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Produção industrial brasileira cresce 1,8% em janeiro e registra maior alta desde 2024

Resultado divulgado pelo IBGE mostra recuperação da indústria no início de 2026, com avanço em grande parte dos setores produtivos A produção industrial brasileira registrou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro, considerando a série com ajuste sazonal. O resultado representa a maior expansão desde junho de 2024, quando a atividade havia avançado 4,4%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Industrial Mensal. Na comparação com janeiro de 2025, o setor industrial apresentou alta de 0,2%, interrompendo três meses consecutivos de resultados negativos. Nos últimos meses do ano passado, a indústria havia registrado quedas de -0,1% em dezembro, -1,4% em novembro e -0,5% em outubro. Crescimento disseminado entre setores O avanço mensal da indústria teve perfil disseminado, alcançando as quatro grandes categorias econômicas e 19 dos 25 ramos industriais pesquisados. Entre os destaques positivos estão os segmentos de produtos químicos (6,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (6,3%) e coque, derivados do petróleo e biocombustíveis (2,0%). Outros setores também contribuíram para o resultado, como indústrias extrativas (1,2%), metalurgia (4,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,5%), bebidas (4,1%), produtos de metal (2,3%) e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (3,3%). Quedas em alguns ramos da produção Apesar do crescimento geral, seis atividades industriais registraram retração em janeiro. O principal impacto negativo veio do setor de máquinas e equipamentos (-6,7%), que acumula duas quedas consecutivas e perda de 11,8% no período. Também contribuíram para a redução da média da indústria os recuos nos setores de produtos alimentícios (-0,8%) e celulose, papel e produtos de papel (-1,9%), entre outras atividades que apresentaram desempenho negativo no mês. Situação frente à pandemia e ao recorde histórico Com o resultado de janeiro, a produção industrial brasileira passou a operar 1,8% acima do nível registrado antes da pandemia de covid-19, em fevereiro de 2020. Ainda assim, o setor permanece 15,3% abaixo do pico histórico alcançado em maio de 2011. Entre as grandes categorias econômicas, o maior crescimento mensal foi registrado em bens de consumo duráveis (6,3%), seguido por bens de capital (2,0%), bens intermediários (1,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (1,2%), indicando uma recuperação espalhada entre diferentes segmentos da atividade industrial.

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Financiamentos para inovação no Banco do Nordeste crescem 85% em 2025

Empresas ampliam investimentos tecnológicos e contratam R$ 3,26 bilhões em crédito para projetos inovadores na área de atuação da instituição Os financiamentos do Banco do Nordeste (BNB) para projetos de inovação somaram R$ 3,26 bilhões em 2025, um crescimento de 85% em relação ao volume contratado no ano anterior. Ao todo, foram realizadas 290 operações em toda a área de atuação da instituição, que abrange os estados do Nordeste e parte de Minas Gerais e Espírito Santo. Em Pernambuco, 33 projetos receberam financiamento, totalizando cerca de R$ 210 milhões em investimentos. Apoio ao ecossistema de inovação De acordo com o gestor do Hub de Inovação Banco do Nordeste (Hubine), Alexandre Silva Cavalcante, o avanço nas contratações está ligado à atuação do banco no fortalecimento do ecossistema de inovação e na aproximação com empresas interessadas em investir em tecnologia e novos processos produtivos. “O Hubine atua tanto na divulgação das linhas de crédito em eventos do ecossistema de inovação quanto no suporte direto às empresas, em articulação com as agências e superintendências do Banco. Esse acompanhamento próximo facilita o acesso ao crédito e a atuação integrada qualifica os projetos e incentiva a ampliação dos investimentos, refletindo no aumento das contratações voltadas para inovação por nossos clientes”, afirma Alexandre. Eventos e orientação ampliam demanda por crédito Além da atuação direta com empresas, as ações de divulgação e orientação também contribuíram para ampliar o interesse pelas linhas de financiamento voltadas à inovação. Segundo o banco, houve um crescimento de 82,95% no número de pessoas que participaram de eventos promovidos pela unidade responsável por estimular iniciativas tecnológicas e empreendedoras na região.

