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Novo Cais Estelita recebe etapa do Santander Track&Field Run Series neste domingo (19)

Corrida traz percursos de 5km, 10km e 15km com largadas a partir das 5h e promete movimentar a orla do Recife com estrutura, bem-estar e experiências para os atletas O Recife se prepara para receber mais uma edição da Santander Track&Field Run Series, o maior circuito de corridas de rua da América Latina. A etapa acontece neste domingo (19), no Novo Cais Estelita, com percursos de 5km, 10km e 15km. A primeira largada será às 5h da manhã, na Avenida Engenheiro José Estelita, nº 862, no bairro de São José. Organizado pela TFSports, plataforma que integra eventos e experiências de bem-estar da marca Track&Field, o circuito é conhecido pela estrutura de ponta e pelas ativações que vão além da corrida — com espaços de recuperação, bem-estar e serviços voltados à saúde. Todos os corredores inscritos recebem um kit exclusivo, que inclui uma camiseta Thermodry e uma Gym Bag. Ao final da prova, todos os participantes que completarem os percursos recebem uma medalha de participação. A retirada dos kits será realizada na Loja Track&Field do Shopping RioMar, ate o sábado (18), das 9h às 22h. A etapa no Recife faz parte da temporada que celebra os 20 anos da Run Series, com mais de 200 mil corredores participantes em todo o Brasil somente em 2024. Para Fred Wagner, CEO da TFSports, o sucesso do circuito é reflexo de um compromisso com a qualidade e a experiência do atleta. “Tivemos um ano histórico. Fomos eleitos a melhor produtora de corridas do estado de São Paulo, e isso se deve ao nosso foco em segurança, bem-estar e em entregar mais do que uma prova: entregamos experiências completas, com recovery, ativações, música e um ambiente acolhedor para todos os públicos”, destaca Wagner. Já o Santander, patrocinador master do circuito, reforça seu apoio ao esporte como ferramenta de transformação e conexão. “Com dezenas de etapas e um público diverso, a Run Series mostra a força da corrida de rua no Brasil. A experiência que proporcionamos vai além do asfalto — como na corrida vertical do Farol Santander, um dos momentos mais aguardados do calendário. Hoje, com a comunidade #SRUN, somos o maior patrocinador de corridas de rua do país, e temos orgulho de fazer parte dessa jornada”, afirma Bibiana Berg, head de Experiência & Cultura do Santander Brasil. Serviço – Santander Track&Field Run Series | Etapa Novo Cais Estelita

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Setor saúde debate sustentabilidade e inovação no 14º Congresso Norte-Nordeste de Gestão em Saúde

Sindhospe reúne autoridades estaduais, municipais e federais nos dias 22 e 23 de outubro, dentro da Feira HospitalMed, no Centro de Convenções de Pernambuco Os principais nomes do setor saúde do Brasil estarão reunidos no Recife para discutir os desafios e oportunidades do desenvolvimento sustentável na área. O 14º Congresso Norte-Nordeste de Gestão em Saúde, promovido pelo Sindhospe (Sindicato Patronal dos Hospitais Particulares e Filantrópicos de Pernambuco), acontece no dia 22 de outubro, das 10h30 às 18h30, no Centro de Convenções de Pernambuco, dentro da programação da Feira HospitalMed 2025, o maior evento hospitalar do Nordeste. Com o tema “Sustentabilidade do setor saúde: desenvolvimento do complexo industrial e econômico da saúde”, o congresso reunirá autoridades como a secretária estadual de saúde, Dra. Zilda Cavalcanti, e a secretária municipal de saúde do Recife, Dra. Luciana Albuquerque. Também participam o coordenador-geral de Ciências da Saúde, Biotecnológicas e Agrárias do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Dr. Thiago Moraes, e o diretor comercial do Lafepe, Dr. Djalma Dantas. Para o presidente do Sindhospe, Dr. George Trigueiro, o encontro será um marco para o setor. “Teremos importantes nomes dentro do quadro decisório das políticas ligadas à saúde em várias esferas do poder. É a oportunidade de mostrar a força do setor saúde”, afirmou. Durante o evento, será anunciado o vencedor do Prêmio de Gestão Hospitalar 2025. A programação inclui debates sobre inovação e sustentabilidade na produção de insumos e tecnologias em saúde, políticas públicas, financiamento e articulação intersetorial. Entre os participantes confirmados estão Jaime Alheiros, gerente de inovação e negócios digitais do Sesi, e o secretário de Desenvolvimento Econômico do Recife, Carlos Andrade Lima. No dia 23 de outubro, das 10h30 às 18h30, acontece o 8º Fórum Sindhospe de Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), que abordará o tema “Doenças tropicais e emergentes”. O ex-ministro da Saúde e atual secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, fará a palestra magna sobre o programa Agora Tem Especialistas, do Governo Federal. Também participam Dra. Karla Baeta, da Apevisa, e Mara Rubia Santos Gonçalves, da Anvisa. Entre os dias 22 e 24 de outubro, o Sindhospe realiza ainda a 14ª edição dos Workshops para Profissionais de Saúde, com painéis sobre enfermagem, tecnologia da informação, gestão e recursos humanos. Serviço:📅 14º Congresso Norte-Nordeste de Gestão em Saúde – 22/10, das 10h30 às 18h30📅 8º Fórum IRAS – 23/10, das 10h30 às 18h30📅 14º Workshops Sindhospe para Profissionais de Saúde – 22 a 24/10 (tarde)📍 Centro de Convenções de Pernambuco🔗 Inscrições e programação completa: www.sindhospe.org.br

