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Fecomércio Pernambuco inaugura nova sede e homenageia líderes do setor

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE) irá inaugurar oficialmente sua nova sede, a Casa do Comércio – Edifício Josias Albuquerque, em uma cerimônia que contará com a presença de diretores, conselheiros, autoridades e convidados. Além disso, serão concedidos prêmios de Destaque Empresarial do Comércio 2023 a personalidades pernambucanas, e o vereador Marco Aurélio Filho será homenageado com o prêmio Parlamentar Amigo do Comércio 2023 pelo seu apoio e defesa do setor. A nova sede, que está em funcionamento desde agosto de 2020, abriga os setores administrativos da Fecomércio, Sesc e Senac Pernambuco, além de oferecer espaços para empresas e parceiros. Entre os homenageados estão a Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra; o Prefeito da cidade do Recife, João Campos; o presidente do Grupo EQM e fundador da Folha de Pernambuco, Eduardo Queiroz Monteiro; o presidente do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, João Carlos Paes Mendonça; o presidente do Diário de Pernambuco, Carlos Frederico Vital; o Diretor Geral da Globo Nordeste,  Iuri Maia Leite, entre outras personalidades.

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Algomais é selecionada em programa do International Center for Journalists

O projeto “Pernambuco entre Águas” da Revista Algomais foi um dos selecionados do País no edital do programa Acelerando Negócios Digitais, promovido pelo International Center for Journalists (ICFJ) e apoiado pela Meta. Com o apoio da organização internacional, os leitores da Algomais terão acesso a uma nova série especial no segundo semestre de 2023. O projeto editorial aprovado pelo ICFJ destacará uma série de desafios relacionados à água no Estado de Pernambuco, de forma analítica e propositiva. O projeto discutirá diferentes problemáticas referente ao excesso ou escassez de água no Estado, em suas diferentes regiões (Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão), uma vez que problemas históricos, como as secas e as enchentes, ganharam novos contornos com as mudanças climáticas. O projeto teve concepção dos jornalistas Cláudia Santos e Rafael Dantas e contará no seu desenvolvimento com a mentoria do renomado repórter Chico Otávio, vencedor do Prêmio Esso por sete vezes, com destaque para pautas investigativas. A Algomais foi selecionada também pelo ICFJ no ano passado, com o projeto Goiana: Uma década do polo automotivo.