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Programa de Estágio: Um caminho para o futuro sustentável das empresas

*Por Georgina Santos Início de ano e as oportunidades de estágio tendem a aumentar, seja com a abertura de novas vagas ou a renovação com novas contratações. Essas contratações são acompanhadas de muitas expectativas para ambos os lados – empresa e estagiário. De um lado, as empresas esperam encontrar jovens que se identifiquem com a cultura e o trabalho, que queiram construir uma carreira. Do outro, jovens que buscam um local onde possam mostrar suas competências, se desenvolver e realizar seu projeto profissional.  Entretanto, muitas vezes essas expectativas se transformam em frustrações para os dois lados. Nada saindo como o esperado. E de quem é a culpa? Essa não é bem a questão. Para minimizar os riscos e ter o melhor de uma oportunidade de estágio, vale investir num programa mais estruturado, que é, definitivamente, diferente de contratar um estagiário e colocar para trabalhar na empresa e ir “pegando o jeito” com os veteranos.  O programa de estágio talvez seja a melhor oportunidade para muitos jovens iniciarem suas carreiras profissionais e se inserirem no mercado de trabalho, com menos requisitos de experiências anteriores. Para alguns, é o primeiro contato com o mundo do trabalho, quando podem experienciar as suas áreas de interesse, desenvolver habilidades e se empenharem em seus primeiros projetos nas empresas. Para os estudantes, é a chance de praticar aquilo que aprendem e desenvolverem novos conhecimentos, possibilitando entender como funciona o mundo do trabalho, se identificando com as atividades e traçando suas expectativas. Eles chegam nas empresas com energia para se desenvolverem, “mostrar serviço” e conseguirem efetuar a primeira experiência profissional para dar aquele upgrade no currículo. A ânsia desses jovens é de conseguirem o primeiro passo na vida profissional e conseguir projetar uma expectativa de carreira.  Para as empresas, o programa de estágio é uma grande oportunidade para trazer os jovens estudantes que serão os futuros profissionais. Com menores custos financeiros, a integração dos estagiários, além de auxílio aos efetivos nas atividades, traz novos ares para a equipe: com ideias inovadoras, conhecimentos teóricos recentes e apurados e a avidez de quem inicia. Os estudantes, quando bem estimulados, podem ser de grande incremento na solução dos problemas da empresa e para o avanço tecnológico dos processos, contando com aqueles mais antenados nas novas ferramentas para ganhar vantagem competitiva, o que acaba gerando certa inquietação e desconforto de quem muda e vê a mudança acontecer.  Dessa forma, o investimento no programa deve ser integral, cientes de que a equipe e os líderes precisam orientar e acompanhar cada etapa de forma a “lapidar” o jovem profissional, tanto nas atividades desenvolvidas, quanto nos comportamentos apropriados ao ambiente corporativo. Sem plano de trabalho, atividades definidas previamente ou supervisão, por exemplo, o estágio perde sua potência de desenvolvimento, podendo levar a desmotivação, sendo mais proveitoso quando bem impulsionado e monitorado, com avaliações de desempenho sistemáticas e feedbacks voltados para o desenvolvimento desses estudantes.    Fábio Menezes, sócio da TGI Consultoria há mais de 20 anos, iniciou sua trajetória profissional como estagiário, ao ser questionado sobre a eficiência do programa, ele diz “o Programa de Estágio é um projeto estratégico, essencial para a formação de profissionais alinhados à cultura e aos valores da empresa, com alto potencial de construção de vínculos duradouros (…) É preciso compreender que se trata de um processo de construção (…) Pensar o Programa de Estágio, é antes de tudo, pensar no futuro da empresa”.  O que as empresas estão compreendendo, é que ao investirem em um Programa de Estágio, estão investindo no desenvolvimento de novos talentos, que podem ser profissionais-chave no futuro de suas equipes, e, consequentemente, no crescimento de um futuro sustentável. Ao que indicam os dados, as empresas conseguem efetivar cerca de 58% de seus estagiários (NACE). Ao integrar o estagiário, abre-se uma janela de oportunidade para os dois lados: para o estudante que tem a chance de se desenvolver profissionalmente; e para a empresa que pode aprimorar um profissional dentro de suas necessidades e cultura organizacional, sendo um projeto estratégico de sucessão e fortalecimento cultural. A retenção de profissionais também aumenta com os estagiários, que tendem a passar mais tempo nas empresas que aqueles que já vieram do mercado. Ao dar a oportunidade de desenvolverem suas potências, os jovens profissionais querem trilhar uma carreira na empresa, escalando em projetos e tornando-se os novos líderes, especialmente quando visualizam que há espaço e estímulo para crescimento. Portanto, investir no programa de estágio é também investir, a longo prazo, no desenvolvimento de novos profissionais estratégicos para o futuro da organização.  Empresas que enxergam o estágio apenas como apoio operacional contratam para o presente, aquelas que o estruturam como estratégia constroem o próprio futuro. Por isso, na TGI Consultoria, acredita-se que o futuro das empresas começa muito antes das posições de liderança, ele começa na primeira oportunidade. Estruturar um Programa de Estágio com intencionalidade é plantar as sementes da cultura, da inovação e da sucessão organizacional. É formar profissionais que não apenas executam, mas que compreendem, pertencem e evoluem junto com o negócio. *Georgina Santos é consultora e sócia da TGI