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Curso em Recife oferece imersão prática no tratamento de distúrbios alimentares em crianças

Formação liderada pela fonoaudióloga Dryelle Azevedo une teoria e vivência em cozinha terapêutica nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, em Boa Viagem Profissionais da área de saúde infantil terão a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos sobre um dos temas mais desafiadores da prática clínica: os distúrbios alimentares pediátricos (DAP). A fonoaudióloga Dryelle Azevedo, referência nacional na temática, ministra o curso presencial “Estratégias para o Tratamento do DAP” nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, no Empresarial Center II, em Boa Viagem, Recife. O curso combina teoria e prática em uma experiência imersiva. Além das aulas técnicas, os participantes terão contato direto com a cozinha terapêutica, onde poderão aplicar estratégias que serão úteis no atendimento clínico e na condução de casos reais. “É muito comum que profissionais de saúde tenham o conhecimento teórico, mas encontrem dificuldade de colocar em prática as condutas durante o atendimento. O curso foi pensado para ser um espaço de troca, experimentação e, sobretudo, vivência real de como atuar frente aos desafios dos distúrbios alimentares pediátricos”, destaca Dryelle. De acordo com a especialista, cresce em todo o país a busca por capacitação na área. “As famílias buscam cada vez mais profissionais preparados para lidar com questões como recusa alimentar, seletividade e dificuldades de mastigação e deglutição. Por isso, precisamos capacitar equipes de saúde que atuem com olhar interdisciplinar e saibam conduzir cada caso de forma individualizada”, complementa. Voltada para fonoaudiólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, pediatras e demais profissionais de saúde, a formação tem investimento de R$ 497. Serviço:Curso “Estratégias para o Tratamento do DAP”📅 31 de outubro (9h às 17h) e 1º de novembro (9h às 12h30)📍 Empresarial Center II, Boa Viagem – Recife💰 Investimento: R$ 497

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Verão na Rede celebra o vôlei Master e o bem-estar em torneio inédito em Pernambuco

Evento idealizado por Andréa de Carvalho reúne atletas acima dos 40 anos para celebrar o esporte, a vitalidade e a superação. Foto: Divulgação Neste fim de semana, dias 18 e 19 de outubro, Pernambuco recebe o Verão na Rede, o primeiro torneio de vôlei de praia Master do estado. O evento, realizado pela AC Eventos em parceria com a Arena Azure, marca um novo momento para o esporte pernambucano ao valorizar atletas amadores acima dos 40 anos que seguem ativos e apaixonados pelo vôlei. Idealizado pela jornalista e atleta Master Andréa de Carvalho, de 54 anos, o torneio nasceu com o propósito de celebrar a vitalidade, o autocuidado e o espírito coletivo do esporte. “Passei cerca de dois anos pensando, idealizando esse projeto. E hoje ele está sendo realizado. Isso é resultado do compromisso com o processo, da coragem para decidir e das escolhas que eu fiz, de quem escolhi para estar ao meu lado. Essas pessoas me entendem, me apoiam e, acima de tudo, acreditaram no meu projeto. São verdadeiros aliados na realização desse sonho”, destaca emocionada. Com um ambiente que une competição, saúde e convivência, o Verão na Rede vai reunir quartetos e duplas masculinas, femininas e mistas nas categorias 40+ e 50+. Cada equipe poderá contar com um atleta de até 39 anos, e os jogos seguirão as regras oficiais do vôlei de praia, com arbitragem federada. A organização técnica está sob a coordenação do professor Maurício Luiz (Mau Mau), responsável pelo cronograma e condução das partidas. Mais do que um torneio esportivo, o Verão na Rede propõe uma experiência completa. O espaço contará com um lounge temático, mesa de frutas, massoterapeuta, degustação de alimentação saudável e área de convivência para os atletas. “O vôlei é mais do que um jogo, é uma terapia coletiva, uma forma de manter a alegria e o entusiasmo pela vida. O Verão na Rede é mais do que uma competição, é um símbolo de que o tempo não é um limite, é um convite para continuar em movimento, celebrando o que o esporte tem de melhor: amizade e superação”, afirma Andréa. A proposta é que o torneio se consolide como um evento anual no calendário esportivo de Pernambuco, fortalecendo a comunidade Master e incentivando hábitos saudáveis em todas as fases da vida. Serviço📅 18 e 19 de outubro de 2025📍 Arena Azure – Pernambuco🏐 Categorias: Quartetos e Duplas Master (40+ e 50+)🎯 Realização: AC Eventos e Arena Azure