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Marjosi Simoes e Bruce

Dia Nacional do luto: entenda o que são lutos não reconhecidos

Nesta segunda-feira 19 de junho, é celebrado no Brasil, o Dia Nacional do Luto, data que busca conscientizar a sociedade para a importância de refletir sobre os sentimentos que envolvem perdas ao longo da vida. De acordo com a psicóloga especialista em luto do Morada da Paz Simône Lira, o luto é um conjunto de reações advindas diante do rompimento de um vínculo significativo, seja pela perda por uma morte concreta ou simbólica. As pessoas também ficam enlutadas quando perdem um trabalho, um bem com valor sentimental, terminam uma relação amorosa entre várias outras situações. A sociedade não enxerga que essas ligações afetivas são capazes de provocar sofrimento em alguém, da mesma maneira quando morre um ente querido. É dessa forma que acontece os chamados lutos não reconhecidos. “São processos de luto negligenciados, não validados em seu aspecto social, que não se encaixam em algumas ‘regras de luto’ que a sociedade impõe e estão a serviço de quem, quando, onde, como, por quanto tempo e por quem devemos expressar sentimentos de luto ou pesar”, explica Simône Lira. “Luto por relacionamentos não reconhecidos, como no caso de amantes e uniões homoafetivas, também é muito comum, mas, infelizmente, não é respeitado”, acrescenta. A psicóloga especialista em luto informa que a sobreposição de aspectos não validados socialmente pode comprometer o enfrentamento e elaboração da perda, aumentando assim a vivência do processo de luto de forma solitária, como também os fatores de risco para possíveis complicações do processo de luto. “Reconhecer-se como enlutado diante de sua perda pode ser um grande passo para a possibilidade de expressão e validação dos sentimentos e reações diante do luto”, ressalta. As pessoas podem e devem ajudar quem passa por um luto não reconhecido. “Para isso, é importante validar e legitimar o processo de luto diante do que significa a perda para o outro, oferecer uma escuta acolhedora e jamais exercer julgamento sobre o processo doloroso que o outro enfrenta, além de considerar que só quem sente a dor pode falar sobre ela”, orienta Simône Lira. Grupos terapêuticos podem ser de grande valia e possibilidade de sensação de pertencimento, a partir da fala e escuta diante de processos semelhantes ao que o enlutado está enfrentando. É o que acontece com o Chá da Saudade, serviço oferecido gratuitamente aos clientes do Cemitério e Crematório Morada da Paz e Morada da Paz Pet (crematório para pets), que tem o tem o objetivo de ajudar aos enlutados a compartilhar as experiências, dores e superações, refletir e redescobrir a importância da vida. A iniciativa, realizada pela Psicologia do Luto do Morada da Paz, busca acolher, escutar e orientar as pessoas a vivenciar o processo de luto da melhor maneira possível. Uma delas é a preposta em audiência trabalhista Marjosi Simões, 45 anos, que foi tutora do rottweiler Bruce, falecido há quase dois anos. “É muito importante o Chá da Saudade Pet. Eu estava no início do luto, apenas um mês após a partida de Bruce. Ele faleceu em 17 de setembro de 2021 e em outubro, aceitei o convite para participar. O apoio que recebi foi muito importante no momento de dor”, avalia. Marjosi conta que já ouviu comentários do tipo “está sofrendo pela morte de um cachorro?” em seu local de trabalho, mas direcionado a uma colega de equipe. “No meu caso, acredito que as pessoas que me conheciam bem, entenderam, pois sabiam do tamanho do meu amor por ele, pois foi muito difícil lidar com sua partida. Acredito que criticaram mesmo foi o valor que gastei no seu tratamento e cremação, como se não merecesse por ser um cão”, fala. Segundo ela, normalmente quem não têm envolvimento afetivo com um pet vai desmerecer esse amor e o sofrimento pela sua perda. “A legislação também não reconhece esse luto. Então, você tem que enxugar as lágrimas e voltar ao trabalho”, afirma.