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ExpoRenováveis 2026 abre debates sobre integração e futuro do setor elétrico

Painel de abertura realizado ontem marcou o início da programação desta semana, reunindo lideranças para discutir mercado livre, geração distribuída e os desafios da infraestrutura energética O painel de abertura da ExpoRenováveis 2026, realizado ontem, deu início à programação que movimenta o setor ao longo desta semana. O encontro reuniu especialistas e lideranças para discutir os rumos da transição energética no Brasil. Presidente da Aperenováveis, Rudinei Miranda destacou a necessidade de maior integração entre geração distribuída, geração centralizada e mercado livre como estratégia para garantir estabilidade e eficiência ao sistema. Integração como caminho para o setor Durante sua participação, Miranda ressaltou que o crescimento acelerado das energias renováveis trouxe maturidade ao mercado, mas também desafios de coordenação. Segundo ele, os diferentes modelos evoluíram de forma fragmentada e agora precisam operar de forma mais convergente para sustentar o avanço do setor. Mercado livre em expansão Vice-presidente com foco em Mercado Livre e Autoprodução, João Lins afirmou que a abertura do mercado é um processo irreversível, mas que ainda demanda ajustes regulatórios. Ele destacou que a ampliação para consumidores de menor porte exige segurança jurídica e previsibilidade para atrair investimentos e evitar distorções. Novo momento da geração distribuída Já Apôlonio Lima, vice-presidente de Geração Distribuída, apontou que o segmento passa por uma fase de transição após um ciclo de forte crescimento. Ele defendeu que a GD precisa se adaptar a um ambiente mais competitivo, buscando integração com o mercado livre e novas estratégias para manter a atratividade diante das mudanças regulatórias. Infraestrutura como desafio central O debate também evidenciou os gargalos da infraestrutura elétrica, como limitações na transmissão e restrições de geração. Os participantes alertaram que o avanço das renováveis depende de planejamento e investimentos que assegurem o equilíbrio do sistema e a segurança energética no país ao longo dos próximos anos. O evento continua hoje e amanhã com uma agenda voltada aos principais desafios do setor elétrico. Entre os destaques do segundo dia estão painéis sobre expansão da infraestrutura de transmissão, soluções para armazenamento de energia, avanços regulatórios e oportunidades no mercado livre, reunindo especialistas, executivos e representantes institucionais em debates sobre inovação e segurança energética.

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Menos ultraprocessados, mais alimentos naturais: a importância da alimentação na prevenção do câncer de intestino