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Encontro gratuito sobre benefícios e malefícios das telas para crianças típicas e atípicas

Encontro gratuito acontece nesta sexta (17), no Teatro RioMar Recife, com o pediatra Daniel Becker O pediatra e sanitarista Daniel Becker participa de um bate-papo sobre “Como enfrentar os desafios atuais da infância?”, com foco nos benefícios e malefícios das telas para crianças típicas e atípicas. A palestra, promovida pelo alergologista Waldemir Antunes Neto, à frente da Rede Ális, acontece nesta sexta-feira (17), às 19h, no Teatro RioMar Recife. A entrada é gratuita, com vagas limitadas. Becker, referência nacional em saúde da infância, vai discutir como educadores, pais e profissionais podem contribuir para uma infância mais equilibrada, com brincadeiras, natureza e menos tempo de tela. Segundo ele, o aumento do tempo em dispositivos digitais — tanto por parte das crianças quanto dos pais — tem refletido em mais casos de ansiedade, depressão, dificuldades de linguagem e vínculos familiares fragilizados. “No consultório, passaram a chegar muito mais alterações como ansiedade, depressão, dificuldades de linguagem e até problemas de vínculo familiar”, alerta o pediatra, que também ressalta que, com orientação e limites claros, a tecnologia pode se tornar uma aliada no desenvolvimento infantil. A palestra terá a participação especial da contadora de histórias Carol Levy, que tornará o encontro mais leve e interativo. Ela também reforça a importância de ler com os filhos, incentivar o contato com livros e criar momentos de conexão fora das telas. Becker destaca ainda que o excesso de exposição digital pode afetar o desenvolvimento cerebral e cognitivo. “O excesso de telas vai estimular áreas que não são tão primordiais e pode levar à perda de habilidades, como foco, atenção, memória e resolução de problemas. São gerações que estão tendo mais dificuldade na comunicação e na aprendizagem”, afirma. O pediatra lembra que algumas crianças com autismo podem se beneficiar de vídeos estruturados, previsíveis e educativos, desde que haja acompanhamento profissional. Ele orienta pais e cuidadores a usarem as telas de forma consciente e personalizada, respeitando o ritmo de desenvolvimento de cada criança. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda os seguintes limites de tempo de tela: A Integrális, empresa da Rede Ális, é responsável pela realização do encontro. A iniciativa busca promover conhecimento, acolhimento e trocas de experiências entre profissionais e famílias, incentivando reflexões sobre o uso equilibrado das tecnologias na infância. SERVIÇOO quê: Palestra de Daniel Becker – “Como enfrentar os desafios atuais da infância?”Tema: Benefícios e malefícios das telas para crianças típicas e atípicasLocal: Teatro RioMar RecifeData: 17 de outubro de 2025Hora: 19hEntrada: Gratuita (vagas limit Academia Treno incentiva mulheres a realizarem a mamografia com ação especial no Outubro Rosa Durante o mês de outubro, a Academia Treno, localizada no bairro das Graças, reforça a importância da prevenção do câncer de mama por meio de uma ação voltada às suas alunas. A iniciativa integra as atividades do Outubro Rosa e tem como objetivo incentivar o autocuidado e a realização regular da mamografia. A promoção é válida para todas as alunas já matriculadas ou que venham a se matricular em outubro. Quem apresentar o exame de mamografia realizado entre 1º de outubro de 2024 e 31 de outubro de 2025 receberá um brinde especial.  Segundo Edgar Guadagnamo, diretor da Academia Treno, a ação é uma forma delicada de lembrar que a prevenção deve ser parte da rotina feminina. “É um ato singelo, mas que carrega uma mensagem importante. Queremos chamar a atenção das mulheres para o exame anual e para a necessidade de priorizar o autocuidado. A mamografia salva vidas, e o nosso objetivo é reforçar essa consciência dentro e fora da academia”, destacou. Com a iniciativa, a Treno soma-se às diversas empresas que, em outubro, abraçam a causa do Outubro Rosa e estimulam a prevenção por meio de informação, incentivo e empatia. Recife recebe III Congresso Autismo na Vida Adulta O III Congresso Autismo na Vida Adulta será realizado nos dias 18 e 19 de outubro de 2025, no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, Recife. Promovido pelo Instituto Dimitri Andrade, o evento discute saúde, bem-estar e independência da pessoa autista após a infância e é voltado a profissionais, estudantes, pessoas autistas e familiares. Mais de 15 especialistas abordarão temas como autonomia, moradia independente, comunicação, socialização, direitos da pessoa autista e experiências de autistas adultos. Durante o congresso, será lançado o livro “Autismo na Vida Adulta – Guia Interdisciplinar” e haverá o minicurso de Implementação do Emprego Apoiado, com certificação dupla. O evento também contará com apresentações culturais, exposição de trabalhos científicos, relatos de autistas e momentos de networking, com transmissão online disponível. As inscrições estão abertas pelo site institutointegrarte.com.br/congresso-autismo-na-vida-adulta. Lesões de joelho ameaçam “atletas de fim de semana” durante esportes recreativos O futebol de pelada, a corrida improvisada no parque ou o torneio de vôlei na praia fazem parte da rotina de milhares de brasileiros. São momentos de lazer, mas também de risco para quem não mantém um preparo físico regular. Entre as lesões mais comuns nesses cenários está o rompimento do ligamento cruzado anterior (LCA), estrutura fundamental para a estabilidade do joelho. De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), cerca de 150 mil brasileiros sofrem lesões ligamentares no joelho todos os anos, grande parte delas em atividades recreativas. O problema é que muitos dos chamados “atletas de fim de semana” não realizam aquecimento, não contam com acompanhamento físico adequado e acabam exigindo do corpo mais do que ele está preparado para suportar. O ortopedista Dilamar Pinto, especialista em joelho do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Recife (IOT), alerta que esse comportamento aumenta significativamente o risco de lesões graves. “O ligamento cruzado anterior é um dos principais estabilizadores do joelho. Quando ele se rompe, o paciente sente o joelho falsear e perde a segurança até para andar. O retorno às atividades depende quase sempre de cirurgia e de uma reabilitação prolongada, que pode levar de seis a nove meses”, explica. Andorinha lança azeites 100% brasileiros O Azeite Andorinha, marca do Grupo Sovena, apresenta dois novos rótulos da linha Criações do Brasil, elaborados exclusivamente com olivas cultivadas em solo nacional.