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PEDRO FALCAO UPE

Os planos de Pedro Falcão na direção do IAUPE

*Por Rafael Dantas Ex-reitor da UPE, o professor Pedro Falcão assumiu recentemente a presidência do IAUPE. O Instituto de Apoio à Fundação Universidade de Pernambuco, criado em 1999, oferece apoio administrativo, firma parcerias com empresas públicas ou privadas e executa projetos de ensino, pesquisa, extensão, assessoramento e consultorias.  Com uma vasta trajetória na UPE, o professor planejava voltar para Garanhuns, onde iniciou na docência, até se aposentar. Mas um convite da nova reitoria mudou o roteiro de volta ao agreste. “A professora Socorro Cavalcanti me pediu para ajudá-la na direção do instituto, me intimou a não voltar para Garanhuns agora. Assumi o compromisso de ajudá-la nessa gestão, que tem inúmeras atividades, desde projetos mais simples até parcerias internacionais”.   Um desses projetos com entidades estrangeiras é um convênio com a União Europeia, para uma pesquisa relacionada ao vírus Zika. Neste ano, por exemplo, a entidade está atuando no apoio a Latin American Conference on Computacional Intelligence , que acontecerá pela primeira vez no Brasil. Também foi por meio do IAUPE que a universidade firmou uma parceira com o Instituto Confúcio, sendo o primeiro no Nordeste a funcionar como uma plataforma para o ensino da língua e cultura chinesas na região. A entidade gerencia também um grande volume de recursos em ações como o PREVUPE (curso Pré-vestibular da Universidade de Pernambuco), realizado em parceria com o Governo do Estado de Pernambuco, além de realizar concursos de vários órgãos públicos e seleções para acesso à própria universidade.  Nos seus planos à frente do Instituto, Pedro Falcão projeta ampliar os projetos apoiados, em especial nos novos campi que ainda não possuem atividades de extensão e pesquisa. “Pretendemos alinhar mais a relação do IAUPE com os projetos da universidade e alcançar outros que a UPE tinha planejamento, mas não teve como executar. A UPE está espalhada em 17 campi. Tem lugares onde não chegamos com ações mais efetivas de pesquisa e extensão universitárias. Vamos provocar para fazer trabalhos onde eles ainda não alavancaram, principalmente os mais novos, como Salgueiro, Serra Talhada, Arcoverde e Palmares”.  Ele revela que o IAUPE está criando protocolo para ser usado em todos os projetos do IAUPE, de forma a ampliar a parceria com os docentes e liberá-los de burocracias para terem maior disponibilidade para execução do trabalho científico em si. “O pesquisador tem que estar preocupado com a pesquisa, não com relatórios, pagamentos e compra de material. Nossa ideia é consolidar essas ações de suporte entre a universidade e o IAUPE, ajudar nessa relação. Além disso, como o IAUPE não tem fins lucrativos, qualquer receita do instituto volta para a universidade em compras de equipamentos. Funcionamos como um interveniente que dá suporte às ações estruturadoras da universidade”. O IAUPE conta diretamente com 61 colaboradores, mas chega a envolver mais de 500 bolsistas em alguns projetos. Apenas no PREVUPE são 10 mil estudantes beneficiados, com um orçamento para execução de R$ 5 milhões.  *Rafael Dantas é jornalista e repórter da Revista Algomais (rafael@algomais.com | rafaeldantas.jornalista@gmail.com) LEIA TAMBÉM Educação que transforma: da venda de feijão à reitoria da UPE Editora da UPE aumenta em 40% a publicação de livros em 2022 “O desafio é garantir que o Estado olhe para a UPE como um equipamento com potencial enorme”

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Destino de Porto de Galinhas lidera procura para as férias de julho

O balneário figura o primeiro lugar no ranking que foi divulgado pela Azul Viagens Porto de Galinhas continua sendo a escolha principal dos turistas durante as férias escolares de julho, de acordo com um ranking divulgado pela Azul Viagens. O balneário conquistou mais uma vez o primeiro lugar entre os destinos mais procurados. A pesquisa também destaca um crescimento significativo nos destinos do Nordeste, com seis deles alcançando o top 10. “O mês de julho é um mês bem interessante para a nossa hotelaria. O período é procurado por famílias que buscam descanso e atividades diferenciadas para as crianças que estão em férias escolares. Estamos bem contentes em Porto de Galinhas figurar o primeiro lugar”, comenta o presidente do Porto de Galinhas CVB, Otaviano Maroja.

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Fernando de Noronha em alta

Fernando de Noronha, o paraíso brasileiro no meio do oceano, ganha um encanto especial no mês de junho. Além das praias deslumbrantes e das atividades náuticas, o arquipélago se entrega às festas juninas, oferecendo aos visitantes música regional, danças típicas e até uma tradicional procissão marítima. Apesar de ser considerado baixa temporada devido à possibilidade de chuvas, junho oferece preços mais convidativos e uma temperatura média de 28ºC. A presidente da Associação das Pousadas de Fernando de Noronha, Lúcia Smith, destaca a importância desse mês na ilha. “Temos o Dia dos Namorados, atraindo muitos casais apaixonados, e somos também uma alternativa interessante para quem não quer curtir os polos tradicionais do São João e busca relax, conforto e natureza. Outra data importante é o Dia de São Pedro, marcado pela procissão marítima, que é um espetáculo à parte”, afirmou. Durante esse período festivo, o famoso Bar do Cachorro é ponto de encontro para os amantes do forró. Com música ao vivo, trio pé de serra e forró universitário, o local proporciona diversão garantida para os turistas. Além disso, junho traz uma vegetação exuberante e a possibilidade de explorar a Cachoeira do Sancho, uma atração que só pode ser apreciada nessa época do ano. Mesmo com as chuvas passageiras, Fernando de Noronha continua a encantar com sua beleza natural e experiências únicas para os visitantes.