Durante o Março Azul, especialistas destacam que priorizar alimentos naturais, ricos em fibras e que favorecem o microbioma intestinal é um passo essencial na prevenção do câncer colorretal, um dos mais comuns no Brasil. Entenda na entrevista com a nutricionista Rebeca Pessoa, da Clínica NutriGen O Março Azul reforça o alerta para a prevenção do câncer de intestino, o segundo tipo mais incidente no país quando somados homens e mulheres. Mais do que falar sobre exames e diagnóstico precoce, a campanha amplia o debate sobre um fator decisivo na redução de riscos: a alimentação. Estudos apontam que padrões alimentares baseados em produtos ultraprocessados, pobres em fibras e ricos em gorduras e açúcares estão diretamente associados ao desenvolvimento de doenças inflamatórias intestinais e ao câncer colorretal. Para a nutricionista Rebeca Pessoa, da Clínica NutriGen, a mudança começa pelas escolhas diárias. “Quando priorizamos alimentos in natura e minimamente processados, oferecemos ao intestino os substratos necessários para o equilíbrio da microbiota, que é um dos principais fatores de proteção contra processos inflamatórios e tumorais”, afirma. Fibras alimentares e microbiota intestinal As fibras alimentares desempenham papel central na modulação da microbiota intestinal. Atuam como substrato fermentável para bactérias benéficas do cólon, favorecendo a produção de metabólitos bioativos, especialmente os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), como butirato, acetato e propionato, compostos com reconhecida ação anti-inflamatória, imunomoduladora e protetora da mucosa intestinal. Uma alimentação rica em fibras Aumenta o volume fecal e melhora o trânsito intestinal. Reduz o tempo de contato de potenciais carcinógenos com a mucosa colônica. Estimula a produção de butirato, principal fonte energética dos colonócitos. Contribui para a integridade da barreira intestinal Segundo a nutricionista Rebeca Pessoa, a ingestão regular de frutas, verduras, leguminosas, sementes e cereais integrais exerce papel direto na prevenção do câncer colorretal, ao modular a composição e a diversidade da microbiota e reduzir processos inflamatórios crônicos. É importante destacar que os efeitos benéficos das fibras dependem de regularidade e diversidade alimentar. O consumo esporádico não promove adaptações sustentáveis na microbiota. A constância é determinante para o fortalecimento da barreira intestinal e manutenção da eubiose. Ultraprocessados e inflamação Na contramão da alimentação natural estão os produtos ultraprocessados, que devem ser evitados ou consumidos com moderação. “Esses alimentos são pobres em nutrientes protetores e ricos em aditivos químicos, gorduras inflamatórias, sódio e açúcares. O consumo frequente favorece a disbiose intestinal, resistência à insulina, ganho de peso e um ambiente propício ao desenvolvimento de câncer”, alerta. Ela destaca que a mudança não precisa ser radical. “O primeiro passo é reduzir a frequência. Trocar o biscoito recheado por uma fruta com aveia, substituir o embutido por uma proteína fresca e incluir saladas nas principais refeições já gera impacto positivo”. Montando um prato protetor A composição das refeições é outro ponto essencial. “Um prato protetor para o intestino precisa ter cores, variedade e equilíbrio. Metade deve ser composta por vegetais, um quarto por proteínas de boa qualidade e o outro por carboidratos integrais”, orienta. A hidratação também entra como fator indispensável. “Sem água, a fibra não exerce sua função. O consumo adequado de líquidos é fundamental para o bom funcionamento intestinal”. Prevenção começa no dia a dia Além da alimentação, o estilo de vida completo influencia na saúde intestinal. “Praticar atividade física, dormir bem e controlar o estresse são pilares que atuam em conjunto com a nutrição. O intestino responde ao nosso comportamento diário”. Rebeca reforça que a prevenção é uma construção contínua. “Não se trata de dieta restritiva, mas de um padrão alimentar possível e sustentável. Comer comida de verdade é uma das estratégias mais eficazes para reduzir o risco de câncer de intestino”. Como proteger o intestino por meio da alimentação Alimentos aliadosFrutas com casca e bagaçoVerduras e legumesFeijão, lentilha e grão-de-bicoAveia, chia e linhaçaArroz integral e outros cereais integrais Alimentos para reduzirEmbutidosRefrigerantes e bebidas açucaradasMacarrão instantâneoSalgadinhos de pacoteBiscoitos recheados e produtos com aditivos químicos Quantidade diária de fibras Entre 25 g e 38 g por dia para adultos Hábitos que fazem diferençaBeber água ao longo do diaManter horários regulares para as refeiçõesPraticar atividade físicaEvitar longos períodos sentado Com informação, escolhas conscientes e acompanhamento profissional, o Março Azul reforça que a prevenção do câncer de intestino começa antes mesmo dos exames, dentro da rotina alimentar e do cuidado diário com a saúde. Inteligência artificial amplia precisão da colonoscopia na prevenção do câncer colorretal O avanço da inteligência artificial aplicada à colonoscopia, exame padrão-ouro para o rastreio do câncer de intestino, tem elevado a qualidade diagnóstica e a segurança do procedimento. De acordo com a diretora médica da Endogastro e presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva em Pernambuco, Leliane Alencar, a tecnologia atua como um sistema de apoio em tempo real durante o exame, aumentando a taxa de detecção de pólipos e reduzindo a possibilidade de falhas diagnósticas. A médica ressalta que a doença pode permanecer por anos sem apresentar sintomas e que a realização da colonoscopia na faixa etária recomendada, a partir dos 45 anos para indivíduos de risco habitual, é fundamental para o diagnóstico precoce, permitindo alcançar índices de cura que podem chegar a 90 por cento. No Norte e Nordeste, a Clínica Endogastro é a única a utilizar o recurso de inteligência artificial nos exames de colonoscopia, ampliando o acesso regional a essa tecnologia. Expansão hospitalar em Oncologia O Hospital Santa Joana Recife, da Rede Américas, segunda maior rede de hospitais privados do Brasil, inaugura nesta quarta-feira (4), a primeira etapa da sua nova área de Oncologia, em um movimento estratégico que reforça o posicionamento da instituição como referência em alta complexidade no Nordeste. A ampliação total contempla novos consultórios, unidades de internação e áreas ainda mais modernas para infusão de quimioterápicos e outras terapias, dobrando a capacidade de atendimento até o fim do primeiro semestre. ABRH-PE realiza discussão prática com foco na NR1 Nesta quarta-feira (04), acontece o Esquenta RH 5.0: Saúde no Centro da Estratégia. Um encontro estratégico promovido pelo Grupo Belz em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos, ABRH-PE, com foco na