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Como convencer o paciente a mudar o estilo de vida?

Desafio central da medicina moderna será tema de aula no 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica Convencer o paciente a mudar hábitos é um dos maiores desafios da medicina moderna. Esse será o tema da aula do médico clínico Gustavo Miranda Filho, que conduz a aula “Como convencer o paciente a ter mudança no estilo de vida” durante o 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica, neste sábado (11), às 14h, no Pernambuco Centro de Convenções. O encontro é voltado a médicos clínicos interessados em estratégias práticas para melhorar a adesão dos pacientes e estimular comportamentos saudáveis. Médicos como arquitetos do bem-estar Na era da obesidade crescente, do estresse crônico e do sedentarismo, convencer alguém a mudar o estilo de vida exige mais do que prescrever uma dieta ou recomendar exercícios. Para Gustavo Miranda Filho, o médico precisa atuar como arquiteto do processo de mudança, ajudando o paciente a construir novos hábitos com empatia e acompanhamento constante. “O profissional deve ser o arquiteto do processo e não alguém que está ali para julgar. Cada paciente tem suas próprias dificuldades. Cabe a nós mostrar o melhor caminho para enfrentar os obstáculos e manter a motivação”, afirma o clínico. O que é a Medicina do Estilo de Vida O conceito de Medicina do Estilo de Vida vem ganhando espaço na prática médica por integrar prevenção, tratamento e bem-estar. O movimento defende que doenças crônicas podem ser evitadas e controladas com base em pilares fundamentais: alimentação saudável, atividade física regular, sono reparador, manejo do estresse, relações positivas e equilíbrio emocional. “O grande problema não é começar, é manter. A adesão a longo prazo é o ponto principal. A variável tempo é determinante nos desfechos positivos”, explica Gustavo. Adesão: o elo mais frágil da mudança As taxas de obesidade, sobrepeso e síndrome metabólica continuam crescendo em todo o mundo, e a adesão às recomendações médicas segue sendo o maior obstáculo. Para o especialista, o segredo está em personalizar o tratamento e oferecer acompanhamento contínuo. “Hoje temos terapias bem estabelecidas, e a escolha deve considerar o perfil de cada paciente. É fundamental estimular dietas que promovam déficit calórico e uma rotina de exercícios, incluindo musculação e atividades aeróbicas”, orienta o médico. Qualidade de vida é um conceito individual Segundo Gustavo Miranda Filho, não existe uma fórmula única para viver bem. “A qualidade de vida é individual e construída no dia a dia. Bons hábitos levam a uma melhor sensação de bem-estar, melhora da saúde física e mental e, consequentemente, a uma vida mais equilibrada”, ressalta. 6 atitudes médicas para inspirar a mudança de estilo de vida Um novo olhar sobre o cuidado Ao defender uma abordagem mais empática, a Medicina do Estilo de Vida transforma a relação entre médico e paciente. O papel do clínico vai além da prescrição — ele se torna um parceiro de jornada, ajudando o paciente a transformar informação em ação e comportamento em bem-estar. “Mudar o estilo de vida é um processo. O médico é o guia que ajuda o paciente a encontrar o caminho do equilíbrio entre corpo, mente e longevidade”, conclui Gustavo Miranda Filho. Serviço Aula: Como convencer o paciente a ter mudança no estilo de vidaPalestrante: médico Gustavo Miranda FilhoEvento: 18º Congresso Brasileiro de Clínica MédicaData: 11 de outubro (sábado), às 14hLocal: Pernambuco Centro de Convenções, Recife – PE