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Fenearte homenageia loiceiros e se expande para além do Centro de Convenções

A 23ª edição da Fenearte, que acontece de 5 a 16 de julho, terá como tema Loiceiros de Pernambuco – Arte da Terra, Poesia das Mãos e, este ano oferece ao visitante uma série de inovações. Além da tradicional exposição dos trabalhos de mais de 5 mil artesãos de Pernambuco, do Brasil e de outros países, realizada no Centro de Convenção, outras atividades vão acontecer paralelamente em cerca de 50 espaços culturais e restaurantes do Recife e de Olinda dentro do Circuito Fenearte. Outras ações inéditas é a instalação do restaurante Pernambuco à mesa, com pratos do chef Cesar Santos, e a realização do estudo da cadeia produtiva do artesanato, que será realizado durante a feira. O tema das loiças faz um resgate histórico da arte feita em barro, já que todo o artesanato brasileiro em cerâmica tem sua origem nas peças utilitárias produzidas pelos povos originários, em especial as panelas. Aspecto que foi ressaltado, de forma afetiva, pela governadora Raquel Lyra, durante o anúncio do evento realizado nesta terça-feira (13) no Palácio do Campo das Princesas. “Para quem veio de Caruaru é uma emoção a mais falar de Fenearte. Nasci e cresci indo buscar saquinho de barro lá na casa de seu Severino Vitalino para brincar de fazer boneco. O quanto isso foi importante para minha formação e para a compreensão da importância do que é economia criativa, do que é a nossa identidade cultural, do que é a força do artesanato”, afirmou. São esperadas 300 mil pessoas para visitar os estandes que ocuparão 25 mil metros quadrados do Centro de Convenções. O investimento para a realização do evento é de R$ 8 milhões e a expectativa de movimentação financeira, superior a R$ 40 milhões. NOVIDADES A ideia de transbordar a feira para além do Centro de Convenções, segundo Camila Bandeira, vice-diretora da 23ª Fenearte, surgiu porque o evento não tinha mais para onde crescer. “A demanda dos artistas era tão grande e o espaço físico limitado, então vamos ocupar outros espaços e, dessa forma, capilarizar a feira e espalhá-la pela cidade”, justifica Camila, que está à frente da Diretoria Geral de Promoção da Economia Criativa da Adepe ( Agência de Desenvolvimento de Pernambuco). Ela revela que a inspiração dessa inovação veio da Fuorisalone, realizada em Milão. “Lá, a principal feira fica no pavilhão principal, mas economia da cidade vive hoje a partir do que acontece no seu entorno, nas galerias, nos outros equipamentos que são ocupados”. Já Raquel Lyra adiantou que no próximo ano pretende ampliar as atividades para além da Região Metropolitana do Recife. “Para o ano que vem, o desafio é invadir o interior e com isso a gente poder fortalecer o nosso turismo”, projeta. O Circuito Fenearte é uma das principais inovações desta edição da Fenearte, que promoverá o diálogo do artesanato com as artes visuais, o design e a gastronomia e vai acontecer em galerias, museus e restaurantes do Recife e de Olinda. Nas artes visuais o destaque é para a ART-PE (Feira de Arte de Pernambuco) iniciativa do arquiteto Digo Viana, que contará com 30 galerias e artistas urbanos, além de programação de palestras e rodadas de conversa com nomes como Cris Rosebaum, Juliana Nortari e Daniela Falcão. Na área de design, a exposição Sertão sobre Sertão, do designer de mobiliário Fábio Melo, acontece no Museu Cais do Sertão. O salão principal do Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa estará com a mostra Tapeçaria Timbi: Bordando as Obras do Mestre J. Borges. Já a Design Week (DW), mais importante feira do segmento no Brasil, que acontece em São Paulo, vai estabelecer uma ponte com Pernambuco, ao realizar uma ativação no Edifício Pernambuco, no bairro de Santo Antônio. E numa Fenearte em que o tema é a loiçaria, gastronomia ganha espaço ainda maior. Em parceria com o Instituto César Santos, o evento traz a Cozinha Fenearte, em que 10 restaurantes farão parte do Circuito Fenearte, com cardápio especial. São eles: Altar Cozinha Ancestral; Bar do Cabo; Cá-Já; Cais Rooftop; Chica Pitanga; Oficina do Sabor; Moendo na Laje; Retetéu Comida Honesta; São Pedro; Vieira. Ainda na parte gastronômica, acontece a Cozinha Fenearte, instalada no mezanino do pavilhão, com 16 aulas demonstrativas, que vão acontecer de quarta a domingo, com uma novidade: ao final de cada uma, dois espectadores serão sorteados para degustar o prato elaborado pelo chef convidado. A receita também estará disponível no cardápio do restaurante Pernambuco à Mesa, que estreia neste ano, de quinta a domingo. O menu é assinado pelo chef Cesar Santos, com sobremesas da associação Assucar e a participação do confeiteiro Negro Brownie, além de harmonização guiada pelo sommelier Angelo Miranda. PESQUISA Durante a feira também será realizado o estudo da cadeia produtiva do artesanato, pesquisa e mapeamento. A ideia segundo Camila é entender esse mercado e fazer um diagnóstico para traçar diretrizes. “A partir disso, a gente vai ter informações relevantes para construir estratégias e ações estruturais para o artesanato nos próximos anos”, explica Camila. No mezanino do pavilhão, o visitante que for à feira também poderá ir à exposição As Loiceiras de Tacaratu – A Arte Milenar das Mulheres do Meu Sertão, com fotografias de Ana Araujo, que apresenta a tradição da loiça no município pernambucano; um saber difundido pelo povo Pankararu. As loiças terão destaque também no Espaço Janete Costa, que terá ainda palestras com artesãos, artistas, designers e produtores.