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ExpoRenováveis 2026 começa hoje com debates sobre renováveis, políticas públicas e armazenamento de energia

Programação desta segunda-feira (3), no Cais do Sertão, reúne dirigentes do setor, representantes do poder público e especialistas para discutir estabilidade do sistema e novos modelos de negócio na transição energética A ExpoRenováveis 2026 tem início nesta segunda-feira (3), no Recife, com uma agenda dedicada às estratégias para o avanço das fontes renováveis no sistema elétrico. O primeiro painel, sobre o novo horizonte do setor, reúne Rudinei Miranda, João Lins e Apôlonio Lima, em discussão sobre estabilidade, geração distribuída e autoprodução como vetores de crescimento da matriz limpa. Políticas públicas e agenda nacional Na sequência, o foco se volta às diretrizes governamentais para o mercado de energia. O painel sobre a agenda nacional conta com a participação de Fabrício Mourinho (ONS), Guilherme Sá (Governo de Pernambuco), Rafael Melo (EPE) e Rudinei Miranda, que analisam o papel do planejamento estatal e da regulação para sustentar a expansão das renováveis no país. Armazenamento como nova fronteira de receita O encerramento do primeiro dia é dedicado ao tema do energy storage, tratado como nova oportunidade de monetização da flexibilidade elétrica. O debate reúne Adalberto Moura, Andreia Magalhães (HDT), Osvaldo Foroni (Siemens) e Phillip Mendonça (SENAI-FIEPE), que abordam o uso de baterias e sistemas de armazenamento como instrumentos para aumentar a eficiência e a segurança da operação energética. Programação segue até quarta-feira Nos dias 4 e 5 de março, a ExpoRenováveis 2026 amplia a pauta para temas como tecnologias disruptivas, novos combustíveis, logística energética, mobilidade elétrica, financiamento, marco legal das energias renováveis e licenciamento ambiental, além de debates sobre o papel dos municípios e a integração entre geração, mobilidade e consumo. ServiçoEvento: ExpoRenováveis 2026Data: 3 a 5 de março de 2026Local: Cais do Sertão – Bairro do Recife (PE)Programação: Congresso, exposição comercial, salão do carro elétrico e ações digitaisInscrições: https://www.sympla.com.br/evento/exporenovaveis-2026/3289922

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Recife lidera valorização do aluguel e está entre os metros quadrados mais caros do Brasil