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Jovens são os mais tristes do mundo, aponta relatório global

Uso excessivo de redes sociais, falta de conexões reais e pressão econômica ampliam índices de depressão entre pessoas de 18 a 29 anos A saúde mental dos jovens adultos vive um momento crítico. Pela primeira vez, o Relatório Mundial da Felicidade 2025 mostra que o auge da infelicidade deixou de ocorrer na meia-idade e passou a se concentrar entre os jovens de 18 a 29 anos. O estudo revela que 19% deles afirmam não ter ninguém em quem confiar — um aumento de 39% em relação a 2006. A falta de suporte emocional e as conexões superficiais nas redes sociais são apontadas como fatores determinantes para esse cenário. Redes sociais e solidão De acordo com a psicóloga Aline Paixão, professora do curso de Psicologia do UniCuritiba, “o uso intenso de redes sociais não reduziu a sensação de solidão. Pelo contrário, acrescentou pressão à vida dos jovens, que tentam, a todo custo, ter a suposta ‘vida perfeita’ retratada nas redes sociais.” A especialista explica que a confiança entre os jovens vem diminuindo globalmente, mesmo em países com estruturas de apoio emocional mais consolidadas.. Aumento alarmante da depressão A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do IBGE, confirma a tendência no Brasil. A taxa de depressão entre jovens de 18 a 21 anos subiu de 2,47% para 6,23% nos últimos anos — um crescimento de 152%. “Os jovens vivem sob uma pressão constante e enfrentam ansiedade e depressão muito mais cedo. Muitos deles não acreditam mais que a juventude seja a melhor fase da vida”, comenta Aline, especialista em Clínica Analítico-Comportamental. Déficits emocionais e necessidade de apoio A psicóloga alerta que a geração atual apresenta mais sintomas depressivos e traços de ansiedade social do que há duas décadas. “Estamos diante de uma geração que já chega à fase adulta com déficits emocionais e psicológicos. Para reverter esse novo perfil geracional é urgente que os jovens recebam suporte social, educação emocional e acesso a serviços de saúde mental”, afirma. Ela defende que práticas simples de autocuidado, como reduzir o tempo nas redes, fortalecer vínculos presenciais e buscar apoio psicológico, podem fazer diferença no bem-estar. Direito à saúde mental A professora de Direito do UniCuritiba, Adriana Martins Silva, destaca que o tema também deve ser visto sob o ponto de vista jurídico. “Os jovens têm direito constitucional à saúde, incluindo a saúde mental. Políticas públicas, centros de atenção psicossocial e programas de prevenção ao suicídio são instrumentos legais que visam garantir esse direito”, reforça. Números que preocupam

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Capoeira Kids: arte, esporte e movimento