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Pernambuco institui a lei que cria o Estatuto da Igualdade Racial

(Com informações do Governo de Pernambuco | Foto: Janaína Pepeu) A governadora Raquel Lyra sancionou a lei que estabelece o Estatuto da Igualdade Racial em Pernambuco. Ao lado da vice-governadora Priscila Krause, a governadora assinou o documento no Palácio do Campo das Princesas, destacando a importância da lei para garantir igualdade de oportunidades e combater a intolerância racial. O estatuto foi aprovado na Assembleia Legislativa de Pernambuco e busca assegurar direitos individuais, coletivos e difusos da população negra, além de combater a discriminação e outras formas de intolerância racial e religiosa. “Pernambuco tem um passivo histórico com a população negra no Estado. Grande parte da população que é vítima de crimes, que passa fome, que busca por emprego, é preta. O projeto de lei será fundamental para garantir, de fato, políticas públicas que permitam o acolhimento e a rede de proteção para essa população ter ainda mais acesso à educação, cultura, saúde e tantos outros espaços”, destacou Raquel Lyra. A iniciativa é resultado de um projeto de lei apresentado em 2019 pelos então deputados estaduais Teresa Leitão e Isaltino Nascimento, que estava arquivado desde o término dos mandatos. O projeto foi desarquivado por meio de um requerimento da atual deputada estadual Rosa Amorim, e após duas votações, obteve aprovação. Com a sanção do estatuto, Pernambuco se torna um dos poucos estados do país a possuir uma legislação própria de promoção da igualdade racial, um marco histórico considerando que cerca de 66% da população pernambucana é negra.

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“Nossa proposta é nos tornarmos um centro de cultura e lazer”