Capital pernambucana aparece entre as três com maior preço médio de aluguel do país e se destaca pela alta rentabilidade dos imóveis residenciais A capital pernambucana consolida posição de destaque no mercado imobiliário nacional ao figurar entre os metros quadrados mais valorizados do país. Segundo o mais recente levantamento do Índice FipeZAP de Locação Residencial, Recife ocupa o terceiro lugar no ranking entre as capitais brasileiras, com preço médio de R$ 60,89 por metro quadrado, atrás apenas de Belém e São Paulo. O resultado representa alta acumulada de 9,82%, indicando valorização real e contínua do setor. O desempenho reflete fatores estruturais e conjunturais, como localização estratégica, adensamento urbano, retomada da economia e aumento da procura por imóveis em áreas consolidadas. Além do preço do aluguel, a cidade também se sobressai na rentabilidade dos investimentos: o indicador Rental Yield aponta retorno médio anual de 8,37%, o segundo melhor entre as capitais, reforçando o apelo de Recife como destino para investidores em imóveis residenciais. Bairros como Madalena e Imbiribeira concentram parte desse movimento de valorização. Na Madalena, região central e tradicionalmente disputada, a Construtora Carrilho aposta em projetos alinhados à tendência de moradias compactas, como o Madá Studios, com unidades de 26 m² distribuídas em 29 pavimentos. No mesmo bairro, o Paço Decó, na Real da Torre, próximo ao Mercado da Madalena, oferece plantas flexíveis e áreas comuns projetadas por profissionais especializados. Na Imbiribeira, que acompanha o processo de expansão da Zona Sul, o destaque é o empreendimento Pátio Solare, voltado a quem busca morar perto de Boa Viagem com custo mais acessível. O projeto adota o conceito de condomínio-clube, com estrutura de lazer e segurança, características cada vez mais valorizadas por moradores e investidores. Para o diretor comercial da Construtora Carrilho, Roberto Rios, os lançamentos seguem as novas demandas do mercado. “Os projetos incorporam tendências como plantas funcionais, áreas comuns otimizadas e foco em qualidade construtiva, atendendo diferentes propostas de moradia e investimento, de acordo com o perfil de cada região e público-alvo. Ainda ressalto que os valores médios de locação e rentabilidade incluem apartamentos de 1 a 4 dormitórios. Se olharmos apenas pra 1 dormitório e studio, esta rentabilidade e preço de locação por m² aumentam sensivelmente”, afirma. Outro indicador que reforça o bom momento do setor é a queda da inadimplência nos contratos de aluguel. De acordo com o Índice de Inadimplência Locatícia (IIL), divulgado pela Superlógica, o percentual de atrasos caiu para 3,44% em dezembro de 2025, o menor nível dos últimos sete meses. A melhora é atribuída à maior organização financeira das famílias, ao uso de tecnologia pelas imobiliárias e à estabilidade do mercado de trabalho. Para a economista Amanda Aires, professora do Centro Universitário UniFBV Wyden, “O mercado de locação de alta renda segue em um crescimento sustentado, especialmente quando falamos em investimentos em opções reais, como é o caso dos imóveis. Os resultados mostram que essa é uma alternativa sólida de investimento, principalmente em um cenário em que a taxa Selic deve apresentar uma trajetória de queda”.

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Diretoria da Hemobrás é reconduzida para o biênio 2026/2027

Conselho de Administração mantém atual gestão e projeta nova fase de expansão da estatal A Diretoria Executiva da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) foi reconduzida para o biênio 2026/2027 durante reunião do Conselho de Administração realizada nesta quinta-feira (26), na sede do Ministério da Saúde, em Brasília. Permanecem nos cargos a presidente e diretora de Produtos Estratégicos e Inovação, Ana Paula Menezes, o diretor de Desenvolvimento Industrial, Antônio Edson Lucena, e o diretor de Administração e Finanças, André Pinho. A estatal é responsável pela produção de medicamentos hemoderivados e recombinantes destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Resultados recentes da gestão Com a atual formação, a Hemobrás obteve avanços relevantes em 2024 e 2025, incluindo a inauguração das duas plantas do Complexo Industrial de Goiana (PE) — Recombinantes, em abril de 2024, e Hemoderivados, em agosto de 2026. No período, foram registrados recordes na captação de plasma e no fornecimento de medicamentos ao SUS, além da ampliação do quadro funcional com concurso público realizado no fim de 2024 e a incorporação de 163 novos empregados até janeiro deste ano. Os resultados financeiros também permitiram o repasse de R$ 175 milhões em dividendos ao Tesouro Nacional nos últimos três anos. Declaração da presidência “A Hemobrás vive um momento de consolidação, finalizando os processos de transferência tecnológica, assumindo as etapas de produção nacional e ampliando sua presença junto à hemorrede qualificada nacional. Vivendo as dores naturais de uma grande empresa estatal federal em fase de expansão, mas cumprindo sua missão primordial de garantir o abastecimento aos usuários do SUS e de fortalecer a soberania da Saúde em nosso país”Ana Paula Menezes. Desafios para o próximo biênio Entre as metas para os próximos dois anos estão o aumento da quantidade de plasma coletado, o avanço das etapas de produção nacional nas linhas de hemoderivados — com início do fracionamento previsto para 2027 — e de recombinantes, além da ampliação do portfólio de produtos e da implantação do Laboratório de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. “Todo o Conselho de Administração deseja boa sorte para a diretoria executiva da Hemobrás. A gente sabe que esses dois próximos anos serão de muitos desafios e estamos todos muito animados para fazermos essa construção conjunta e tão importante para o SUS e para a política de sangue no Brasil”, declarou a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde e presidente do Conselho de Administração da Hemobrás, Fernanda de Negri.