Mais do que uma atividade física, a capoeira infantil desenvolve corpo, mente e identidade. Oficina do Sítio Dourado mostra como a prática transforma crianças com ritmo, disciplina e alegria Luta ou dança? Brincadeira ou esporte? A capoeira há muito tempo ultrapassou os rótulos e hoje é reconhecida como uma manifestação cultural brasileira de extrema riqueza, onde se entrelaçam história, resistência, musicalidade e movimento. Para as crianças, a prática da capoeira representa tudo isso e mais: é uma ferramenta de desenvolvimento físico, emocional e social. No Sítio Dourado, espaço de desenvolvimento infantil que aposta em metodologias ativas também  na valorização da cultura brasileira, sendo que a Oficina de Capoeira Kids já faz parte da rotina dos pequenos. Conduzida pelo Professor Renato Alexandre — o “Professor Timão”, que atua com capoeira desde 2001 e dá aulas desde 2008, a atividade vem ganhando espaço, respeito e muitos sorrisos. “A capoeira para crianças é uma das formas mais completas de trabalhar o corpo e a mente ao mesmo tempo. É ritmo, disciplina, expressão corporal, história e autoestima em uma só roda”, afirma o professor. Para quem é, e como funciona a capoeira infantil A capoeira é uma prática altamente inclusiva, podendo ser iniciada por crianças a partir dos 3 ou 4 anos, respeitando sempre o estágio de desenvolvimento de cada uma. Ao contrário do que muitos imaginam, não se trata apenas de golpes ou acrobacias. Na infância, a capoeira é vivida como jogo corporal, musicalidade e expressão lúdica, com movimentos adaptados, sem confronto físico direto, e sempre mediada por cantigas, palmas e instrumentos como berimbau e atabaque. “Nosso foco com os pequenos não é o combate, mas a construção de um corpo mais consciente, mais ágil e mais seguro. A roda é um espaço de aprendizado coletivo, onde a criança aprende a se expressar, a respeitar o outro, a escutar o ritmo e a ocupar seu espaço com alegria e responsabilidade”, explica o Professor Timão. A oficina acontece em grupo, e cada aula é construída com base na repetição de movimentos básicos, atividades rítmicas, rodas de música e, gradualmente, desafios que estimulam o equilíbrio, a coordenação motora e a atenção. A prática também promove o conhecimento da história da capoeira, sua origem africana e seu papel na resistência cultural brasileira. Movimento que empodera: autoestima e pertencimento Além dos ganhos motores, a capoeira infantil é especialmente potente para o desenvolvimento emocional e social das crianças. Por ser uma prática coletiva e expressiva, ela ajuda a vencer a timidez, desenvolve o senso de pertencimento, e fortalece a autoestima desde cedo. Cada criança é convidada a se colocar no centro da roda — simbolicamente e literalmente — e a experimentar a força de sua própria expressão corporal. “Quando uma criança percebe que pode cantar, bater palmas, gingar, se equilibrar e interagir com outras através do corpo, ela descobre um universo inteiro dentro de si. A capoeira ensina muito mais do que movimentos. Ela ensina escuta, empatia e coragem”, resume Renato Alexandre. Para a diretora do Sítio Dourado, Ana Maria Maciel, a inserção da oficina no currículo do espaço de desenvolvimento foi uma decisão natural, alinhada ao propósito de proporcionar uma educação integral e culturalmente conectada com as raízes brasileiras. “Criamos a Oficina de Capoeira Kids porque acreditamos no poder da cultura como ferramenta educativa. A capoeira tem corpo, tem voz, tem ancestralidade. Ela acolhe a criança em sua potência e a ensina com alegria e presença. É uma forma de educar com movimento, com afeto e com identidade”, defende Ana Maria. E quem não pode praticar? Há contraindicações? A capoeira é uma prática democrática, acessível e geralmente sem contraindicações para crianças. Em casos específicos, como limitações físicas, motoras ou condições médicas específicas, a participação deve ser orientada pelo pediatra ou equipe multidisciplinar. Mas, de modo geral, a capoeira pode ser adaptada para diferentes perfis, inclusive crianças neurodivergentes, com acompanhamento adequado. “A capoeira respeita o ritmo de cada criança. A roda é inclusiva por essência. Temos crianças mais tímidas, outras mais expansivas, e todas encontram seu lugar. O importante é que se sintam acolhidas e motivadas a explorar seus corpos de forma positiva”, reforça o mestre Benefícios da Capoeira Infantil Físicos Emocionais e sociais Cognitivos e pedagógicos Capoeira é corpo, cultura, história e alegria Quando a capoeira entra na vida de uma criança, ela leva junto o som do berimbau, o canto ancestral, o jogo de corpo, a força dos movimentos, a beleza da coletividade. Mais do que um esporte, a capoeira é arte viva, é cultura em movimento, é educação com gingado. A prática não ensina apenas a ginga — ensina a ouvir o outro, a se respeitar, a brincar com o corpo e a se reconhecer como parte de algo maior. Como resume o Professor Timão, com a sabedoria de quem vive a roda há mais de duas décadas: “A capoeira transforma. E quando começa na infância, transforma para a vida inteira”, finaliza o mestre Timão. Na roda de capoeira, onde cada movimento exige ritmo, consciência e equilíbrio, o cuidado com a saúde também pede presença e harmonia. No fim, viver bem é encontrar o compasso certo entre corpo, mente e propósito. Festival de Raquetes e Picnic Dia das Crianças agitam Porto de Galinhas No dia 11 de outubro, a Cia do Lazer, em Porto de Galinhas, recebe o Festival de Raquetes, em parceria com o Picnic Dia das Crianças, oferecendo momento de esporte, lazer e convivência para toda a família. A partir das 9h, as quadras estarão abertas para Pickleball, Frescobol, Beach Tennis, Badminton e Tênis de Mesa, com categorias infantil, adulto e master, além de modalidades feminino, masculino e mista. Enquanto isso, o Picnic Dia das Crianças garante brincadeiras e momentos de lazer ao ar livre, proporcionando um ambiente acolhedor em meio à natureza. “Eventos como esse fortalecem vínculos familiares, promovem bem-estar e estimulam a prática esportiva”, destaca Rose Jarocki, CEO da Cia do Lazer. A participação é mediante inscrição paga, a partir de R$ 70 por pessoa. Alimentação será vendida no local,