Nos últimos tempos, o Recife assistiu ao fechamento de muitas livrarias. Mas, há pouco mais de um mês, os apreciadores da literatura tiveram a boa notícia da abertura da Livraria do Jardim – Espaço Plural, um complexo cultural que conta com a Livraria do Jardim, que oferece títulos de literatura, e também com o Varejão do Estudante – tradicional loja especializada em livros escolares – e o simpático e bucólico Café Celeste. A história desse negócio começou com o Varejão do Estudante, fundado há 27 anos pelo livreiro Pedro Tavares, que já acumula mais de 50 anos no ramo editorial. A Livraria do Jardim – Espaço Plural – que tem investimento total de R$ 3 milhões, executado com recursos próprios – faz parte de uma virada de chave dos negócios da família Tavares, que agora expande a sua atuação para além do setor escolar. Nesta conversa com Cláudia Santos, a sócia do empreendimento, Carolina Tavares, conta a trajetória dessa família empreendedora, que tem no pai, Pedro Tavares, uma inspiração. Carolina fala da conexão da família com o bairro da Boa Vista, onde está situada a loja, da relação com o pai e a irmã, Simone, que é sua sócia, conta como a pandemia impactou os negócios, e as perspectivas de transformar o novo espaço num centro cultural e de lazer. Como começou a história da Livraria do Jardim – Espaço Plural? Meu pai foi distribuidor de uma editora chamada IBEP, há muitos anos, e o negócio prosperou, foi crescendo. Na década de 1990, abrimos uma papelaria e uma livraria que só vendia livros escolares: o Atacadão de Papelaria, no bairro da Boa Vista. Depois, entramos numa sociedade e mudamos de prédio. A sociedade não deu tão certo, voltamos para o prédio anterior e abrimos o Varejão do Estudante, há 27 anos, para trabalhar apenas com livro escolar, não mais com papelaria. O negócio cresceu, graças a Deus, em termos, inclusive, de público. A gente atendia muito bem, oferecíamos muitas facilidades aos clientes. Na época em que não se fazia parcelamento muito longo, fazíamos uma promoção no começo do ano em que se pagava em cinco parcelas. Eram cinco cheques pré-datados e a pessoa só começava a pagar em março, porque no começo de ano, as famílias sempre têm muita despesa. Quando vieram os cartões de crédito, conseguimos aumentar o parcelamento. Nós nos tornamos a única livraria do Brasil que só trabalhava com livro escolar. Tempos depois começamos a trabalhar com literatura. Duas grandes distribuidoras daqui fecharam e eu acabei ficando com o estoque delas. Como na loja antiga não tinha espaço físico, veio a ideia de nos mudarmos para um local maior. O prédio foi construído na frente da loja. Era um galpão, com o triplo do tamanho da loja anterior, com mais de 1.700m², onde construímos o novo negócio. Como é esse novo conceito de loja? Ele foi projetado para trabalharmos como um complexo, que chamamos agora de Livraria do Jardim – Espaço Plural, no qual temos vários negócios dentro dele: o Varejão do Estudante, a Livraria do Jardim e o Celeste Café. São três marcas independentes, assim cada uma tem seu lugar, sua gerência, seu nicho de negócio e planejamento. Cada uma tem sua meta e convive dentro do mesmo espaço. A gente se retroalimenta, foi criado para uma marca dar suporte à outra. A Livraria do Jardim e o Varejão do Estudante têm um acervo de 50 mil títulos. É uma loja grande, muito bem sortida. O Celeste Café está também indo superbem, é um lugar muito bonito e aconchegante. Ao lado dele há um jardim enorme. Daí o nome de Livraria do Jardim. Fazemos muitas atividades lá e temos um estacionamento para mais de 50 vagas. Em 4 de abril fizemos uma virada de chave para o nome novo, para trabalhar as outras marcas. A Livraria do Jardim também promoverá eventos. Temos atraído um movimento legal de pessoas, encontros, saraus, lançamentos de livros, tarde de autógrafos, contação de histórias para as crianças. Temos parcerias com colégios. O ambiente foi criado para ocuparmos esse espaço na Boa Vista, que já foi o centro cultural da cidade. Vocês pretendem contribuir para resgatar essa característica? Nossa proposta é nos tornarmos um centro de cultura e lazer, onde você pode tomar um cafezinho, ver uma exposição, trocar uma ideia com os amigos, escutar uma música legal, ver seu autor preferido, trazer as crianças. O mundo do livro precisa desse contato com o papel. Eu mesma não consigo ler um livro digital, preciso pegar o papel, sentir o seu cheiro. Também trabalhamos com o público infantil, é importante desenvolver leitores, tornar a leitura algo agradável, mais próxima, mais fácil. O ambiente da criança na livraria foi feito para que ela possa pegar os livrinhos, sentar, curtir. Como vocês enfrentaram a pandemia? Antes de trabalhar como um complexo, passamos quase cinco anos em projetos, aprovações das obras até que mudamos em dezembro de 2019 para o novo prédio. Passamos bem o período de época escolar, que foi de dezembro de 2019 a março de 2020. É uma época em que o livro didático é a alma das vendas. Mas, logo depois, tivemos que fechar a loja por causa da pandemia. Como todo mundo, achamos que seria uma coisa breve. Aí, o negócio foi apertando, a gente foi se aperreando, mas meu pai é uma pessoa muito segura. Ele disse: “calma que a gente vai dar jeito, calma que o negócio vai funcionar, vamos devagarinho”. E viemos vivenciando tudo isso. E aí, abrimos a loja que foi criada para ser uma loja pop-up. Então, ela cresce o espaço do livro escolar quando precisa ou abre um espaço para eventos, temos essa mobilidade. Mas foi muito difícil porque a gente não tinha público, todo mundo estava em casa, sem aula, sem poder sair. Não tínhamos delivery. Mas, foi muito bom para pensar e reestruturar o negócio. Não demitimos ninguém, mantivemos todos os 63 funcionários. Voltamos 100% em agosto e encontramos um negócio muito