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Sex and The City

O que aprendemos com o final da série “Sex and The City”

Por Manu Siqueira Sim, este texto contém spoiler. Se você ainda não assistiu ao enredo final de “And Just Like That”, trama derradeira de Sex and The City, e não quer saber o que acontece, melhor não ler as próximas linhas. Essa série, desde o início, durou, em tempo real, 27 anos. Uma vida inteira, né? Formou milhares de fãs no mundo todo. E ela tem muito a nos fazer refletir, especialmente, nessa trajetória final, com as personagens já na casa dos 50 anos. Mantendo as características pessoais de cada uma, a primeira lição da série é que as amizades acabam. Samantha Jones, ícone amadíssima, não está mais presente nas reviravoltas e aventuras das amigas em Nova York. Pode ser dilacerante, mas pessoas que amamos se afastam e temos que aprender a conviver com isso. A série mostra que mesmo distantes, as amigas lembram de Samantha com certo carinho e ternura. Isso é o que verdadeiramente importa. Amizades que marcam a gente, ficam com a gente, mesmo que a pessoa já não faça mais parte das nossas vidas. Miranda se separa de Steve Brady e começa a viver, pela primeira vez, uma paixão homoafetiva. A série mostra que mulheres experientes estão mais abertas a usufruir de vivências sem se importar com a opinião alheia. E isso a Miranda faz com louvor. Ela paquera, se envolve, se frustra, se entrega, se impõe, se sente viva. E termina a história vivendo um amor cheio de cumplicidade e parceria, sem espaço para preconceito. Charlotte envelheceu com o mesmo pensamento romântico da família perfeita e estruturada que a série demonstrou, por inúmeras vezes, não existir. A parte boa é que, após vários relacionamentos ruins, ela encontrou um marido que é parceiro, gente boa e divertido.Mas como a vida não é cor-de-rosa com babados floridos, como a Charlotte sempre idealizou, essa parceria também tem momentos difíceis e problemas sérios como o enfrentamento de um câncer. Mas acaba tudo bem no final. Agora vamos a Carrie, a incansável Carrie Bradshaw. Digo incansável porque a protagonista nunca desistiu do amor. Nunca! Aguentou desrespeitos absurdos como ser abandonada no altar no dia do seu casamento com aquele que ela considerava ser seu grande amor, Mr. Big. E, mesmo assim, casou com ele depois. Na nova série, Carrie fica viúva do Big. Ele sofre um infarto no banheiro e só dá o suspiro final, quando ela chega em casa. O ponto alto disso, penso eu, é que, durante uma conversa, a Carrie indaga a si mesma se o que ela viveu com o Big foi um grande amor ou um grande erro. Então, se ela própria se pergunta, acredito que provavelmente, ela tenha caído em si e descoberto que pode ter sido um erro irreparável a relação entre os dois. Mas se alguém acha que Carrie para por aí, se engana. Em busca de um amor que preencha o espaço deixado pelo marido, Carrie decide ressuscitar um antigo namorado, o Aidan. Um cara que ela já havia traído, inclusive. Ela manda um e-mail, ele responde e marcam um encontro, quase 20 anos depois do término. Quem dera que na vida real tudo fosse assim, tão fácil, rápido e prático. Mas a realidade é que Aidan agora tinha dois filhos adolescentes que moravam com ele. Um filho carinhoso e compreensivo, e o outro, extremamente problemático, que surge para corromper a paz do casal recém-formado de novo. Essa relação traz duas reflexões: muitas vezes o passado precisa ser mantido lá, sem quaisquer ativações no presente. Ao mesmo tempo em que, algumas histórias mal acabadas, às vezes precisam emergir para serem finalmente finalizadas. E parece que foi isso que aconteceu. Aidan veio com um combo pesado demais para uma mulher que procurava apenas um namorado. Além de morar em outra cidade, tinha um filho violento e por ter sido traído no passado, nunca conseguiu lidar com a falta de confiança em Carrie. Fim. Ufa! Foi angustiante ver esse enredo de novo na série. Uma relação altamente exaustiva. Por fim, Carrie se envolve com o seu vizinho, o Duncan. Justamente o que Aidan teve ciúmes. E é nesse contexto que eu acho que a série poderia ter dado aquela virada de chave empoderadíssima que o público merecia. Carrie já flertava com o vizinho, um escritor sedutor, mesmo quando estava namorando à distância com o Aidan. Aqui, nesse “frame” de história, acho que a Carrie poderia ter apenas tratado o vizinho charmoso como um colega de trabalho, já que ambos estavam se ajudando nas suas escritas individuais. Era para a Carrie saber distinguir bem que a paz dela era inegociável, e que, ferida ainda pelo término do namoro, ela não preencheria novamente o seu vazio existencial na cama do vizinho. Uma grande tolice que ela já deveria ter aprendido. Mas não aprendeu. Quando no seu livro, ela finaliza as páginas dizendo que “não estava sozinha, estava por conta própria”, ainda sinto uma Carrie triste por não estar em um relacionamento. Por mais que na cena final da série, mostre a atriz com um modelito de alta costura, seus inseparáveis saltos, e uns rodopios tímidos, em casa, com sua gatinha de estimação, tentando ensaiar uns passos de felicidade, há no ar certa melancolia. Depois pensei que estava sendo injusta. Aquele era apenas o primeiro passo para essa luta incansável pela liberdade de ser uma mulher sozinha, independente e feliz. Aí, rodopiei junto com ela. *Manu Siqueira é jornalista