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Entrevista com William Smethurst: “Não nascemos para ficar sentados”

O corpo humano é dependente do movimento. O professor de educação física da UPE explica por que a evolução da espécie nos moldou para manter nosso corpo em atividade. Aborda como o exercício físico contribui para prevenir e tratar doenças, como câncer e Alzheimer, e informa qual a atividade oferece melhores benefícios: correr ou caminhar. Exercitar-se é uma atividade que vai muito além do desejo de emagrecer. Na verdade, o movimento faz parte da natureza do ser humano, desde os tempos em que nossos ancestrais viviam nas cavernas. O educador físico e professor da UPE (Universidade de Pernambuco), William Smethurst, explica, nesta entrevista a Cláudia Santos, como as necessidades do Homo Sapiens por alimentação e sobrevivência, durante o processo de evolução, levou-o a uma intensa atividade física que estruturam o formato do seu corpo, a expansão do seu cérebro e da sua capacidade cognitiva. Se hoje não já corremos para caçar nossa comida e, no conforto do sofá, com simples toques no celular, obtemos alimentação por delivery, não significa que prescindimos de exercícios físicos. Nosso organismo, tal qual o do nosso longínquo parente pré-histórico, continua dependente do movimento. Estudos científicos, segundo William Smethurst, comprovam como a prática regular de exercícios físicos contribuem para manter o organismo saudável e para prevenir e tratar doenças, como câncer e Alzheimer. O educador físico também comenta a grande adesão dos brasileiros às corridas, mas – para a satisfação dos que preferem caminhar – afirma que as caminhadas oferecem os mesmos benefícios para a saúde do que correr. E o melhor: sem provocar riscos ao praticante, como pode acontecer com os corredores.  No início de sua evolução, o ser humano não tinha comportamento sedentário. Como essa característica ancestral impacta no corpo humano hoje? Há cerca de 5 a 7 milhões de anos, uma certa espécie ancestral, ainda não bem definida pela ciência, dividiu-se em duas linhagens. Uma delas evoluiu para os grandes símios, como chimpanzés e gorilas, com corpos musculosos e compactos, adaptados à vida em bosques e florestas, onde encontram sua alimentação e sobrevivência. A outra linhagem deu origem aos Homo sapiens, caracterizados por corpos esguios, pelo andar sobre as duas pernas, um cérebro bem desenvolvido e com uma fisiologia adaptada à intensa atividade física que os constantes deslocamentos para a caça e a coleta de alimentos exigiam para a sobrevivência na vida terrestre.     Portanto, nossos parentes mais próximos – os símios – têm níveis baixos de atividade física que não causam efeitos nocivos à saúde. Já nos seres humanos, pesquisas revelam que à medida que a anatomia e o comportamento mudaram nos últimos milhões de anos, a fisiologia também mudou de tal modo que passamos a precisar de níveis muito mais altos de atividade física para sermos saudáveis. Para equilibrar a relativa fragilização do seu físico durante a evolução da espécie com as demandas de sobrevivência, o ser humano necessitou fazer uso extensivo do seu corpo, aprimorar habilidades percepto-motoras para realização de movimentos corporais cada vez mais complexos e precisos, além de desenvolver tolerância a esforços repetitivos e prolongados. Para dar conta dessa diversidade de novas demandas, o cérebro foi pressionado a expandir suas capacidades durante seu curso evolutivo.  Assim, pode-se afirmar que foram principalmente os movimentos corporais, cada vez mais sofisticados e eficientes, dentro de um estilo de vida fisicamente muito ativo, que induziram as adaptações estruturais do sistema nervoso central. O que permitiu ao Homo sapiens diversificar e aprimorar suas relações com seus semelhantes, com o ambiente e outras espécies, desenvolver sua capacidade criativa e alcançar o nível hierárquico mais elevado na escala evolutiva. Portanto, não nascemos para ficar sentados. Outro aspecto importante é que nosso coração é uma bomba que precisa ser poderosa para fazer o sangue circular por todo o corpo. Sabemos que o lado esquerdo do coração é muito mais robusto, mais volumoso, mais musculoso que o lado direito, que é menor. Mas, veja: a circulação sanguínea é um sistema fechado.  Como é que o sangue circula se, de um lado, há uma bomba poderosa para empurrá-lo, mas no outro lado a bomba que “puxa” é mais débil? Então, há algo ajudando esse lado menos forte que é a musculatura dos membros inferiores, do quadril, que deve estar em constante movimento ou em movimento tonificado, contraindo e relaxando, para manter a postura e ajudar o coração a bombear o sangue.  Então, quem costuma fazer exercício de manhã, depois passa o restante do dia sentado, não tem uma vida muito saudável? Michael Mosley, jornalista e médico, fez estudo em que comparou um escritor – que diariamente fazia duas horas de academia mas passava o restante do dia sentado – com uma moça que passava o dia em pé trabalhando e nunca foi a uma academia. Ele mostrou que todos os indicadores de saúde desse escritor eram piores do que os da moça.  Por isso, é recomendado inserimos na nossa rotina os breaks, a cada 50 minutos para que possamos levantar, durante 5 a 10 minutos, para então voltar e depois sentar novamente. Se nascemos para o movimento, quais os prejuízos causados pelo comportamento sedentário? Para que tenhamos um correto funcionamento do nosso organismo faz-se necessário que ele seja constantemente exposto às mesmas condições que proporcionaram seu desenvolvimento e aprimoramento no processo evolutivo. Do contrário, ele pode tornar-se disfuncional, o que, em médio ou longo prazo, degenera para condições patológicas crônicas.  Está muito bem documentada a associação da inatividade física com o aumento do risco para câncer, doença coronariana, acidente vascular cerebral, diabetes, demência, dentre outras de caráter degenerativo e crônico. Do mesmo modo também está comprovado o quanto a prática regular de atividade física, juntamente com uma alimentação balanceada, é o principal fator de redução de riscos para essas doenças. Como a prática de exercícios físicos ajuda a prevenir e tratar o câncer? O corpo humano possui mecanismos autônomos de, digamos, “autorreparo” para, na hora que houver um distúrbio, esse sistema fazer o reparo antes que aquilo se torne catastrófico. Todos estamos sujeitos a ter alterações espontâneas no

