria dos docentes (71%) tem a profissão como principal renda da casa e 29% afirmam ter outra atividade como fonte de renda complementar. Segundo a pesquisa, um em cada três professores tem contrato com carga horária de menos de 20 horas semanais, o que pode ter impacto na renda e no cumprimento de um terço da carga horária, prevista na Lei do Piso do Magistério para atividades extraclasse. Pelo menos 58% dos professores afirmam ter tempo remunerado fora da sala de aula. Contudo, somente cerca de 30% dos docentes dispõem de aproximadamente ou mais de um terço da carga horária para planejamento de aula. Políticas públicas Os professores ouvidos pela pesquisa consideram que é papel das secretarias de Educação oferecer oportunidades de formação continuada (76%), mas não concordam que programas educacionais, como um todo, estejam bem alinhados à realidade da escola (66%). Apontam a falta um “bom canal de comunicação” entre a gestão e os docentes (64%), e dizem que não há envolvimento dos professores nas decisões relacionadas às políticas públicas (72%). Também consideram aspectos ligados à carreira mal atendidos, como o apoio à questões de saúde e psicológicas (84%) e ao salário (73%). Falta de confiança Para o diretor de políticas educacionais da organização Todos pela Educação Nogueira Filho, os dados mostram que a falta de confiança entre o professor e as secretarias estaduais e municipais de educação é outro desafio a ser enfrentado. “Uma parcela significativa dos professores diz não acreditar que a secretaria tem lançado mão de políticas que tenham aderência à sua escola e, mais do que isso, mostram descrença com relação ao próprio compromisso da secretaria para com a aprendizagem dos alunos”. O governo federal anunciou, em fevereiro deste ano, o aporte de R$ 1 bilhão para a Política Nacional de Formação de Professores, com objetivo de financiar 190 mil vagas em três diferentes iniciativas para formação docente: o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), o Programa de Residência Pedagógica e a Universidade Aberta do Brasil (UAB). “São políticas que apontam no sentido correto e desejável, mas, considerando o tamanho do desafio, é razoável dizer que são insuficientes para, de fato, reverter o cenário que a pesquisa traz no que diz respeito à valorização da profissão, das estruturas da carreira e a qualidade da formação, tanto do ponto de vista inicial quanto continuado”, disse. O diretor ressaltou a necessidade de mudança estrutural na formação inicial dos docentes. Na sua opinião, o governo federal pode ter papel importante na indução de melhorias a partir da criação de parâmetros de estruturação de carreira que possam ser seguidos pelas secretarias de educação. Procurados pela reportagem, o Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Secretários da Educação (Consed) não se manifestaram até o momento de publicação da matéria. (Da Agência Brasil – por Leandro Melito)

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Últimos dias da exposição “O tempo dos sonhos” na Caixa Cultural Recife