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Prefeitura do Recife apresenta plataforma Minha Saúde Conectada

A Prefeitura do Recife deu mais um passo rumo à transformação digital dos serviços de saúde ao lançar a plataforma “Minha Saúde Conectada” no aplicativo Conecta Recife. Essa nova ferramenta digital permitirá que os usuários tenham acesso rápido e prático ao histórico de atendimento dentro das unidades de saúde da capital pernambucana. A plataforma possibilitará visualizar prontuários, exames, análises clínicas, dispensação de medicamentos, cirurgias e outros procedimentos de média e alta complexidade. O prefeito João Campos, juntamente com a secretária de Saúde do Recife, Luciana Albuquerque, e representantes do Ministério da Saúde, estiveram presentes no evento de lançamento realizado no auditório Capiba. O objetivo da plataforma é proporcionar aos cidadãos o acesso a suas informações de saúde de forma organizada, substituindo fichas de papel e documentos que podem ser facilmente perdidos. Isso beneficia tanto os pacientes, que terão todas as informações reunidas em um único local, como os profissionais de saúde, que poderão ter acesso a todos os registros durante os atendimentos. Além disso, essa solução contribui para um atendimento mais eficiente, economizando recursos públicos e promovendo a prevenção de doenças. Durante o evento de lançamento, foi assinado um acordo de cooperação técnica entre a Prefeitura do Recife e o Ministério da Saúde. Essa parceria visa integrar as redes de saúde municipal e federal, gerenciadas pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). O presidente da Ebserh, Arthur Chioro, ressaltou a importância dessa cooperação para enfrentar o desafio da fragmentação das estruturas de dados de saúde no país. Ele enfatizou que a parceria marca o início de uma nova jornada e celebra a inovação e a produção de soluções disruptivas. A Secretária de Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, parabenizou a cidade do Recife pelos avanços na área digital. Ela destacou que a integração que está sendo realizada serve de exemplo para outras regiões do país e ressaltou a importância de promover a transformação digital no setor de saúde, que enfrenta uma grande fragmentação de sistemas de informação. Após mais de um ano de trabalho, o sistema Minha Saúde Conectada foi concluído. Sua implantação permitirá a integração com outras redes de saúde, sejam elas municipais ou estaduais. O objetivo é que o cidadão possa acessar, de forma segura e prática, todas as etapas e informações do seu histórico de saúde em um único lugar, eliminando a necessidade de carregar pastas com receituários, análises e exames impressos. Essa inovação também facilitará o trabalho dos profissionais de saúde no diagnóstico e tratamento dos pacientes. A Secretária de Saúde do Recife, Luciana Albuquerque, enfatizou que a plataforma Minha Saúde Conectada representa um avanço significativo para a cidade. Ela ressaltou a importância de poupar tempo, ampliar o acesso e proporcion

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