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CEO da Brain Inteligencia Estrategica Fabio Tadeu Araujo apresentou o levantamento. Foto Divulgacao

Mercado imobiliário do Recife e Região Metropolitana alcança VGV recorde de R$ 10,1 bilhões em 2025

Levantamento da Brain Inteligência Estratégica, encomendado pela Ademi-PE, aponta alta de 53% nas vendas e avanço do Minha Casa, Minha Vida Desempenho histórico do setor O mercado imobiliário da Região Metropolitana do Recife (RMR) encerrou 2025 com o melhor resultado de sua história recente. Pesquisa da Brain Inteligência Estratégica, encomendada pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE) e apresentada durante o Conexão Ademi-PE, revela que o Valor Geral de Vendas (VGV) atingiu R$ 10,1 bilhões no ano, crescimento de 53% em relação a 2024. No período, foram comercializadas 12.061 unidades, evidenciando um ritmo de vendas superior ao volume de lançamentos, que somaram R$ 5,8 bilhões. Força do Minha Casa, Minha Vida O principal motor desse desempenho foi o segmento do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), responsável por 65,4% dos lançamentos em Recife e Região Metropolitana. Na capital, o número de unidades vinculadas ao programa cresceu 79% em comparação com 2024, alcançando 3.597 unidades. Apenas no quarto trimestre de 2025, o MCMV respondeu por 83% dos lançamentos, com destaque para bairros como Dois Unidos e Imbiribeira.“Esses números mostram a força do nosso mercado e o papel estratégico da construção civil na geração de emprego, renda e desenvolvimento urbano. Dentro desse cenário, o Minha Casa, Minha Vida passou a ser protagonista na capital. A nova legislação urbanística do Recife, combinada com o programa Morar Bem Pernambuco, trouxe um dinamismo inédito ao segmento de habitação econômica, ampliando a oferta e permitindo que mais famílias tenham acesso à casa própria. Todo esse movimento é fruto de vontade e política urbana que, combinadas com a capacidade produtiva do setor, são capazes de transformar nossas cidades com mais moradia, investimentos, empregos e arrecadação”, revela Rafael Simões, presidente da Ademi-PE. Valorização do metro quadrado no litoral Enquanto o volume de vendas foi impulsionado pelo segmento popular, imóveis de luxo e áreas de praia registraram valorização expressiva no preço do metro quadrado. Em 2025, foram lançadas 2.887 unidades no litoral, com predominância de studios e apartamentos de um quarto, que representam 80% do total. Essas unidades alcançaram preço médio de venda de R$ 430 mil, resultando em valor médio de metro quadrado de R$ 14,5 mil nesse nicho. Estoque reduzido e projeções para 2026 O estudo aponta ainda um cenário de escassez de oferta. O estoque atual em Recife e na RMR é de R$ 4,9 bilhões, considerado baixo diante do VGV vendido no ano. Com isso, o tempo de exaustão do estoque é estimado em apenas seis meses, o menor patamar já registrado. Segundo o CEO da Brain Inteligência Estratégica, Fábio Tadeu Araújo, 87,7% das unidades disponíveis foram lançadas entre 2023 e 2025, indicando um estoque “jovem” e a necessidade de novos lançamentos em 2026 para atender à demanda aquecida. Serviço – Troféu Ademi-PEInscrições abertas até: 10 de abrilPeríodo de julgamento: 15 a 17 de abrilApuração final: 17 de abrilCerimônia de premiação: 29 de abrilLocal: Arcádia Apipucos

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