Quem ainda não viu a exposição O Tempo Dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália tem até o domingo, 05 de agosto, para conferir as obras de arte na CAIXA Cultural Recife. Aberta para visitação no dia 13 de junho, a coleção reúne mais de 50 peças, entre pinturas, esculturas, litografias e bark paintings (pinturas em entrecasca de eucalipto), selecionadas por importância histórica. As obras que compõem o acervo são de nomes, como Rover Thomas, Tommy Watson e Emily Kame Kngwarray, que já tiveram os seus trabalhos expostos no MoMA e Metropolitan, de Nova Iorque, Bienais como a de Veneza, São Paulo e Sidney, entre outros eventos de prestígio internacional, como o Documenta, em Kassel, e Art Basel (Miami, Basel e Hong Kong). “Essa coleção é um presente à população brasileira. Em um acervo de mais de três mil obras, selecionamos aquelas mais significativas. Muitas já foram publicadas em inúmeros catálogos de arte, citadas em teses de doutorado e exibidas em várias instituições de prestígio na Austrália, Europa e América do Norte”, conta o curador brasileiro Clay D´Paula, que assina a curadoria com os australianos Adrian Newstead e Djon Mundine. Compõem o acervo obras da Coo-ee Art Gallery, a galeria mais antiga e respeitada em arte aborígene da Oceania. Peças de coleções privadas e instituições governamentais também atravessaram o oceano exclusivamente para esta exposição. Os trabalhos artísticos representam um período de 45 anos, desde o despertar da comercialização da arte aborígene contemporânea na década de 1970 até o presente. Além de circular pela América Latina e pelo Brasil pela primeira vez, a exposição também traz o primeiro catálogo publicado em português sobre a arte aborígene. Neste ramo movimenta-se cerca de 200 milhões de dólares por ano na Austrália. Estima-se que hoje mais de 7 mil artistas indígenas vivam de sua prática artística. “Nós, brasileiros, tivemos, até hoje, poucas oportunidades de conhecer todo esse universo da arte aborígene da Austrália, o que pode, inclusive, levar-nos a refletir sobre os povos indígenas de nosso país. O Brasil e a Austrália possuem muitas coisas em comum. Contribuir para aproximá-los e convidar ao diálogo é um dos objetivos dessa exposição”, justifica o curador Clay D´Paula. O Tempo dos Sonhos – Os artistas aborígenes pintam os seus sonhos (mas não a ideia Junguiana de sonhar e sua associação com o inconsciente). Para eles pintarem o seu “Sonhar” (dreaming, em inglês) implica recontar histórias que são atemporais a fim de mantê-las vivas e repassá-las a futuras gerações. Não se trata de algo religioso, mas ligado à sua própria sobrevivência. Essas pinturas contêm informações vitais, como, por exemplo, onde encontrar “água viva” permanente. Manter o “sonhar” vivo é a motivação fundamental para a prática da arte dos artistas indígenas da Austrália. Bark paintings – Os visitantes vão apreciar as bark paintings, pintura sobre entrecasca de eucalipto, típica do norte tropical da Austrália, região conhecida como Arnhem Land (A Terra de Arnhem). Essa é uma das formas de expressão artística mais antiga do mundo, com mais de 40 mil anos. Inicialmente, as bark paintings tinham uma pobreza estética muito grande porque não foram criadas para durar, mas sim para cerimônias ou decoração. Hoje, elas trazem uma execução primorosa, sendo consideradas como arte, não artefato, e estão em museus renomados, além de integrarem coleções particulares. Artistas participantes – A mostra reúne os artistas aborígenes de maior projeção internacional, com uma paleta refinada e luminosa, como a do celebrado artista Rover Thomas (1926-1998), com suas paisagens de cor ocre que mudaram, com sua visão, a percepção paisagística australiana. Suas pinturas podem ser apreciadas da mesma forma que as criadas pelos impressionistas no século XIX, mas sem horizontes. A estética desenvolvida pelos artistas lembra o minimalismo e o expressionismo. No entanto, as obras criadas por eles trazem uma linguagem visual única e de verdades eternas – lembrando que os artistas indígenas da Austrália, na sua grande maioria, não tiveram contato algum com a arte europeia. “A arte não é uma invenção dos europeus. Toda cultura tem a sua própria e singular forma de expressão: seja na música, na dança ou na pintura. Não existe diferença entre uma obra de arte criada no deserto e na cidade. Elas devem ser apreciadas e reconhecidas da mesma forma. Esta exposição vem descortinar tais pré-conceitos, reconhecendo as obras criadas pelos artistas indígenas de todo o mundo. A arte aborígene, por exemplo, não é uma cópia, nem uma réplica. Mas uma linguagem visual inovadora e revolucionária”, afirma o curador Clay D’Paula. A grande estrela da exposição é Emily Kame Kngwarray (1910-1996). Mulher, negra, que começou a pintar aos 79 anos de idade. Emily é considerada pela crítica uma das maiores pintoras expressionistas do século XX. Ela foi comparada a Pollock e Monet, entre outros expoentes que figuram nos livros da história da arte. Emily estará representada na mostra com a pintura “Sem título, 1992”. Emily tornou-se a artista mais querida da Austrália. Representou o país na Bienal de Veneza e em vários outros eventos de arte internacional. É importante ressaltar que Emily nunca teve acesso à arte ocidental, logo, enquadrar a sua pintura dentro de um movimento artístico europeu pode ser um equívoco. Ela que, sem falar uma palavra em inglês, já expôs lado a lado com Picasso, Kandinsky e Mondrian entre outros másters internacionais da arte. “Ou eles que exphttp://portal.idireto.com/wp-content/uploads/2016/11/img_85201463.jpgam com ela”, complementa Clay D´Paula. Serviço: Exposição: O Tempo dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália Local: CAIXA Cultural Recife Endereço: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife, Recife – PE Visitação: Até 05 de agosto de 2018 Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 10h às 17h Classificação indicativa: Livre Entrada gratuita

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Vexame no Maracanã consolida péssimo momento do Sport

*Houldine Nascimento A volta do Sport Club do Recife ao Campeonato Brasileiro após mais de um mês sem jogar tem sido desastrosa. O time pernambucano perdeu as quatro partidas que disputou. No último domingo (29), sofreu uma sonora goleada para o Flamengo por 4 a 1 no Maracanã. Não é vexame perder no Rio de Janeiro para o clube carioca, líder da competição, mas cair da maneira como foi, inofensivo, sim. O Leão deu muitos espaços ao time da casa, que venceu com tremenda facilidade. Na parada da Copa do Mundo, o técnico Claudinei Oliveira teve bastante tempo para trabalhar o elenco. Quando isso aconteceu, o Sport regrediu. Os bastidores conturbados, com atrasos salariais, também não ajudam. Antes da pausa, o Rubro-negro da Praça da Bandeira chegou a ser vice-líder do Brasileirão e obteve vitórias importantes contra o Palmeiras, em São Paulo, e diante do Atlético Mineiro, no Recife – ambas por 3 a 2. No retorno, o Sport perdeu para o lanterna Ceará, que até então não tinha vencido no campeonato e estava há 16 jogos sem ganhar. Em seguida, derrota para o Fluminense na Ilha do Retiro com um segundo tempo em que o Tricolor das Laranjeiras foi absoluto e o placar de 2 a 1 ficou barato. Na quinta-feira passada, o Sport foi a Salvador enfrentar um fragilizado Vitória, que vinha de goleada para o rival Bahia. Mesmo criando chances, foi incapaz de colocar a bola para dentro e o castigo veio no segundo tempo, com gol de Erick, atacante revelado para o futebol brasileiro pelo Náutico. Em geral, tem sido difícil para o torcedor rubro-negro assistir às partidas do time e não se frustrar. No próximo domingo (5), o Sport terá uma boa oportunidade de se reabilitar no Campeonato Brasileiro, diante da Chapecoense, na Ilha. Caso não consiga superar a equipe catarinense, a crise se aprofundará no clube pernambucano. *Por Houldine Nascimento

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