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Pesquisadores da UPE criam protocolo com luz LED que acelera cicatrização do pé diabético

Estudo clínico realizado no Hospital Universitário Oswaldo Cruz comprova eficácia da fotobiomodulação no tratamento de feridas e pode reduzir amputações e internações hospitalares Pesquisadores da Universidade de Pernambuco (UPE) desenvolveram um protocolo inovador de tratamento com luz LED para acelerar a cicatrização de feridas em pacientes com pé diabético. O estudo, conduzido no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS-UPE), utilizou o equipamento ISIS, da empresa Beone Technologies, em um ensaio clínico randomizado, duplo cego e placebo controlado. A pesquisa integra a tese de doutorado do enfermeiro e mestre em Biologia Celular e Molecular, Leandro Cruz, orientada pela professora Patrícia Moura, com coorientação dos docentes Bruno de Melo Carvalho e Francisco Bandeira, e coordenação clínica da Dra. Taciana Belmont, na Unidade de Pesquisa Clínica (UNIPECLIN) do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC-UPE). “Na pesquisa, tivemos o objetivo provar que a fotobiomodulação, utilizando comprimentos de ondas específicas em protocolos de atendimento, pode acelerar o processo cicatricial favorecendo processos de angiogênese, proliferação e diferenciação celular, induzidos por modulação na expressão de genes envolvidos na cicatrização, para isso utilizamos a combinação de luzes/LED nos espectros azul e vermelho”, pontuou a Profa. Patrícia Moura. O trabalho também investigou como polimorfismos genéticos, responsáveis pela modulação da imunidade natural, influenciam a recuperação de feridas e a ocorrência de infecções. “Com o desenvolvimento do estudo haverá um impacto significativo na redução da taxa de internação e permanência hospitalar, diminuição de procedimentos como as amputações, redução de incidência de sepse e outros eventos potencialmente fatais associados às úlceras de pé diabético. O estudo molecular fornecerá informações relevantes acerca da compreensão dos mecanismos moleculares e celulares, relevantes para adoção de estratégias terapêuticas eficazes”, informou o pesquisador Leandro Cruz. Os resultados obtidos até o momento indicam avanços significativos tanto na eficácia do protocolo quanto na segurança do dispositivo, que já conta com aprovação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto também contou com o apoio do corpo docente do Instituto de Ciências Biológicas e da parceria com a empresa Beone Technologies, responsável pelo equipamento utilizado nos ensaios.

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